novembro 25, 2008

Fone bluetooth baratinho para 2 dispositivos simultaneamente

Eu tenho 2 dispositivos móveis que uso no meu dia-a-dia, o iPhone e o HTC Touch, e em ambos faço e recebo chamadas diariamente. Mas, para meu desgosto, meu fone bluetooth só funciona com um de cada vez, sempre tendo que refazer o repareamento ao se alternar os dispositivos. Nada prático.

Já imaginou poder deixar 2 smartphones pareados simultaneamente com um fone só, e nele atender as chamadas que cheguem em qualquer um dos celulares? Eis a dica: fone Motorola H710.

Não gosto dos celulares da Motorola, mas AMO seus fones bluetooth. Só tive um Jabra, que usei até a bateria viciar... mas depois dele, só Motorolas! Tive um H700 (que perdi numa viagem de ônibus) e agora tenho um H500 (que funciona com o iPhone!) e um HT820, estéreo. São confortáveis, compatíveis com praticamente qualquer aparelho (Nokia, HTCs, SonyEricssons e até notebooks, no caso do HT820) e suas baterias duram infinitamente. Além disso, carregam por mini-USB, assim como meu HTC Touch - o que me impede de ter que botar na mochila um carregador a mais quando viajo.

Pois agora deixo uma dica para quem passa pelo mesmo problema: o Motorola H710. É o sucessor do ótimo H700, com design parecido, mas uma vantagem extra: ele fica conectado ao mesmo tempo com 2 celulares. Não importa qual toque, você atende a chamada com apenas um toque do headset.

Fones assim não são novidade, e há até modelos mais sofisticados de outras marcas. Mas nenhum deles você encontrará por MENOS de U$50 por aí, caso do H710.

Só tem um porém: o pessoal trocou o conector mini-USB por um MICRO-USB! Droga, lá vamos nós botar *mais um* carregador na mala... mas acho que o ganho em praticidade supera isso, não?

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 04:42 PM | Comentários (23) | Citações

agosto 21, 2008

Com que conexão eu vou?


Teste de velocidade em conexão móvel no iMac. Clique para ampliar.

Muitas perguntas para um só post. Qual empresa de banda larga contratar em SP? A quantas anda o 3G da Claro e da TIM em SP? Como usar 3G no meu iPod touch novinho em folha? Responderei uma a uma.

Banda larga x 3G

Com a mudança de apartamento em São Caetano do Sul (SP), fiquei sem banda larga. Como a linha de telefone pertencia ao proprietário do apartamento antigo, agora no novo imóvel eu e meu noivo vivemos um dilema: qual empresa de banda larga contratar? Decidido a dar um pé no Speedy, meu noivo consultou alguns amigos nossos que usam o Virtua e não ficou muito animado. Os problemas que afetam uma também afetam outra: má qualidade no serviço, traffic shaping, péssimo atendimento e por aí vai.

Curiosamente meu modemzinho 3G da TIM bateu tranqüilamente os 700 kbps durante todo o final de semana. Alguns downloads tinham taxa de 70 kbps!

Achando que durante a semana a coisa mudava, fiquei muito surpresa com os resultados obtidos na 2a e na 3a. Em nenhum momento navegamos a menos de 500 kbps. Instalar o modemzinho no iMac foi moleza, já que o fabricante disponibiliza os driver em seu site. Presto muita atenção nisso: acho importante que modems externos funcionem em qualquer OS. Ainda não vi solução Linux, mas com certeza já deve existir. Darei uma procurada.

Meu noivo ficou incrédulo com os resultados porque ele vinha usando o 3G da Claro, em seu TyTN II, inclusive como modem. Mas jamais conseguiu navegar a mais de 200 kbps. Eu eu ele fizemos muitos testes por nossas andanças em SP e no ABC - ele com o chip da Claro no TyTN II e eu com o chip da TIM no N95-3 - e constatamos aquilo que eu já tinha percebido: o 3G da Claro tem bem mais áreas de cobertura, mas o desempenho geral é pífio. Mesmo nas regiões nobres, como Paulista e Berrini, o máximo que conseguíamos era 350 kbps. Pela TIM, infelizmente há menos cobertura. Mas onde o sinal aparecia, os resultados eram muito animadores. Banda larga móvel de verdade.

Mas tendo um sinal estável e eficiente em São Caetano, foi o que nos bastou. Já estamos planejando um 2º modem 3G da TIM, para usar tanto em casa como fora. Temos que ter 2 linhas, pois viajo muito e mesmo meu trabalho como dentista homecare é itinerante. Meu plano é de 1 MB, ilimitado, a R$ 99/mês. Contudo, confesso que sinto uma coceira para experimentar o de 7 MB, que custa R$ 149/mês. Conversarei com o pessoal da TIM em SP, para ver se posso pelo menos testar o serviço.


