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janeiro 04, 2007

Análise: lojas de música online

Quem nunca baixou música via redes P2P ou bitorrents que atire o primeiro iPod. As gravadoras e a RIAA dizem que isso é feio, que você será processado e irá arder nas profundezas dos infernos. Acho que praga de gravadora não mete medo em ninguém, pois as redes de troca de arquivo continuam firmes como a principal forma de se obter música digital hoje.

Mas suponhamos que de uma hora para a outra todos os brasileiros ficassem bonzinhos e resolvessem comprar música digital de maneira legal... A experiência seria agradável ou frustrante? Testei as principais lojas online do país e resolvi contar aqui minha experiência, que, por enquanto, é inédita na blogosfera brasileira.

Sonora

De todas, a loja do Terra é a única que naveguei, fucei bastante mas não tive coragem sequer de abrir uma conta. O acervo é muito, mas muito fraquinho mesmo. Corria o risco de empacar dinheiro lá, pois há um valor mínimo de créditos e não aproveitaria muita coisa. E como dinheiro não nasce em árvore, optei pela UOL Megastore, que pelo menos tinha algumas coisas que eu curtia.


UOL Megastore

Em princípio só estava disponível para clientes do UOL. Hoje, qualquer um pode comprar lá e ganhar um e-mail UOL de lambuja. Como sou assinante, foi fácil e rápido criar minha continha. Vasculhei o acervo, achei algumas coisas legais e arrisquei a compra de R$ 10.

O acervo é melhor que o do Terra. Mas em se tratando de músicas nacionais, vejam que ironia, é uma lástima. Das minhas bandas favoritas, Titãs e Paralamas, não tinha quase nada. Só algumas poucas faixas, de CDs bem antigos. Nem "Epitáfio", uma música tão conhecida e premiada, tinha. Para quem gosta de músicas ou bandas mais da moda, com sucessos que tocam em novela e tal, é uma boa. Infelizmente não foi o meu caso. Baixei só 3 músicas. Meus créditos continuam lá até hoje e não tenho onde gastá-los.

Cada música tem 5 licenças, ou seja, podem ser reproduzidas em 5 computadores / dispositivos diferentes. Como o formato é WMA e o DRM é da Microsoft, a transferência das músicas para MP3 players só pode ser feita através do Windows Media Player. E o número de transferências infelizmente também é limitado. Se você tem um tocador portátil de baixa capacidade e toda hora tira e coloca músicas novas, chegará uma hora que não conseguirá mais transferi-las do PC. Grrrr...

Vale lembrar que não basta que o MP3 player portátil (ou Palm, ou PPC, ou celular) seja compatível com WMA simplesmente. Ele precisa aceitar arquivos WMA que exigem licença de uso.

O UOL usa um "artifício" para convencer os donos de iPod e outros players não-compatíveis a comprar lá. Eles recomendam que se crie um CD de áudio com as músicas baixadas, e depois se ripe esse CD no iTunes. Funciona, mas vale lembrar que tal processo implica em perda de qualidade. Tudo bem, é melhor do que nada...

O GRANDE problema do UOL são os preços. Tudo por faixa, R$ 2,49, mas não há preços específicos para a compra de um álbum inteiro. Resultado: CDs que nas lojas "normais" custam R$ 30 saem por R$ 50 ou R$ 60 na loja do UOL. Fala sério!

E como sempre, temos o maldito DRM da Microsoft enchendo o saco. Se você ouve suas músicas sempre no mesmo PC, só coloca login e senha do UOL na primeira reprodução. Mas no Pocket PC, o lazarento do Windows Media Player pede login e senha o tempo todo, obrigando a pessoa a estar com o PDA conectado à web. Haaaaaaaja paciência!

iMusica

A primeira loja onde criei conta, e isso já tem quase dois anos, creio. A iMusica foi a primeira loja brasileira de música online. Mas a experiência foi tão ruim que nunca mais acessei desde então.

O esquema é o mesmo de sempre. Você define seu saldo disponível na loja através de uma compra com cartão de crédito, e imediatamente baixa as músicas, que variam bastante de preço. Álbuns podem sair por preços de CDs normais, às vezes até mais. O formato é WMA, com licença de uso em até 2 máquinas diferentes. Não me importei muito com isso, pois pretendia ouvir as músicas no meu PC e no meu PDA, na época um Dell Axim x50v. Pronto, as duas licenças estavam gastas.

Pouco tempo depois, vendi meu PC e comprei um notebook. E troquei de PDA. As licenças não foram mais reconhecidas. Fiquei furiosa. Teria que comprar as mesmas músicas de novo. Tudo bem, eu ainda tinha créditos lá. Voltei à loja. Para minha surpresa, os créditos em reais que eu tinha... expiraram! Inacreditável... ele definiam até quando eu podia gastar meu próprio dinheiro! Achei o fim. Fechei a conta e nunca mais voltei.

