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abril 29, 2006
Celular a R$ 1 e outras pechinchas
Não é a primeira vez que surgem promoções de celulares a R$ 1 por aí. Tenho recebido inúmeros e-mails com dúvidas sobre esses aparelhos a preço de banana e outras ofertas mirabolantes. Valem a pena?
Para começar, não há nada errado com os aparelhos em promoção. Obviamente não são top de linha nem repletos de recursos, mas muitos são bonitinhos, há várias marcas à disposição e alguns têm até câmera integrada.
O "pulo do gato" para as operadoras são os planos que vêm atrelados à esses aparelhos, e é aí que elas tiram a diferença. Ou você acha que elas estão oferencendo aparelhos a R$ 1 porque são boazinhas?
Em geral, vendem-se pacotes de minutos onde o preço do minuto é maior. E nessas franquias, nada mais está incluso: interurbanos, torpedos SMS e dados vêm cobrados à parte na conta. Assim, quando o vendedor "garante" que você pagará ''só" R$ 50 por mês, ele "presume" que você só fará x minutos da ligações locais. Às vezes, nessas ligações locais, há diferenciação na tarifa entre ligações para fixos, móveis e até horário das chamadas. É bom checar todos os detalhes antes de escolher um plano.
Outra "armadilha" comum são as fidelizações. Vale lembrar que, por lei, não são mais permitidos planos de fidelização acima de 12 meses. Mesmo assim, muitas operadoras fazem alterações nos planos ainda no decorrer desse período de fidelização. Isso aconteceu recentemente com a Claro, que de uma hora para a outra anunciou a seus clientes que estaria abolindo os planos em reais, que englobavam qualquer serviço dentro de um valor fixo mensal. No seu lugar, obrigavam o cliente a escolher só planos em minutos, mesmo com muitos contratos em vigência. A pressão foi tanta que a operadora acabou recuando.
Também é bom ficar de olhos bem abertos com relação a ofertas de dia das mães. Várias operadoras estão com promoções do tipo "fale x, ganhe y para falar em dobro". Mais uma vez, vale a regra "nem tudo que reluz é ouro" - verifiquem *tudo* antes de fazer qualquer compra, e principalmente, esmiucem as letrinhas miúdas dos contratos.
Pesquisando bem por aí e agindo com cautela na escolha de planos, é possível aproveitar essa época de dia das mães para adquirir um bom aparelho por um preço legal. Aproveitem!
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Escrito por Bia Kunze em 10:35 AM | Comentários (4)
abril 28, 2006
Mini-review: E-TEN M600

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Quem deseja um Pocket PC Phone Edition compacto sem abrir mão de recursos avançados deve avaliar com carinho o E-TEN M600. Até então um dos mais compactos Pocket PC Phones do mercado, o lançamento do minúsculo O2 Atom (tema de um dos próximos posts semana que vem) derrubou o preço do M600, e hoje eu o considero a melhor alternativa de PDAphones considerando custo-benefício.

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Costumo dizer aos amigos, conhecidos e todos que me procuram, que se eu não tivesse adquirido o Qtek 9090 através de um preço imbatível pela Claro (graças ao plano corporativo que fechei com eles), minha escolha sem dúvida seria o E-TEN M600.
Finalmente consegui ter um em mãos, testá-lo e avaliá-lo, graças ao meu amigo Gustavo, que possui um M600 há cerca de um mês. Calouro de jornalismo, mergulhou e em um mês de uso já está totalmente famlliarizado com seu aparelho e o mundo sem fio.
Além de compacto, o aparelho é muito bonito. No design, a única bola fora é a localização da stylus, que para ser removida deve ser puxada para baixo. Outra coisa estranha que me chamou a atenção foi a espessura: é exatamente a mesma do meu "gordinho'' Qtek 9090. Porém, o Qtek tem um slider que esconde o tecladinho Qwerty. O M600 não apresenta tecladinho embutido.
Tecladinho em PDAs é algo controverso. Para algumas pessoas ele é irrelevante. Mas pode ser uma boa opção para quem gosta de escrever SMS e e-mails rápidos com uma só mão. Eu, particularmente não gosto e não uso. O teclado exposto do Treo 650, por exemplo, me incomoda pacas. O do Qtek não, já que pelo menos fica escondido.
Quem sempre quis a praticidade de um smartphone mas sempre adiou a migração por causa da pobreza de recursos desses aparelhos, pode respirar aliviado. Bluetooth, wi-fi, slot SDIO, câmera de 1.3 MP, processador de 400 MHz e as memórias ROM de 64 e RAM de 128 MB deixam o M600 em pé de igualdade com os bons PDAs disponíveis hoje.

