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junho 22, 2005
She
Fazia séculos que não ouvia essa música, até ouvi-la sexta passada durante uma exibição de trabalhos na faculdade, sobre trilhas sonoras. E desde então não saiu mais da minha cabeça.
She may be the face I can´t forget
The trace of pleasure or regret
May be my treasure or the price I have to pay
She may be the song the summer sings
May be the chill the autumn brings
May be a hundred different things
Within the measure of a day
She may be the beauty or the beast
May be the famine or the feast
May turn each day into a heaven or a hell
She may be the mirror of my dreams
The smile reflected in a stream
She may not be what she may seem inside her shell
She who always seems so happy in a crowd
Whose eyes can be so crowded and so proud
No one´s allowed to see them when they cry
She may be the love that cannot hope to last
May come to me from shadows of the past
But I´ll remember till the day I die
She may be the reason I survive
The why and wherefore I´m alive
The one I´ll care for through the rough in many years
Me, I´ll take her laughter and her tears
And make them all my souvenirs
For where she goes I´ve got to be
The meaning of my life is she
She
She
Essa música é o tema de Um Lugar Chamado Notting Hill, cantada por Elvis Costello. Ouça aqui.
Ultimamente tenho pensado muito sobre ser uma pessoa pública, sobre assédio, sobre estar sempre na boca do povo, sobre ser vigiada constantemente por pessoas que mal me conhecem... e sobre expor e ser exposto. E tenho pensado sobre distância separando pessoas.
E tenho pensado ainda em ser o céu e o inferno para quem se ama. Em parecer tão feliz na multidão, com olhos discretos e orgulhosos, mas que ninguém pode ver quando choram...
postado via desktop
Escrito por Bia Kunze em Multimidia em junho 22, 2005 12:01 AM
Citações
Endereço para citar este post:
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IMPORTANTE: escrevam nos comentários somente o que estiver dentro do assunto do post. Dúvidas genéricas sobre outros assuntos, mandem-nas para: bia arroba garotasemfio.com.br. Obrigada!
Eu nunca tinha prestado atenção na letra dessa música. Admito a falha.
Impressionante. É algo que eu poderia escrever, não há culpa, acusação, só reconhecimento de que ela vive entre extremos. Lindo, muito lindo. Grandes riscos, grandes recompensas.
Mais bonito ainda, é sair desse labirinto, quebrar esse nó górdio, vê-la chorar e continuar amando-a. ISSO é inesperado.
"No one´s allowed to see them when they cry"
Felizmente nem todo mundo é um carneirinho. Me identifico de novo, ao fazer minhas próprias regras. exijo as lágrimas, tanto quanto o sorriso. Não interessa se não sou "allowed". Como dizem os gringos, "me processe".
Escrito por cardoso em junho 22, 2005 12:27 AM
Ou não. Tudo que escrevi também pode estar errado.
Escrito por cardoso em junho 22, 2005 01:00 AM
Acho que sempre somos 'o céu e o inferno' para quem se ama, e que há sempre um tanto de 'dor' no amor... Mas o saldo é sempre positivo.
Escrito por Donizetti em junho 22, 2005 06:41 AM
oi me xamo carlos vi,li e gostei do conteudo do blogger. gostaria de trocar ideias c vc. so tem um problema to no japao alem do fuso horario. mas me adicione no msm e trocamos de ideias kdo vc estiver conetado. valeu xau
Escrito por carlos em junho 22, 2005 10:29 AM
Fico muito, muito feliz de estar atendendo por "Alexandre" agora.
Escrito por cardoso em junho 22, 2005 11:01 AM
Oi Bia, no fundo a gente sabe o que deve fazer. Faça o que tiver vontade que a torcida acompanha. Beijos, Li
Escrito por Liliana em junho 22, 2005 02:16 PM
Sei exatamente como vc se sente querida e esta música é tudoooooo!!!!
Vc sabe que pode contar comigo viu ;-) No que precisar viu!!!!!
Escrito por DriScully em junho 22, 2005 04:17 PM
Essa música é tudoooo!!! Tenho ela no sd do x50v e volta e meia saio cantando por aí!!! Além disso, Nothing Hill é um dos filmes mais visto na "sessão da tarde" aqui em casa, eu e Bia adoooramos(comprei no submarino o dvd)!!! Quanto a questão de ser pessoa pública...só digo que a gente acaba ficando mais caseira, hehe!!! Bjos.
Escrito por Pat em junho 22, 2005 04:28 PM
Admiro a capacidade da Bia em gerenciar uma imagem pública, mas não é algo que EU gostaria para mim, diretamente. A vantagem de ser escritor é que ninguém conhece nossa cara.
Já sentei no ônibus ao LADO de um sujeito lendo um livro meu. A sensação foi ótima.
Escrito por cardoso em junho 22, 2005 06:54 PM
Bueno, Bia, o importante talvez, e isso você consegue, é ser uma imagem pública respeitável, porque sua imagem sempre foi, antes de tudo, a de um ser humano, e não de um robô (apesar dos seus gadgets... eheh). Mas o que ninguém nota, o que ninguém vê, ainda que triste, é bom que continue sendo seu - porque há coisas que deverão ser sempre nossas, e apenas nossas... É bom ter o nosso cantinho inalcançável, ainda que seja um cantinho nem sempre alegre.
Beijão
Escrito por oculos em junho 23, 2005 06:38 PM
Essa música não tem um que de música francesa?
Escrito por Neto Cury em junho 24, 2005 01:38 AM
Filosofou grandão no final do post...
Cuidado isso pode levar à uma depressão!
Escrito por Neto Cury em junho 24, 2005 01:39 AM