Hoje a iMusica está ligada ao Yahoo! Music Brasil. Justamente pelo tempo de estrada, é a que tem maior acervo hoje, além de audiobooks e ringtones para celular. Espero que tenham melhorado, mas eu dispenso.


Allofmp3

Que maravilha! Acervo vasto e invejável, preços mais que convidativos, músicas de boa qualidade e sem DRM algum: arquivos limpinhos da silva. Só tem um problema: o site, hospedado na rússia, é legal apenas na rússia. O preço não é por faixa, é de acordo com o tamanho do arquivo. Assim, há músicas que podem sair a 8 ou 10 centavos de dólar cada! Os administradores do site dizem que recolhem os direitos sobre as obras. Certo, vamos fingir que acreditamos.

A RIAA está processando o Allofmp3 em U$ 1,65 trilhão. Não, não é uma piada, o valor é esse mesmo. Então tá, sabemos que a tal loja é mafiosa, mas a RIAA parece que também não gosta de ser levada a sério. Bem, depois do imbróglio jurídico, o site até pode sair do ar. Mas logo ele ganharia casa nova, hospedado no Cazaquistão ou outro país qualquer...

Como eu estava com um cartão de crédito que ia cancelar, corri o risco e comprei U$ 10 de crédito para testar. Foi um desbunde, baixei muita coisa que não achei em nenhum outro lugar, como álbuns de bandas de metal suecas e finlandesas, não muito conhecidas. Graças ao sistema de pagamento por MB, é possível comprar álbuns inteiros com faixas a 192 kbps por 4 dólares.

Vejam bem: o site é ilegal, mesmo assim é a segunda loja que mais vende música no mundo, perdendo só para a loja da Apple. O que prova que tem muita gente disposta a pagar por música, desde que possam usá-la como bem entenderem, sem DRM e outras restrições.

Logo depois de um tempo o e-mail exclusivo que criei para a conta na loja começou a receber spam de pornografia, às toneladas. Ok, ok, valeu o teste, mas chega. Usei meus créditos, fechei a conta e cancelei o cartão de crédito. Depois dessa, alguém ainda confia em site russo?


iTunes Store

A loja da Apple, a mais famosa e bem-sucedida do mundo, ainda não é para o bico dos brazucas. É preciso ter um cartão de crédito domiciliado nos EUA. Consegui criar minha conta lá depois que um amigo me presenteou com um crédito de U$ 0,99, o suficiente para abrir uma conta, já que você precisaria dela para adquirir uma faixa na loja. O objetivo, na verdade, era atualizar online as capinhas dos álbuns, privilégio só de quem tem conta lá.

Logo depois um outro amigo apareceu com um cartão pré-pago da loja e rachamos os créditos. Não foi muita coisa, mas o suficiente para adquirir algumas músicas e um episódio de seriado. A experiência foi muito boa. A loja é completíssima, maravilhosa. A compra é rápida e fácil, e num clique tudo está no iPod. Existe o DRM da Apple, claro. Mas tudo é tão idiot-proof que a gente até se esquece disso. E um iPod é tão versátil que a gente não só ouve com os foninhos, mas pluga ele no carro, no som da sala... sem se preocupar com licenças e afins.

Entender o sucesso da iTS é fácil. Não tem mistério nenhum. Comprar música lá é tão fácil quando mexer num iPod. A loja da Apple deve vir ao Brasil em 2007. Mas eu nem vou esperar. Na primeira oportunidade comprarei mais um cartão pré-pago deles!


MusiG

É a caçulinha das lojas de música online, estreou no final do mês passado. Não foge muito do padrão das demais: usa o DRM da Microsoft, mas com apenas 2 licenças de uso, ou seja, as faixas podem ser reproduzidas em no máximo 2 dispositivos diferentes. O preço é fixo: R$ 2,49 por música. Ao meu ver, acho que esse é mesmo o teto "aceitável" para o preço de uma música digital no país. Mas bem que poderia haver desconto na compra de álbuns completos.

Para se diferenciar das demais, o MusiG implementou um sistema de assinatura: por R$ 24,90 ao mês, o usuário pode ouvir as músicas do acervo da loja de qualquer PC, por streaming, criando suas próprias "rádios". As rádios ficam disponíveis para qualquer um que acessar o site, mas quem não é assinante só pode ouvir 30 segundos das músicas.