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O sistema operacional foi uma revelação à parte. Acostumada com o Windows Mobile 5 dos Dell Axim x50v e x51v (vide review), me surpreendi com o WM5 do M600. É a primeira vez que mexi no WM5 num Phone Edition, e toda a impressão ruim e desprezo que eu tinha pelo OS novo se desfizeram imediatamente. O WM5 do M600 é veloz, incrivelmente estável e bem intuitivo. Tanto que, em um mês de uso, o Gustavo estava totalmente ambientado. Pelo que notei nas configurações pessoais e programas instalados por ele, já dá para considerá-lo um usuário de moderado para avançado. Inclusive usa bastante o gravador de voz surpreso com a qualidade excelente dos áudios obtidos. Ele relatou que tampouco teve problemas para se familiarizar com o ActiveSync.
Achei esquisito tirarem o programa nativo de backup. Deve ser por causa do WM5, que graças ao novo gerenciamento de memória, evita que se perca todos os dados quando a bateria zera. Mesmo assim, backup nunca é demais, é uma ferramenta primordial - ainda mais num smartphone, onde, presume-se, o usuário passa muito tempo longe de um computador.
A lerdeza do MW5 dos Dell é inexistente no M600. Os bugs, idem. Pareceu-me, inclusive, ligeiramente mais rápido que meu Qtek, que roda WM 2003, apesar de sabermos que o 2003 é mais leve. Isso tudo me leva a crer que os problemas por mim verificados, conforme já havia relatado antes aqui no site, não são do WM5 em si. São das versões disponibilizadas pela Dell.
Na hora de se avaliar o desempenho, a avaliação geral é boa. A autonomia dele em modo standby é de cerca de 4 dias, mas obviamente com o uso constante do GPRS e do wi-fi, ela despenca. A qualidade das fotos obtidas com a câmera está na média na categoria. Nada surpreendente, dá para brincar.
A única decepção no desempenho do M600 foi na hora de assistir vídeos. Tentei assistir dois, um de 23 e outro de 35 MB, no WMP e no TCPMP. Verifiquei lags e dessincronismo entre som e imagem. A telinha menor também reduz o prazer em se ver vídeos on-the-go.
Definitivamente, quem curte vídeo em PDAs, deve optar por um modelo mais adequado para isso, como o x51v, e não num smartphone, onde tudo é compactado. Recomendo a telona VGA do x51v ou, pelo menos, um PDA qualquer com tela grande.
E-TEM M600
Pontos fortes: Tamanho compacto, conectividade, WM5
Pontos fracos: Localização da stylus, reprodução de vídeos
Para quem recomendo: Quem deseja um Pocket PC Phone Edition com OS atualizado, recursos poderosos e boa autonomia de bateria sem gastar muito.
Preço médio: U$ 500 (não disponível oficialmente no Brasil)
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Escrito por Bia Kunze em 04:40 PM | Comentários (14)
abril 27, 2006
Diversão portátil
Enfim, tomei coragem, decidi e agi. Como eu já havia dito aqui no site, eu estava DOIDA por um game portátil há tempos e cogitei GameBoy Advance, Nintendo DS, N-Gage, N-Gage QD e PSP. Pensei bem em custo-benefício, abundância de jogos, praticidade e versatilidade, fiz minha opção e ontem fechei a compra. Já estou com meu novo gadget em mãos...
Comprei um Nokia N-gage com MMC de 128 MB, um ano de uso, excelente estado, completíssimo, por R$ 350. Vai ser minha diversão portátil. Entre GameBoy, Revolution, N-Gage, N-Gage QD e PSP, racionalizei melhor e lembrei que tenho um CD lotado de programas e jogos em Symbian. Pensei em pegar um N-Gage QD novo, apesar das críticas ferrenhas em relação ao antecessor. No QD, tiraram o áudio estéreo, o tocador de MP3 nativo, o drive-mode entre outras coisas - que não fariam tanta diferença já que o objetivo seria mesmo jogar. Mas o N-Gage original está por um preço imbatível por aí, e mais uma vez, o custo-benefício falou mais alto.
Enfim, agora passarei para frente minha ratoeira, o maravilhoso Nokia 6260. Por um único motivo: está subutilizado. O 6260 acabou em segundo plano com a vinda do Qtek 9090, que tem todas as ferramentas de produtividade para gerenciar minha vida pessoal e profissional on-the-go. O 6260 faz muito mais coisas do que eu preciso atualmente: os programas não são mais usados, a câmera ficou às traças e só vinha recebendo chamadas em meu número de celular profissional, fica ligado só no horário comercial. Coisa que qualquer celular supre.
Na escolha pelo N-Gage, pesou muito a plataforma Symbian (acho que não consigo mais viver sem ela) e o fato de eu precisar de 2 linhas de celular. E, querendo um game portátil, pronto, matei 3 coelhos com um só tiro. Além das funções de celular, vou usar o N-gage para jogar bastante. Estou analisando e selecionando jogos, em breve falarei um pouco sobre isso. De lambuja também poderei ouvir rádio quando tiver alguma partida com o tricolor, usar a função de porta-arquivos, e papear no Agile.
N-Gagers, agurado sugestões de títulos! Adoro jogos de estratégia, e, principalmente, de ação - pancadaria e corrida... Já estou de olho no Civilization, fiquei doida quando soube que tinha versão dele para N-Gage.