Router 3G

Outro item que está na nossa listinha de compras é um roteador 3G para usar em casa. Afinal, tudo lá é wifi: nossos notebooks, nossos smartphones, nosso iMac e agora o iPod touch. Dei uma olhada num modelo que o pessoal da Qualcomm me mostrou, e que está sendo homologado pela Anatel:

Há outros vendidos por aí que também parecem interessantes. Mas antes de comprar, é importante assegurar que seja um modelo quadriband, para funcionar com 3G de qualquer operadora, em qualquer lugar do país. Esse lance das frequências é bastante confuso: por exemplo, se você usa um smartphone (dual ou tri band) da TIM em SP, tem altas chances dele não funcionar aqui no PR, onde a frequência é 850 MHz. O inverso acontece com a Claro: em SP, a frequência de 850 MHz é deles. Ufa!


iPod touch 3G

Meu noivo ficava admirado com minha resistência em ter um iPhone. Nada contra o smart da Apple, muito pelo contrário. A questão é que, para trabalhar, o smart da Apple ainda nem chega aos pés do Windows Mobile. Pelo menos por enquanto. Como tenho 2 linhas, poderia ter um aparelho mais para diversão, que, obviamente seria usado para testar aplicativos para os leitores do blog e na prestação de consultoria em empresas. Eu não gostaria de fazer isso com um aparelho "jailbreakado". Mesmo assim, comentei com ele que gostaria de ter um dispositvo da Apple pois é o único que falta na "família", junto com o Blackberry que não tarda. Como consultora em mobile, acho fundamental conhecer todos os sistemas e ser íntima deles. Um iPod touch já estaria de bom tamanho.

E não é que ele me surpreendeu? Antecipou meu aniversário (que é semana que vem) e me deu um de presente, de surpresa. Com garantia estendida de 2 anos! Para isso, ele me enganou direitinho: fomos na Fnac e ele comprou um livro. Cheguei a ver o livro e tudo. Mas não sei como, ao chegar em casa, abri o pacote e tinha um iPod lá dentro. Foi divertido...

Imediatamente comprei o firmware novo na App Store e saí instalando um monte de coisas. Mas o tempo estava curto, tive que retornar para Curitiba e até agora não consegui brincar direito com nada.

Sem banda larga por aqui, a coisa complicou. Para driblar a dependência dos hotspots, estou usando uma solução sob medida: instalei no N95 um aplicativo gratuito chamado JoikuSpot, que transforma o aparelho num hotspot móvel. Ele cria conexões ponto-a-ponto com qualquer outro gadget que tenha interface wifi, compartilhando o 3G. Foi assim que consegui dar meus primeiros passos no iTouch ontem, em casa e na rua.

Em breve, novos reviews de aplicativos para a plataforma móvel da Apple e soluções de produtividade para os fãs do JesusPhone!

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escrito por Bia Kunze em Telecom às 10:25 AM | Comentários (45) | Citações

maio 02, 2008

TV digital móvel: receptor USB da Leadership

Os receptores e conversores do sinal da TV digital no Brasil ainda estão longe de ser uma opção econômica para assistir a TV em qualquer lugar. O ministro Hélio Costa disse que em abril de 2008 os conversores estariam custando em torno de R$ 180. Não foi o que aconteceu, já que os modelos mais baratos custam R$ 500.

Para piorar a situação, os atuais conversores ainda são nulos em interativdade, já que o Ginga, o software responsável por isso, ainda não está pronto.

Por enquanto, o sinal da TV digital abrange a cidade de São Paulo, ou pelo menos, uma parte dela. Recentemente tivemos a estréia da Rede TV! em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Bandeirantes, SBT e Globo devem fazer o mesmo nos próximos meses.

Já que a implementação da TV digital segue a passo de tartaruga e os consumidores não estão a fim de investir em equipamento por enquanto, fabricantes apostam em soluções móveis. Os primeiros celulares convergentes, aptos a receber o sinal digital da TV aberta, estão chegando no mercado esse ano. Mesmo assim, graças ao formato "japonês tropicalizado", fabricantes estão receosos por disponibilizar esse tipo de celular aqui com medo de "encalhe" e rápida obsolência, já que eles não podem ser vendidos em outros países. O jeito é mesmo esperar primeiro a TV digital cair no gosto do público.

Receptor USB da Leadership

Uma opção mais simples, e que traz mobilidade ao usuário, são os sintonizadores USB. Um dos primeiros a surgir no mercado, o receptor da Leadership, que nada mais é do que um pendrive USB que capta o sinal da TV digital através de uma antena retrátil. A portabilidade é total e a facilidade de uso também. Não é necessário alimentador externo, pois a energia vem da própria porta USB. Pesa em torno de 600 gramas.