Também pode se usar o método "convencional": baixar as músicas e ouvi-las num MP3 player. Mas nesse caso, as faixas têm prazo de validade. Cancelando a assinatura, as músicas não terão mais como serem reproduzidas. O Zune Marketplace instituiu a mesma filosofia. É uma opção particularmente interessante para quem consome muito conteúdo musical. Uma assinatura pode ser mais interessante e mais econômica que comprar dezenas de CDs ao mês. Mas para o usuário normal pode soar chata a idéia de não ser "dono" de suas músicas.

Quanto ao Zune Marketplace, ele segue o padrão da iTS. Mas a Microsoft deu uma pisada na bola feia criando um segundo DRM, específico para a loja do Zune. Quer dizer: músicas prévias que você comprou em outras lojas, em WMA com o DRM da Microsoft, não funcionam no Zune. Não sei se já mudaram essa filosofia ou não, mas que é uma mancada, isso é...


Conclusão

Os brasileiros hoje não têm como comprar música legal de forma satisfatória e justa. Ponto. As restrições punem o correto, aquele que compra as músicas. Comprando música, você não tem o direito de definir como e onde ouvi-la. O número de aparelhos é limitado, o número de transferências é limitado... Conclusão: DRM é uma droga, o que já sabemos sem fazer teste algum. A única forma de abastecer um tocador de MP3 com música legal, com liberdade, seria ripar um CD comprado - mas a legislação brasileira diz que até isso é ilegal, embora todo mundo o faça...

Assim, fica fácil responder aquela pergunta clássica: será que os brasileiros que baixam música via P2P e torrents são todos bandidos ou vagabundos que não querem pagar pelo trabalho alheio? Depois desse meu texto, qualquer pessoa com um mínimo de inteligência perceberá que não. As redes de trocas de arquivos são a única opção para muita gente, independente do fator financeiro!

Há demanda para música legal, quando há maneiras de se obter tudo grátis na moleza? Sim, há gente disposta a pagar por música. Eu sou uma. Porém, o que eu quero é usar os meus arquivos da maneira que eu bem entender. Quero que a música que eu comprei toque no meu PC, no meu celular, no meu iPod, no meu carro, ou que eu possa gravar um CD com elas caso eu tenha um aparelho de som incompatível com MP3. Só isso.

As novas gerações nasceram praticamente inseridas da cultura do conteúdo sob demanda. Os velhos dinossauros da RIAA ainda não acordaram para a realidade. Por mais que se crie restrições, sempre haverá um jeito de quebrá-la, pois no mundo digital tudo é efêmero e hackeável.

A boa notícia é que parece haver uma luzinha no fim do túnel. Correm rumores que Amazon, MySpace, Emusic e Yahoo! Music pretendem lançar serviços de venda de músicas sem DRM, com promoções e outras facilidades de compra. Vale lembrar que o DRM não é culpa das lojas, mas das gravadoras detentoras dos direitos das canções. Há gravadoras que sequer querem seu acervo para venda online.

O caminho da democratização legalizada é a facilitação, o incentivo. Nesse ponto acho que a Apple, com a iTS, é a única loja que segue esse princípio, mesmo que suas vendas sejam restritas apenas a usuários de iPod e iTunes - o que é até motivo de processo. Se mesmo sendo um sistema "fechado" ela já é um sucesso, imagine se ela abrisse suas portas para qualquer tocador digital. Espero MESMO que ela venha ao Brasil esse ano!

Leia mais textos meus sobre DRM e música digital, aqui e aqui.

Pesquise preços de: MP3 players iPod acessórios para iPod

postado via wi-fi

Escrito por Bia Kunze em Música Móvel | Reviews | Web em janeiro 4, 2007 09:55 AM

Citações

Endereço para citar este post:
http://www.estrelasdopassado.com/odontopalm/cgi-bin/mt/mt-tb.cgi/818

IMPORTANTE: escrevam nos comentários somente o que estiver dentro do assunto do post. Dúvidas genéricas sobre outros assuntos, mandem-nas para: bia arroba garotasemfio.com.br. Obrigada!

Eu sou o unico que conheço que compro ainda cd original das bandas que gosto, quando sai algum album do megadeth eu mando importar, ironicamente isento de impostos, ou seja, o governo isenta as industria de musica estrangeira mas nao a nacional... que dentre todos os absurdos isso é besteira!
mas sim, eu compraria musicas das bandas que gosto, em compensação tenho dúzias de tubos de cds com as discografias de todas as bandas de rocks que conheço, algo por volta de 1,65 trilhão se convertidos em direitos autorais :)
mas gosto tambem da arte grafica dos cds, por isso ainda compro o cd... besteira de fan :)

Escrito por Christiano Milfont em janeiro 4, 2007 10:16 AM

Fantástico texto, grande análise e conclusões, assino embaixo e, inclusive, vivi os mesmo males do iMusic que você, minhas licenças expiraram e meus créditos, idem... Eu ripo meus CD's para ouvir, até 100 músicas (blerg), no ROCKR e fiquei chocado de saber que até isso é pirataria aos olhos da legislação. Simplesmente não é justo que o CD que do Beatles Love que ganhei de natal e que adoro ouvir enquanto faço caminhada tenha que, necessariamente, vir junto comigo, não apenas seu conteúdo! Horrível, sofrível, mas a revolução e a mudança se avisinham...