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Escrito por Bia Kunze em 11:18 PM | Comentários (12)
abril 26, 2006
Os PDAs mais populares do momento
Estive analisando no site Brighthand a pesquisa dos PDAs mais populares hoje - tanto os não-celulares como PDA-phones. Dá para tirar muitas conclusões interessantes.
Votaram 45.025 internautas entre os dias 20 e 25 de abril de 2006 e o resultado foi o seguinte:
1. Palm Treo 700w (12.4% / 5585)
2. HP iPaq hw6515 (9.7% / 4380)
3. Palm TX (6.4% / 2902)
4. Palm Treo 650 - CDMA e GSM (4.9% / 2218)
5. Dell Axim X51v (4.7% / 2137)
6. Cingular 8125 (8100) smartphone (3.6% / 1619)
7. Palm Tungsten E2 (3.5% / 1577
Não é surpresa que os PDAphones (ou smartphones, como queiram) predominem na listagem. Nunca se viu por aí tantos modelos disponíveis. A escolha se tornou bem complicada. E entre os não-celulares, temos dois topo da linha de excelente conectividade, o TX e o x51v.
O que chama a atenção é a presença do Treo 700w encabeçando a lista. O primeiro Palm que roda Windows Mobile caiu em desgraça entre os heavy-users em geral, pois sua memória RAM de parcos 32 MB mostrou-se insuficiente para rodar aplicativos pesados, como multimídia.
Verificando quem são os donos desses Treos, encontramos executivos, profissionais liberais e gente que viaja muito. Os usuários desse aparelho querem praticidade e boa autonomia de bateria, e não entretenimento - assim, as supostas deficiências não os incomodam.
Aqui no Brasil, mudam-se os modelos, mas o perfil é o mesmo: a presença de smartphones cresce a passos largos. Essa semana colocarei aqui no site os reviews dos 3 smartphones (ou PDAphones, como preferirem) mais "quentes" nas comunidades de usuários brasileiros: o E-TEN M600, o O2 Atom e o Palm Treo 650.
Também colocarei no ar, em breve, uma enquete para descobrirmos quais os nossos PDAs mais populares. Aguardem.
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Escrito por Bia Kunze em 01:10 AM | Comentários (6)
abril 25, 2006
Voltando à ativa
Esse post era para ser ser uma boa desculpa para testar a postagem no servidor novo, via PDA. Mas está servindo também para dar um puxão de orelha no Fran's Café da Av. Carlos de Carvalho, Curitiba. Ou na Vex. Ou os dois. Buuuuu!
O hotspot foi encontrado, mas nem meu notebook nem meu PDA conseguem logar na rede - a pá¡gina de autenticação sequer aparece...
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Escrito por Bia Kunze em 10:30 PM | Comentários (0)
abril 20, 2006
Poupatempo móvel
Tudo em São Paulo tem dimensões gigantescas, desde a riqueza do estado até as dimensões de sua capital e número de habitantes. Assim, o anúncio de uma versão móvel do portal Poupatempo mostra que o governo do estado está mesmo na vanguarda no atendimento à sua gigantesca população, tornando-se acessível para o maior número de pessoas possível, em qualquer lugar e qualquer hora.
O Poupatempo já inovou de diversas maneiras o atendimento aos cidadãos paulistas, e uma das mais elogiadas foi a disponibilização de postos móveis de atendimento, chegando nas áreas mais distantes, onde muitas vezes mal passa ônibus e água encanada.
A versão móvel permitirá que vários serviços atualmente feitos no site do Poupatempo sejam feitos também em PDAs e celulares. Nos celulares, poderão ser feitas consultas a pedidos de documentos, licenciamento de veículos, entre outros, além de buscas a telefones e endereços de delegacias, postos de saúde e escolas públicas. Entre os planos, constam até avisos via SMS para quando um documento estiver pronto. Embora ainda sem data para lançamento da novidade, parabéns ao pessoal de TI do órgão pela iniciativa!
Estou morrendo de saudades de São Paulo, nunca fiquei tanto tempo sem voltar para minha cidade querida. Hoje, enfim, embarco para lá. Não vejo a hora de rever os milhões de amigos.
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Escrito por Bia Kunze em 12:42 PM | Comentários (3)
Quase pronto
Os problemas de postagem e comentários do site estão sendo regularizados, a migração nos novos servidores está quase pronta. Peço um pouquinho de paciência aos que não conseguiram comentar desde a semana passada e aos que acompanham via RSS, por causa dos posts de teste... se continuar havendo problemas, por favor, não deixem de me avisar, ok?
Logo mais vem a 2a parte, o layout novo... eba!
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Escrito por Bia Kunze em 11:22 AM | Comentários (1)
abril 18, 2006
Era da informação
Creio estar havendo um equívoco generalizado a respeito da "era da informação" em que estamos.
Para começar, seria absurdo não admitir que nunca foi tão fácil adquirir qualquer tipo de informação. Temos TV e internet nos informando em tempo real tudo o que acontece no mundo. E mesmo com nossos bundões longe da cadeira, existem PDAs e smartphones provendo informação onde quer que se vá.
A pergunta que fica é: para que nós precisamos de tudo isso? Será que é realmente necessário saber tudo o que occore ao nosso redor, independente da relevância?
Na web, para cada informação específica que você busca, você é obrigado a engolir dez que não servem para nada. E na TV, boa parte da informação que "cai" em nossos ouvidos acidentalmente, é tão descartável quanto aquilo que deixamos de saber no dia-a-dia por puro desinteresse.
Fica aí a grande ironia da web: seu ponto forte é ao mesmo tempo seu grande ponto fraco. Precisa-se saber (muito bem) como selecionar o que se quer que venha até você. Mas ninguém está preparado para isso. Ninguém sabe o que fazer com tanta informação. Pior, ninguém sabe como buscar o que se deseja sem se perder num redemoinho de bits.
É por isso que os jovens, mesmo com tanta informação à disposição, continuam numa espécie de alheiamento ao mundo em que vivem. O Google, para ficar num exemplo bem genérico, deveria ser uma espécie de "oráculo" para todos os cidadãos da aldeia global. O que acontece é que as pessoas ainda não estão prontas para conviver com isso. É como uma criança que entra numa imensa sala de brinquedos. O que pegar primeiro?
O que fazer então?
Informação sob demanda.
Eu não vejo mais TV. Se eu inventar de assistir TV, passo meia hora zapeando e não vejo nada. Tempo perdido.
As séries e programas que eu gosto de ver são agendados, gravados e eu assisto na hora que eu quiser. Fora isso, me divirto muito com DVDs, DivX e congêneres.
Eu não ouço mais rádio. Não quero ouvir jabá, tampouco uma única música boa entre duzentas mil chatas. Ouço minha coleção de MP3, que me acompanham onde vou.
E ainda assino vários podcasts: ouço o que EU quero ouvir, e não o que uma emissora me impõe. Ouço programas sobre rock clássico, sobre tecnologia, sobre mobilidade, e até sobre odontologia e as séries favoritas de TV que eu assisto. ONDE eu encontraria isso no rádio?
Eu não navego mais na web. Mantenho-me atualizada lendo apenas os sites ou editorias que me interessam, via RSS. E raramente faço isso na frente do computador.
Leio os jornais do dia no PDA ao tomar meu café da manhã, exatamente como muitos fazem com seus jornais de papel. Felizmente tenho a vantagem de pular editorias que não me interessam ("marido ciumento mata a esposa, 2 filhos e se suicida em seguida") e não ser bombardeada de propaganda das Casas Bahia.
Fora isso, quando tenho um intervalo ocioso, ou quando preciso pegar uma fila no correio, leio meus sites favoritos via RSS. Ou leio um e-book.
É engraçado, embora não tenha mudado meus hábitos tradicionais de leitura, de 2003 para cá o número de livros que leio por ano aumenta sempre.
Não me considero desinformada. Mas acho que estou aprendendo a ignorar aquilo que não me acrescenta nada. Não tenho o menor interesse em saber quem ganhou o Big Brother. Ou qual é a próxima novela das oito. Ou onde o Jack Johnson vai tocar. Ou como anda a venda de ovos de Páscoa. ]Mas gosto de acompanhar a política nacional, o mundo dos palms e pockets, o tricolor na libertadores.
E talvez por gostar de fazer tantas coisas diferentes (odontologia, tecnologia, jornalismo) creio que aprendi meio "na marra" a aproveitar melhor o tempo que disponho, sem deixar de comer, dormir, namorar, ir no cinema, pedalar, jogar conversa fora com os amigos...
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Escrito por Bia Kunze em 05:06 PM | Comentários (5)
abril 17, 2006
Que feio, hein Vex? (II)
A Vex entrou em contato comigo para agendar uma reunião a fim de averiguar o que está acontecendo com os usuários. Todo dia recebo ao menos um e-mail de usuário falando de hotspots que não funcionam ou que o suporte está deixando a desejar, em especial, assinantes do Velox. Todos os emails estão sendo analisados.
Enquanto isso, proponho aos leitores desse blog: que tal testarmos juntos, de graça, o serviço da Vex?
Sei que tem gente absolutamente satisfeita com o serviço, enquanto outros não. Baixem a bola e não briguem!
O usuário de celular Claro pós-pago quiser testar a Vex de graça, ao chegar num hotspot, envie um SMS para 9434. Você receberá um login e senha temporários, válidos por alguns minutos. Depois, me dêem seu feedback por e-mail.
Estou montando um "diário wi-fi" que será enriquecido com depoimentos dos leitores deste blog e e usuários da comunidade do Mundo Sem Fio, a qual sou administradora. Agora em abril e maio viajarei para algumas cidades e poderei enriquecer o relato.