Escrito por Emanuel Campos em janeiro 4, 2007 11:56 AM

Realmente... vamos tocer pra na próxima terça tio Jobs anunciar a iTunes Store Brasil.

Escrito por Joel Cipriano em janeiro 4, 2007 12:43 PM

Ótima matéria. E você tocou exatamente no ponto, a questão não é o fato de se pagar pela música, e sim que eu paguei e quero ouvir essa música onde eu bem entender.

Escrito por Zé em janeiro 4, 2007 12:47 PM

Esse lance de comprar músicas online é ridiculo. Ainda é melhor você ir até a sua loja de CDs favorita e comprar o album. As gravadoras não tem consciencia de que o mundo digital é uma síntese do mundo real. Se eu compro um CD, o CD é meu, e o conteúdo dele também, e eu faço com ele o que quiser: Ouço, Ripo e coloco no meu Player ou no PC, empresto pra um amigo, faço doação, vendo, troco... Com livros é a mesma coisa... Os readers não vão pegar por cauda do DRM... As gravadoras insistem em tratar o conteúdo digital de forma diferente do conteúdo físico.

Mas na boa: Eu gosto de música, mas não compro... me recuso... só compro CDs para dar de presente. Já faz uns 6 anos que não compro um CD pra mim. Se eu gosto de uma banda, eu vou ao show, pago muito mais caro do que em um CD, e colaboro muito mais com a banda dessa forma. Me recuso a alimentar essa cadeia de gente com pensamento pequeno... vou direto ao que me interessa.

Escrito por Shadow Brujah em janeiro 4, 2007 12:54 PM

Dona Beatriz assim falou:
"Para minha surpresa, os créditos em reais que eu tinha... expiraram! Inacreditável... ele definiam até quando eu podia gastar meu próprio dinheiro!"

Ué. Por que só as operadoras de celular podem? Elas instituíram, o povo aceitou calmamente, só pode virar moda mesmo. Vai se preparando, porque logo muitas outras empresas vão querer fazer isso também.

Mas acho que você trapaceou um pouco. Achei que só valessem lojas brasileiras. Até à Rússia você foi! Se é assim, examine bem o MagnaTunes. Você não vai gostar do acervo, mas todo o resto é um paraíso.

http://magnatune.com/info/

É tudo artista obscuro, mas você pode sintonizar a rádio e ouvir discos inteiros. Inteiros. Quantas vezes quiser. Já achei uma banda que me agradou, comprei o disco todo por $7. Já escutei na rua, sem nenhum entrave. Eu paguei. É MEU.

As condições me parecem boas para os artistas também. Se muitos aderirem, acho que acabam enterrando de vez o esquema ultrapassado em vigor.

Já falei demais. Vou deixar para algum linuxista fanático o gostinho de falar do Amarok.

Escrito por luc-movel em janeiro 4, 2007 06:26 PM

É verdade, luc-movel, cometi um deslize e só agora percebi! A intenção não era falar de lojas brasileiras exatamente, mas de lojas em que *brasileiros* pudessem comprar. Essa era a idéia.

Na iTS em princípio não dá por causa do cartão de crédito, mas há a possibilidade de usar os cartões pré-pagos. O problema é que os cartões só são vendidos no exterior, mas nada impede que você aqui no Brasil use um cartão desses trazido de fora por um amigo.

O caso da Magnatune também passei batido, outra mancada minha. Mas é porque realmente não é o estilo que eu curto. De qualquer forma, não ter citado no post foi uma pisada na bola feia. Obrigada pela lembrança!

E aproveito para fazer uma terceira correção. Coloquei as gravadoras como entidades do mal, generalizando, mas não é bem assim. Seria injusto com pessoas como o João Marcelo Bôscoli, da Trama Virtual. A iniciativa do Bôscoli, em termos de divulgação e democratização da música digital - já assisti palestra dele - é louvável. Por muito tempo ele foi uma andorinha tentando fazer verão na marra, e parece que agora o sol está despontando. Sou fã do cara!

Quanto ao Amarok, foi o aplicativo que testei para fazer a ponte iPod-Ubuntu. Obviamente não é completo como o software original do iPod, para PC ou Mac, mas é a melhor opção que temos para Linux.