Mas o feedback de vocês, leitores, é extremamente importante. Divulguem e escrevam para bia arroba garotasemfio.com.br, eu ficarei no aguardo! E a Vex também... ;)
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Escrito por Bia Kunze em 10:13 PM | Comentários (1)
abril 10, 2006
O estranho mundo dos suportes
Após ler o diálogo completo de um usuário de notebook da HP tentando, em vão, encontrar uma assistência técnica através do serviço de chat online, fico com sérias dúvidas sobre a existência de um ser humano do outro lado da linha. Humano: pele, osso e, vá lá, alguns neurônios.
Obrigada ao Rodrigo Medeiros pela história. Caso seja autorizado, ela será colocada no Podsemfio, seção Mico, com todas as honras que merece. Ah, e viva a Dell, lógico.
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Escrito por Bia Kunze em 02:44 PM | Comentários (10)
SMS no relógio de pulso
A Seiko criou um relógio de pulso lindão para facilitar a vida dos usuários de celular. O usuário deixa o celular na pasta ou bolsa, e, por bluetooth, o relógio mostra os SMS, status da bateria, rede e até identificador de chamadas. Dica no blog do Josh.
Seria ótimo para mim, pena que não uso relógios de pulso há pelo menos 15 anos. Nunca tive sorte com eles, por melhor que fossem. Duaravam 6 meses no máximo e pifavam sem explicações. O último foi um relógio lindo (Seiko também) que ganhei de minha falecida avó: ele começou a adiantar sozinho, sem nenhuma explicação, e minha mãe ficou furiosa comigo. Mandei arrumar, mas não adiantou: parou de funcionar em definitivo, após 3 meses no meu pulso. Minha mãe me chamou de Uri Geller, impiedosamente. Magooei. Nunca mais usei nenhum. E juro que não faz falta, em todo lugar onde estou tem algum reloginho perto.
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Escrito por Bia Kunze em 11:22 AM | Comentários (2)
Novo Blackberry com jeitão de celular
Não há dúvidas que o novo Blackberry está mais bonito. As fotos que vazaram são do modelo 7130v, que deve ser lançado agora em abril, substituindo os anteriores da série 7100.
Só me pergunto o porquê dessa mudança profunda no visual. Medo da concorrência? Desde que a Palm licenciou aplicativos do Blackberry, ano passado, mais algumas "pendengas" juduciais, muito se especulou sobre o fim do popularíssimo aparelho da RIM.
E por falar em especulações, o aguardado Treo 700p foi citado no site Engadget com uma suposta data de lançamento, 15 de maio. O Treo 700p seria o substituto do Treo 650, rodando Palm OS, e não Windows Mobile como o Treo 700w.
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Escrito por Bia Kunze em 08:09 AM | Comentários (3)
abril 09, 2006
Troféu Darwin - categoria pendrives
Estou vivendo uma situação surreal. Um amigo me ligou em pânico porque comprou um pendrive lindo, maravilhoso, numa promoção imperdível. São 512 MB perfeitos para transportar seus trabalhos da faculdade. Plug-and-play, se o usuário tiver o Windows 2000 ou XP. Meu amigo tem o 98 SE, mas não se importou, uma vez que na embalagem dizia que ele acompanha o driver para o 98.
Pois bem, o driver veio DENTRO do pendrive. Isso mesmo! Assim, eis me aqui, tirando o driver do chaveirinho USB e mandando para ele por e-mail. Daqui a pouco ele passa no meu prédio para buscar o dito cujo.
Cada uma que me aparece...
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Escrito por Bia Kunze em 08:48 PM | Comentários (13)
abril 07, 2006
Que feio, heim, Vex? (I)
Este post narra as desventuras de um (ops, mais um!) assinante da Vex que quer usar o serviço e não consegue. Como vocês sabem, assinar um provedor wi-fi não é nada barato. Além de tudo, é preciso camelar em busca de hotspots, e quando acha... quem disse que funciona?
Preparem-se... seria cômico se não fosse trágico.
Ivan Carlos, assinante da lista de discussão Mundo Sem Fio, contou para mim sua história de terror, reproduzida logo abaixo.
Ontem, dia 30/03/2006, varri alguns hotspots na Av. Paulista, São Paulo, para verificar como continua a qualidade do serviço fornecido pela Vex.Passei em 6 estabelecimentos, em todos conversei com colaboradores de atendimento e gerentes.
Foram eles:
Bob's (av. paulista, 1904)
America (av. paulista, 2295)
Caesar Business (av. paulista, 2181)
Rizzo Gourmet (av. paulista, 2064, shopping center 3)
Spoleto (av. paulista, 2064, shopping center 3)
Bon Grillé (av. paulista, 2064, shopping center 3)Só foi possível navegar no Shopping Center 3 (ainda que com sinal fraco) e no Caesar Business (hotel executivo de luxo).
No Shopping Center 3, os 3 estabelecimentos que deveriam ter hotspots da Vex ficam praticamente um ao lado do outro, e ao invés de detectar 3 pontos de acesso, detectei somente 1, e com sinal fraco em frente a estes 3 estabelecimentos. Conversei sobre o fornecimento desse serviço com funcionários e gerentes dos 3 estabelecimentos e nenhum soube me informar sequer como estava sendo provido este serviço, garantindo que não existia tal recurso em suas lojas.
No Bob's, localizei 2 pontos de acesso, confirmados pelo gerente (os funcionários não conheciam o serviço), sendo 1 na entrada e outro aos fundos, onde existe uma praça de alimentação maior. O sinal do ponto de acesso frontal é extremamente fraco, é possível conexão a ela mas impossível navegar. O 2º ponto de acesso, nos fundos, tem qualidade de sinal ótima, mas sequer consigo estabilizar uma conexão, de imediato este ponto já não me fornece um IP de acesso automaticamente.
No America os funcionários sabiam "algo a respeito", mas não souberam me dizer para que seria a "tal de Vex", somente tinham conhecimento que um funcionário da própria Vex passou esta semana no estabelecimento. O gerente tinha noções técnicas de como acessar a rede, padrão utilizado, etc. O sinal apresentou-se forte ao menos onde me posicionei, consegui conectar-me na rede mas não consegui navegar.
No Caesar Business foi o único estabelecimento onde o serviço foi totalmente satisfatório. O manobrista, o faxineiro e 2 recepcionistas sabiam exatamente sobre o serviço que era oferecido lá. O final era forte, consegui estabelecer conexão rapidamente e navegar sem problemas.
Além das críticas ao serviço que declarei em meu 1º e-mail à lista Mundo Sem Fio, fica mais uma pergunta: De onde vem o sinal fornecido no Shopping Center 3, sendo que nenhum estabelecimento declarado na relação de hotspots da Vex tem conhecimento do serviço?
Ivan Carlos
***
Ivan, sua história foi encaminhada aos principais veículos impressos do país, que, estarrecidos, irão entrar em contato com a empresa. Eu ia colocá-la também no Podsemfio da semana passada, conforme havia prometido, mas por causa das mudanças de servidor, a bronca ficou para o próximo domingo.
Também estou escrevendo um diário com minha experiência pessoal com a Vex. Vamos aguardar. Manterei você também informado em seu e-mail.
postado via wi-fi (não o da Vex, lógico)
Escrito por Bia Kunze em 12:31 AM | Comentários (10)
abril 06, 2006
Migrando o site
Estou migrando o site para novo servidor, de hoje para amanhã. Se vocês derem de cara com páginas não encontradas, ou os RSS derem erro, não se preocupem, é por poucas horas. Os e-mails continuarão funcionando normalmente. Eu espero.
Quem me pediu convite para o Wasabi, estou atendendo a todos, basta pedir nos comentários do referido post.
Fui...
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Escrito por Bia Kunze em 04:01 PM | Comentários (0)
Pimenta no *seu* olho não dói
Uma pesquisa da Associated Press chegou a uma interessante conclusão: as pessoas querem usar seus adorados celulares à vontade, mas só se lembram das regras de etiqueta quando se trata dos outros.
Os pesquisados afirmam que além do barulho das campainhas, são irritantes também as pessoas que usam seu celulares em público para tratar de assuntos pessoais. Além disso, costumam falar mais alto que o normal.
Números:
- A cada 10 pessoas, 9 acham irritante o celular dos outros. Mas em todo o universo de entrevistados, só 8% reconhecem que elas mesmas podem ser inconveniente às vezes com seus próprios aparelhos.
- A maioria enfatiza o "uso nobre", justificando seus aparelhos ligados o tempo todo para estarem disponíveis à familia no caso de emergências. Mas na mesma pesquisa, mais tarde, admitem que não largam de seus aparelhos porque trocam SMS, acessam internet, ouvem MP3 e jogam.
- Um quarto dos entrevistados admite não imaginar como seria a vida sem celular.
Você já parou para pensar que *você* mesmo pode ser um dos "celumalas" que tanto despreza? Para descobrir isso, veja se você obedece as seguintes regrinhas:
- Quando estiver na companhia de outras pessoas, coloque seu aparelho no modo vibratório. Seu toque Missão Impossível só é bacana para você.
- Não atenda seu celular numa reunião, formal ou informal. Desligue ou deixe-o no modo silencioso (se quiser checar mais tarde quem ligou). Se você estiver aguardando uma ligação importante, avise a todos antes.
- Na hora da tal ligação importante, retire-se polidamente do grupo e vá tratar dos seus assuntos longe dos ouvidos alheios.
- O contrário também vale. Se você for a uma reunião, avise seus familiares e colegas. Uma opção é pedir para que usem SMS caso realmente seja importante entrar em contato.
- Só porque seu cônjuge ou namorado(a) é íntimo seu não significa que as boas maneiras devem ser postas de lado. Na hora do namoro, desligue o celular.
- Lapsos acontecem. Se você se esqueceu de algum item dos tópicos acima, não custa nada se desculpar com as pessoas.
E por fim: esse negócio de que "celular escraviza" é conversa. O botão liga e desliga que o diga. Ninguém é obrigado a estar disponível 24 h por dia. Nem para o seu chefe. Seja firme, defenda seus princípios para todos, celular tem hora. Não perca as rédeas de sua própria vida.