Para finalizar, o lance dos créditos "expiráveis" na loja foi meio sacana. Ora, com celular todo mundo sabe que crédito de pré-pago expira! Mas em lojas de música online, é algo que fica nas letras miúdas. Depois descobri que nas demais lojas existe isso também. O prazo para gastar os créditos adquiridos varia de 4 a 6 meses. Continuo achando sacanagem. Qual o problema em disponibilizar um comprou-pagou como segunda opção? Baixo R$ 20 em música, pago ali na hora, pronto, resolvido...

Christiano, eu também ainda compro CDs originais! Bem menos que antigamente, mas ainda compro. Os do Robbie Williams, Rammstein e U2, por exemplo, gosto dos encartes, das capas, dos extras... Meu irmão é fã do Iron Maiden e compra tudo original. Li hoje em algum site que há muita moçada aí da nova geração que nunca comprou um CD na vida. É uma nova tendência!

Ufa! Fui injusta com mais alguém? Se algum leitor quiser citar mais algum serviço, loja, empresa ou gravadora "do bem" que não tenha sido citado aqui, fique à vontade!

Escrito por Bia Kunze em janeiro 4, 2007 07:52 PM

Bem, já que você citou o Amarok e nenhum linuxista deu o ar da graça, esclareço eu mesmo que o Amarok tem uma integração muito bacana com o MagnaTunes. Dá pra ouvir e comprar tudo ali mesmo, é muito legal.

Mas parece que o mérito é muito mais do MagnaTunes que do Amarok. O MagnaTunes já oferece interfaces prontas para quem quiser criar conexões com o serviço deles. Em teoria, até a Microsoft ou a Apple poderiam fazer integração entre os seus programas e o MagnaTunes. É claro que não vão fazer, mas poderiam. Imagino que outros programas queiram fazer, se a moda pegar.

E mesmo sem isso, o Amarok é um show. Enquanto você foi buscar capinhas na Apple, o Amarok pega as capinhas na Amazon. Às vezes já faz automático mesmo, nem preciso pedir.

Achei estranho você dizer que "não curte o estilo do MagnaTunes". Veja bem, tem rock, techno, trance e até heavy metal, entre outros gêneros.

O lance do vencimento dos créditos de telefonia eu continuo achando uma das maiores sacanagens jamais perpetradas contra nós, consumidores. Não há justificativa para aquilo.

Escrito por luc-movel em janeiro 4, 2007 08:07 PM

Nossa, você consegui captar o meu sentimento em relação a toda essa questão que sobre "baixar ou não baixar minha música preferida em mp3?" de uma forma que eu não conseguiria expressar melhor. Procurar vilões é complicado, mas sinceramente, se as gravadoras e a própria RIAA ouvissem seus clientes muita coisa já estaria melhor. Mais um ponto para o Jobs e cia. Abraços.

Escrito por Moshe Dayan em janeiro 4, 2007 11:17 PM

Bia, assinei o Sonora logo que foi lançado.

A quantidade de músicas, inclusive brasileiras, vão aumentando pouco a pouco, mas realmente deixa a desejar. Para quem fizer o download, eles disponibilizam 3 licenças.

Lá, os usuários podem criar playlists e torná-las públicas. Encontrei uma banda bem legal chamada Café Tacuba e fiz uma playlist de PRESENTE de Ano Novo pra você:

http://sonora.terra.com.br/templates/userPlaylistDetails.aspx?idPlaylist=15894

Se não gostar, pode dizer que eu troco : )

Escrito por Enoch em janeiro 4, 2007 11:19 PM

Embora seja um pouco fora do tópico desta entrada...o trama virtual (http://tramavirtual.uol.com.br/) é um bom lugar para se descobrir músicas fora do mainstream e com um modelo e distribuição das músicas fora deste esquema de lojas virtuais com DRM!

O Lastfm não vende música também?

[]'s

Escrito por Sergio F. Lima em janeiro 5, 2007 09:49 AM

A única coisa que eu quero é a Itunes Store Brasil.
Quando será?...

Abs

Escrito por Neto em janeiro 5, 2007 11:14 AM

O problema da iTunes é que ela só contempla os usuários de ipod. Aliás taí uma coisa interessante. Tudo bem que usuários de ipod tem, provavelmente, uma renda acima da média, mas será que eles são uma boa base pra loja fazer negócios no Brasil? Afinal acho que não dá pra comparar mercado americano e europeu com o brazuca né?

Escrito por Zé em janeiro 5, 2007 12:25 PM

Show de bola esse artigo.

Ainda não temos muita opção de lojas aqui no Brasil, só fico esperando a Apple lançar a ITMS BraziL :D

Escrito por Tiago Celestino em janeiro 5, 2007 01:16 PM

Demais mesmo esse artigo moça. lol



Será que o ódio pelo DRM é tão grande que você se recusou a falar do MSN music Brasil?
alguém já teve coragem de gastar dinheiro naquilo?
O acervo é show pra quem curte música nacional.