Seja um exemplo e use as regras de etiqueta, ao invés de só criticar os outros. Você será respeitado.
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Escrito por Bia Kunze em 04:00 PM | Comentários (4)
abril 05, 2006
ALP mostra a cara
O Access Linux Plataform (ALP), substituto do Palm OS, foi mostrado ontem (pela 1a vez oficialmente) na conferência Linux World, em Boston. O pessoal do Palminfocenter fez algumas fotos das telas do novo OS ainda protótipo.
As fotos do Palminfocenter mostram o ALP ainda cru. Não é o formato final, algo que está bem longe de acontecer. Mas dá para ter uma idéia da "cara" que o sistema terá.
Tudo ainda é muito nebuloso e incipiente, mas dá para tirar algumas conclusões gerais:
1. O futuro OS não tem nem nome ainda. ALP é provisório.
2. A interface é bastante "iconizada" (mais ícones, menos texto), algo enfatizado em smartphones.
3. Não lembra em nada a interface do Palm OS, mas segundo prometem, rodará os PIMs do Palm sem perder o formato tradicional.
4. Nem adianta perguntar sobre multitarefa ou como será a entrada de dados. Não se tem nada.
Para quem ainda está meio perdido nessa história, vamos desatar o nó. A PalmSource é a empresa desenvolvedora do Palm OS, comprada pela japonesa Access, que descontinuou o tradicional OS e em seu lugar colocará o ALP. O ALP é baseado na versão 2.6.12 do kernel do Linux. O ALP contará com quatro diferentes plataformas de desenvolvimento: o ALP nativo, o emulador Palm OS 68k, o ambiente Linux nativo (GTK+) e o J2ME (Java Virtual Machine).
A Palm Inc. é outra empresa, essa sim a fabricante do hardware dos Palms. Correm rumores que a Palm também está trabalhando num novo OS baseado em Linux. É aguardar para ver. Mas não se empolguem, a coisa ainda tá longe. O ALP, por exemplo, está estimado para 2007 e os primeiros aparelhos com ele só em 2008. Os atuais Palms do mercado não poderão fazer update de OS, isso é tecnicamente inviável.
postado via gprs
Escrito por Bia Kunze em 12:59 PM | Comentários (3)
abril 03, 2006
Orkut com cérebro
Imagine um Orkut sem perfis falsos, sem declarações de amizade suspeitas, sem scraps medonhos e textos de qualidade duvidosa. Imagine uma rede de amigos e conhecidos onde cada um compartilha com a comunidade o melhor de si: artigos, fotos e podcasts. E você vai acompanhando o que sua rede de amigos produz, como se fosse um imenso RSS social.
Isso existe!
Chama-se Wasabi.
O serviço é excelente, e está entre o que há de melhor hoje na aclamada Web 2.0. Cadastrei-me tão logo fui convidada, mas tive pouco tempo para explorar, por conta dos compromissos e probleminhas de saúde. Agora, porém, estou me aprofundando no que o Wasabi oferece, cada vez mais encantada. Graças a ele, inaugurei agora uma seção aqui no site, chamada "Web 2.0". Afinal, Web 2.0 e mobilidade andam de mãos dadas, não?
Para o Wasabi ficar perfeito, só falta ele ficar mais otimizado e levinho em browsers móveis. Seria perfeito acompanhar os blogs dos amigos da beira da piscina... ;)
P.S.: O Danilo não deverá estranhar ao ver que eu caí em sua pegadinha de 1o de abril, quando ele disse que o Wasabi foi comprado pelo Yahoo. Olha, acho bem mais provável do que ver o Gui Leite com Windows XP Starter Edition. Eu, heim!
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Escrito por Bia Kunze em 10:48 PM | Comentários (78)
Podsemfio de férias
Estou migrando de servidor e reformulando o site, então o podcast teve que tirar umas férias. Eu não aguentava mais pagar excesso de banda à parte, já tinha migrado 3 vezes de plano mas a coisa só crescia.
Asseguro-lhes que o Podsemfio volta ao ar o mais rapidamente possível, com edição sobre RSS que prometi.
P.S.: Gravei uma nota em áudio que será baixada automaticamente por quem assina o podcast no iTunes e demais agragadores com enclosures.
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Escrito por Bia Kunze em 04:46 PM | Comentários (4)
Games portáteis
Console portátil de videogame é um assunto que desperta amor e ódio. Gera paixões desenfreadas em gamers que não têm hora nem lugar para se divertir. Gera críticas ácidas dos tradicionalistas contra as telinhas diminutas e falta de ergonomia.
Independente de amor e ódio, os consoles portáteis são mesmo um filão. Parece que só agora a Microsoft despertou para isso, ao anunciar que o Xbox mobile é para valer. Mas a história dos games portáteis é longa, e eu fiz parte dela.
Em 1982, quando tinha 7 anos, ganhei meu primeiro game portátil... um Game & Watch. Diferente dos games de 1,99 à venda por aí hoje, a série tinha um acabamento de primeira e display LCD colorido. Os gamezinhos da Nintendo se tornaram febre, foram lançados vários títulos, e o meu fazia o maior sucesso na escola porque era multiscreen - tinha 2 telas, o que aumentava a dificuldade do jogo. O Game & Watch foi um grande companheiro nas minhas crises de asma, trancada em casa, junto com os gibis do Tio Patinhas. Nessas horas longas eu passei a desenvolver também meus desenhos.
Em 1989, uma revolução: minha prima Luciana trouxe do exterior um Gameboy, que se revezava entre todos os primos. A grande novidade eram os cartuchos, podia-se ter vários joguinhos em um só console, exatamente como os videogames tradicionais.
Meu irmão colecionou vários consoles de videogame tradicionais - Atari, Bitsystem, Nintendo 64, Playstation e Playstation II. Curiosamente, nunca se interessou pelos portáteis, como eu, fascinada pelo Gameboy, Lynx e Game Gear. Era desde aquela época uma Garotinha Sem Fio...
Depois vieram os Gameboy Color. Mas não "pegaram" porque eram caros, desajeitados e consumiam muita pilha.
Mas aí os primos cresceram e a fascinação diminuiu. Eu era a mais velha e passei a me interessar mais em namorar do que jogar. Mas não posso ser ingrata, os gamezinhos me ajudaram muito a fazer sucesso com os meninos... hoje ainda os Gameboys continuam fortes, com a geração Advance.
N-gage e Playstation Portable
Quando aderi aos Palms, aderi aos games também. Mas a cada modelo, tudo ia se sofisticando, e eu tinha dó de jogar games de ação e detonar os botões dos PDAs, que não foram feitos para isso. Acabei me restringindo aos jogos de tabuleiro - e virei Bejeweledmaníaca.
O celular Z600 tinha jogos lindos em Java também, joguei Prince Of Persia algumas vezes, mas jogar em celular é algo sofrível. A fabricante Sony Ericsson disponibilizou um gamepad para o Z600, mas eu jamais teria coragem de usar aquilo. Você teria?
Depois vieram os celulares-games, na figura do N-gage. Brinquei em alguns e achei sensacional. Perfeito para jogar, mas aí complicava para usar como telefone. A grande vantagem é que é Symbian, portanto eu tenho uma coleção de jogos e programas prontinhos, é só instalar!
E depois veio ainda o Playstation Portable (PSP), que vi pela primeira vez na mão do Marcelo (aff, sempre ele) e achei lindo. O problema é que ele é caro e ficaria subutilizado em minhas mãos, já que para filmes, audio e multimidia em geral eu uso o Pocket PC mesmo.
Ainda não descartei a possibilidade de voltar ao mundo dos games portáteis. O que vocês me sugerem?
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Escrito por Bia Kunze em 04:22 PM | Comentários (3)
abril 01, 2006
Maçã balzaquiana

A Apple já teve PDA... quem sabe um dia terá de novo?
A empresa de Steve Jobs chega hoje aos 30 anos com computadores e sistema operacional que não passam dos 5% no mercado. Mas o mesmo não se pode dizer do seu tocador de MP3, o iPod. É o mais vendido no mundo e o grande responsável hoje não só pelos lucros de Jobs, mas pela legião de fãs que venera a marca.
Mais que beleza e qualidade, não se pode negar que a Apple também simboliza classe e status.
Numa semana em que o Palm e a Apple aniversariam idades "redondas" (10 e 30 anos respectivamente), vale lembrar uma curiosidade: o primeiro PDA da história *não* foi um Palm, mas o Newton, da Apple. Grandão e desajeitado, não vingou, mas abriu caminho para o funcional e bem sucedido Pilot.
Enquanto isso, estamos aguardando algum lançamento da Apple, como sempre acontece em seu aniversário. Sendo 30 anos dessa vez, é de se esperar que venham coisas interessantes, não?
Os Linuxistas que me perdoem, mas quando eu largar o Windows, será por um Mac.
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Escrito por Bia Kunze em 08:46 PM | Comentários (10)
Palm lança Treo 700d
Em primeira mão, o site Pocket PC Thoughts apresentou o novo smartphone da Palm, o belíssimo Treo 700d, numa edição comemorativa dos 10 anos da empresa.
Fisicamente idêntico ao 700w mas rodando MS-DOS v6.22, o 700d é automaticamente o PDA com maior número de programas compatíveis no mercado. Seus 60 MB de flash ROM funcionam para o DOS como um HD, mas um floppy drive pode ser plugado em sua host USB.
No pacote de softwares que vem com o produto estão o Lotus 123, WordPerfect 6.0 e o Sidekick 1.5 para gerenciar as funções de celular. O tecladinho QWERTY torna o uso do DOS altamente intuitivo, fazendo jus ao slogan "Simply Palm" e ao princípio KISS que os palmaníacos tanto prezam.
E aí, alguém se habilita? :D :D :D
Escrito por Bia Kunze em 03:59 PM | Comentários (8)