Escrito por bruno em janeiro 5, 2007 03:12 PM

UAU, Sérgio, obrigada! Vou lá conferir sim, assim que estiver no PC! Um beijo!

Bruno, vou lá dar uma espiada no MSN Music Brasil!

Escrito por Bia Kunze em janeiro 5, 2007 03:18 PM

Feliz 2007, Bia! :)

Excelente artigo!! Saciou minha curiosidade sobre as lojas brasileiras virtuais de música. Essa semana mesmo, quase fiz cadastro no Terra para experimentar (ainda bem que não fiz, hehehe).

Eu pagaria por músicas se tivéssemos um site com bom acervo e se o preço do somatório das faixas do cd fosse 50%, 60% menor que o preço do cd físico. De outra forma, pra quê? Melhor seria comprar o cd mesmo, com encarte, letras etc. Afinal, o arquivo agrega bem menos valor que o cd físico.

De qualquer forma, enquanto existir DRM e limitação de transferências, não baixo músicas nem que o custo da faixa seja dez centavos. Quero ser dona do que comprar, ponto.

Bjo!

Escrito por Lu em janeiro 5, 2007 04:27 PM

Depois de ler alguns comentários celebrando a chegada da loja da Apple ao Brasil, como já tinha feito a Bia, percebi uma falha muito feia neste post.

Depois de achincalhar as outras lojas e achincalhar o DRM, a Bia abre um sorrisão e bate aquela palminha curtinha e entusiasmada pra loja da Apple. "Oba! Oba! A Apple vem aí! Vamos celebrar!" Admite que a Apple é fechada e usa DRM, mas parece ter um ataque bem repentino de amnésia e esquecer todos os impropérios que havia acabado de dizer contra o DRM.

Aaaah, é claro, a Bia *tem* iPod e *gosta* dele. O problema dela está resolvido. Tanto que ela já nem parece mais se importar com o DRM. Ela já levou uma lambada do DRM da Microsoft. Pagou por músicas, trocou de aparelhos e perdeu as músicas. Ela pode não querer mais o iPod daqui a um tempo e perder tudo de novo, mas e daí? A Apple é poderosa, vitaminada, super chique e estilosa. A Apple pode tudo.

Eu não tenho iPod e nem quero ter. Já vi e mexi naquele walkman metido a besta sim. Gostei, mas não achei essa coisa toda. Se custasse 100 reais, eu ainda não ia querer. Já tenho outros aparelhos que tocam arquivos MP3 não capados. E quando eu trocar estes aparelhos por modelos mais modernos (isto *vai* acontecer a menos que eu morra em breve), não terei que me preocupar com DRM da Apple, da Microsoft nem de ninguém. Com a vantagem extra de que estes aparelhos (Palm e celular) agregam muitas outras utilidades que o iPod não tem. Estranho logo a Bia "convergência é tudo" Kunze não ter pensado nisso e dado seu aval para o gadget super bonitinho, super limitado e super carésimo da Apple. Tanto aval que já nem liga mais para o DRM da Apple. Ficou tão encantada com o feitiço da Apple, como tanta gente fica, que esqueceu-se completamente do monte de gente que não dá a mínima para esse tal de iPod e deu uma guinada de 180 graus no discurso bacana que estava fazendo.

Este post, para mim, é como um daqueles filmes que começam bem, evoluem melhor ainda, a gente fica empolgado, mas têm um final decepcionante. Não gostei não, Dona Bia.

Francamente, às vezes eu acho que quem tem pacto com o demo é o Jobs, não o Gates.

Escrito por luc-movel em janeiro 5, 2007 07:12 PM

Ah... O AllOfMP3 não é ilegal, dentro do país deles eles estão dentro da lei, assim como nos Estados Unidos é legal a pena de morte e aqui não. Então poderíamos dizer que isso é uma coisa ilegal?
Cada país está sob uma lei e não cabe a outros dizer se é legal ou não, se a Rússia achar que isso é ilegal, ela pode tomar uma decisão e mandar fechar, mas duvido que o AllOfMP3 pagará algo.

Escrito por Mário Yanase em janeiro 5, 2007 07:38 PM

Luc-movel, leia o título do post. Análise das lojas de música online. São as lojas da atualidade.

Eu comemorei a chegada a iTS porque é a loja que melhor de adapta ao *meu* caso, no dia de *hoje*. Nunca falei que ela era perfeita.

Não tenho idolatria à Apple. Eu queria um MacBook para fazer pod e videocast, não por ser ícone de status. Mas nenhuma das máquinas atualmente me agradaram, então, não comprei. E por enquanto, mantenho o Windows, que é o SO mais adequado ao meu perfil de uso.

A iTS é a segunda loja que tem o acervo mais compatível com o meu gosto - a primeira é a mafiosa russa. E sim, eu uso um iPod. Não ouço mais música em outro dispositivo. E, caso saia um iPod mais adequado para a reprodução de vídeos, provavelmente comprarei um, pois assino cada vez mais videocasts só que é um saco ter que vê-los só no Quicktime do PC.

É claro que eu preferiria uma loja sem DRM e que tivesse o conteúdo que eu curto, luc-móvel!

No futuro não teremos DRM. Mas hoje, 5 de janeiro de 2007, se eu quiser comprar música online, a iTS é a que mais se encaixa no meu perfil. E não por coincidência, é o modelo mais bem-sucedido no mundo nesse tipo de comércio. É ou não é?

Escrito por Bia Kunze em janeiro 5, 2007 07:59 PM

Estamos em 2007 ;-)

Não faz sentido você se queixar do DRM da Microsoft, que fez você perder músicas só porque trocou de aparelho, e agora festejar a chegada da Apple, que vem com a *mesmíssima* armadilha.

E me pareceu meio egoísta você festejar a loja da Apple que resolve *o seu* problema mas não serve para um monte de gente. Você tem iPod, tudo jóia pra você, azar de quem não tem.

Você não disse que a Apple era perfeita, mas festejou. Não se festeja DRM. O DRM da Apple fede tanto quanto o da Microsoft. Se aparecer um negócio melhor que o iPod, você comprar e perder todas as músicas que comprou na festejada Apple Store, como é que fica? Vai comprar tudo de novo na loja da moda do momento? Você deve ter árvore de dinheiro crescendo no quintal.

E esse papo de ser modelo bem-sucedido é furado. Primeiro que muita gente compra por impulso e modismo, como acontece com o iPod. O sucesso não é da loja, muito menos do modelo. É do iPod. Sem ele, a loja da Apple estaria às moscas. Segundo que Big Brother, Britney Spears e Hello Kitty são sucessos estrondosos. Só porque milhões de moscas comem merda não quer dizer que seja bom.

Se você quiser medir sucesso com números, então a Apple Store não chega aos pés do Napster, do Kazaa e do e-Mule. Por quê? Porque não cobram nada ou porque o acervo deles não tem DRM? E que tal o acervo de raridades que as gravadoras se recusam até a vender e a gente encontra fácil no P2P? Eu acho que são as três coisas, mas qual seria o peso de cada uma? Por enquanto, só podemos especular.

Em todo caso, não se festeja chegada de colonizadores com DRM, jamais. Não importa se o DRM da Apple é simples, rápido, bonito, perfumado e vem nos sabores limão, framboesa e tutti-frutti. DRM é uma porcaria, seja ele de quem for. E com todas as suas ressalvas, e todas as suas desculpas de que "é a que mais se encaixa no seu perfil", se você puser seu dinheiro naquilo vai estar alimentando e incentivando aquela desgraça. Daí, que motivo a indústria vai ter para abandonar o DRM? Por que mexer em time que está ganhando (graças ao seu apoio)?

Só pra ser um pouco mais positivo, vou encerrar com uma sugestão. Quer ser honesto? Compre o CD. RESOLVIDO. Não é tão cômodo quanto comprar música digital, mas pelo menos você paga pelo conteúdo e pode ripar para ouvir onde quiser. Ripar não é legal, mas dane-se. Também não é desonesto. A gente pagou. É esse o recado que temos que dar: queremos pagar, mas uma vez só. Não está escrito "palhaço" nas nossas testas.

Ou será que está?

Escrito por luc-movel em janeiro 5, 2007 08:46 PM

Comprar o CD quando houver o CD aqui.
Quando não houver, baixar da web.
Vida longa ao E-Mule e ao P2P!!!

Escrito por Tacio em janeiro 6, 2007 08:20 AM

Bia, tenho uma ligeira impressão de que tu confundiu o comentário meu com o de Sérgio! ; )

Escrito por Enoch em janeiro 6, 2007 12:56 PM

As melhores lojas ainda são as P2P...

Escrito por Josue em janeiro 6, 2007 01:16 PM

Enoch, confundi mesmo, foi mal! Escreverei um email para você comentando o que achei.
Obrigada pelo presente!!!

Escrito por Bia Kunze em janeiro 6, 2007 03:19 PM

Bia, o conteúdo nacional das lojas de música é pouco não por culpa delas, mas das gravadoras nacionais que não passam de um escritório para enviar royalties para as matrizes.

Os escritórios brasileiros das big four (EMI, WMG, Sony e UMG) são uma piada, não tem qualquer estrutura para fornecer conteúdo digital, as lojas brasileiras precisam ralar muito para disponibilizar esse conteúdo.

Quanto a itms e suporte a ipod, bom, a Apple que deve ser criticada aqui, por negar o direito ao seus clientes de terem mais de um fornecedor de conteúdo com DRM. Ela que está por agir de forma monopolista e anti-competitiva. Lá fora a itms é a pior loja de música em termos de custo/benefício - é a mais cara.

Por fim, quanto ao problema de pedir a licensa no seu PDA, o melhor é você usar o suporte a sincronização do Windows Media Player, dessa forma você não vai precisar estar conectada do seu PDA para ouvir, e elas não expiram se você ficar trocando as que estão no player portátil.

Escrito por Rodrigo Kumpera em janeiro 8, 2007 11:06 PM

Bom.

1. Pra mim DRM é uma porcaria seja de quem for. Isso é fato.

2. Em que mundo estamos em que passar um mp3 para um amigo é crime. Eu tenho uma banda. o único meio de mostrar músicas e permitir que meus colegas treinem estas músicas é ripando meu CD e passando o mp3 pra ele. O que há de errado nisso????

É estranho entrar numa loja virtual e ver Bohemian Rhapsody do Queen sendo vendida por R$ 2,49. O sentimento é dúbio. Ao mesmo tempo que não consigo dar um preço para uma música tão fantástica, acho absurdo pagar mais caro por um mp3 que tem qualidade inferior ao CD, vem sem mídia, encarte, sem nada.

Como disse, música não tem preço. Música é cultura, é arte, não deveria ter preço. Deveria ser patrimônio da humanidade. Eu compro CD (e até Vinil!), mas ao fazê-lo não penso que estou comprando a música e sim a conveniência. E tem mais. Empresto e copio pra quem quiser. Estou divulgando. Por minha causa artistas contaram com muitas pessoas a mais em seus shows. É comum acontecer de eu mostrar uma banda pra alguém, copiar CDs e mais tarde estas pessoas me acompanharem no show. Emprestar/copiar CDs divulga o trabalho do artista.

Escrito por Leandro R. M. de Marco em janeiro 9, 2007 01:27 PM

Como eu faço pra baixar musicaaaaaaa???

Escrito por Ana Carla em fevereiro 13, 2007 08:43 AM


Eu acho que cd já está ultrapassado. Eu não vejo mais motivo para comprar. O rádio e o last.fm suprem minhas necessidades, junto com os cds (comprados) que ripei, da época que eu comprava cds. Alguém sabe se o last.fm respeita o direito autoral?

Escrito por Michel em fevereiro 16, 2007 02:03 AM

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Escrito por mp3 itunes mp3 em fevereiro 19, 2007 05:45 AM

Uso o allofmp3 há mais de um ano e nunca tuve o menor problema, isso inclui spams.
Além disso, eles tem um browser que vc instala e torna muuuuuito fácil procurar, selecionar e baixar músicas. Muito melhor que iTunes.

Escrito por Break em fevereiro 24, 2007 07:54 PM

Boa tarde, personalizamos balas com a logomarca da sua empresa, loja, escritório ou qualquer outro tipo de comércio que possua, ótimo item para brinde e propaganda em feiras, convenções ou qualquer tipo de evento que sua empresa participe, mas se você não possui nada disso, também personalizamos com fotos de pessoas, animais ou objetos, ótimo em aniversários, casamentos, formaturas ou qualquer outro tipo de festa, o melhor de tudo isso é que além do preço ser baixíssimo, quase de graça, você não paga nada na compra, nem um centavo, mandamos a mercadoria para você e emitimos um boleto bancário para 28 dd, entre em contato e faça um orçamento sem compromisso:

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Aguardo seu contato e obrigado pela atenção.


Escrito por joao evangelista em maio 30, 2007 02:52 PM

TU KERES É PISSA MINHA PUTA!!!!!!!!!

Escrito por kast_PT em junho 14, 2007 10:11 AM

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Escrito por jfjhvhfh em outubro 9, 2007 06:26 PM

hehehehe-enfim sou um hacker,snifer,progammer,cracker,computer_manufacture,comparei sua logica em fializar o sem fio por progamaçoes media-codec mas ainda acho que voce tem de aprender muito ainda para nao se pacar,ficar preza informaticamente por alucinaçoes,parabens aprenda mais...

Escrito por edinei em maio 12, 2008 10:37 AM

sou cantor e tenho varios cds gravados com producao independente gastaria de poder hospedar minhas obras gratis para divulgacao e vendas por favor me deem uma forca m obrigado

Escrito por mateusdoforroshow em agosto 14, 2008 08:56 PM