O dispositivo foi testado em um notebook com Windows Vista na região do ABC paulista. Sabe-se que em muitas regiões da capital o sinal ainda é inexistente, e esse dispositivo é perfeito para fazer testes em todos os pontos da cidade. Infelizmente não há suporte para plataformas Mac, embora a caixa dissesse o contrário. Não houve como fazê-lo funcionar num iMac. Mais tarde, em contato com o fabricante, confirmou-se a falta de suporte para OS X e a Leadership pretende fazer uma errata.

O receptor de TV digital USB da Leadership é compatível com o padrão de TV digital brasileiro e permite assistir aos canais abertos da TV brasileira no PC e em notebooks apenas com a plataforma Windows. Vale ressaltar que o receptor não sintoniza canais analógicos, portanto, para ter acesso ao serviço, deve se garantir que o sinal da TV digital esteja disponível na região.

O software que acompanha o produto é o Presto! PVR Monitor, de fácil instalação e uso. Ao plugar o receptor USB no notebook, o programa é aberto e começa a buscar canais disponíveis. Durante a busca, vários canais abertos foram sintonizados facilmente. À medida que se afastava da janela do apartamento, o sinal de alguns canais ficavam mais fracos. Para esse problema, acompanha o produto uma outra antena retrátil, de maior sensibilidade e pode melhorar a captura dos canais abertos disponíveis.

A tecnologia utilizada é a 1seg, que é a transmissão de TV para aparelhos portáteis com áudio e vídeo. A taxa de transmissão é de 15 a 30 frames por segundo, dependendo do sinal da emissora. As resoluções de transmissão são 320x240 (4:3) ou 320x180 (16:9), dependendo da emissora. Em tela cheia, a qualidade da imagem deixa muito a desejar. Na prática, dá para assistir TV com uma janela congelada no canto superior direito da área de trabalho, enquanto outros programas são usados.

Resoluções disponíveis:
- Original: (320 x 180) 80% da resolução padrão
- Padrão: (400 x 225) 100% da resolução padrão
- Escala larga 1: (640 x 360) 160% da resolução padrão
- Escala larga 2: (720 x 360) 180% da resolução padrão
- Tela cheia (depende da resolução do monitor)

A sintonia dos canais é automática. Pode se fazer a varredura várias vezes para certificar-se que mais canais se juntem à lista.

Outra característica interessante foi gravar a programação da TV diretamente no HD do notebook. O programa também permite agendamento das gravações. Dá para fazer pausas em programas de TV, uma função bem interessante. Desse modo, pode assistir uma partida de futebol e, quando o telefone tocar, aperta-se “pause” e o programa é gravado no HD. Depois, assiste-se o jogo de onde parou, podendo também retornar ao tempo real.

Com a função EPG, é exibida a programação dos canais e sua descrição. Essa característica não está disponível em todas as emissoras. Também existem as funções “close caption” e “hyper teltext”, onde as páginas de informação de texto são transmitidas junto com o canal, recurso que depende também da disponibilidade da emissora.

O controle de vídeo é feito através das configurações de brilho, contraste, cor e saturação.

O Receptor de TV Digital USB Leadership é uma opção interessante para acompanhar a programação de TV em qualquer lugar, mesmo não apresentando uma resolução comparável com a dos receptores de TV full HD compatíveis com o padrão brasileiro de TV digital. No caso desse dispositivo, as palavras de ordem são apenas mobilidade e praticidade.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 05:35 PM | Comentários (38) | Citações

janeiro 25, 2008

6 GB


6 GB

Agora sim, posso encher meu cartão com músicas e podcasts!


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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 11:05 AM | Comentários (8) | Citações

janeiro 21, 2008

Teclado iGo bluetooth é descontinuado

Uma má notícia para quem tem teclado bluetooth iGo (ou Think Outside ou Stowaway, nomes das empresas que detinham as gerações mais antigas do produto): o produto foi descontinuado.

Ainda não há uma confirmação oficial da iGo. Obtive essa informação do blog de Tim Hillebrand, da Pocket PC Magazine. Ele afirma que a empresa desistiu do produto devido aos altos custos do desenvolvimento de drivers.

Uma pena, de verdade. Já experimentei vários teclados bluetooth, mas de todos o iGo é, disparado, o melhor. Ainda tenho na minha gaveta um Think Outside que se acidentou e quebrou, e hoje estou com um Dell, também já descontinuado, mas que é o mesmo teclado, só que com outra cor. Foi produzido pela própria Think Outside para a Dell.

Quem tem esse teclado, como eu, agora se vê com um produto "micado" em mãos, pois não haverá drivers para futuros upgrades. Para usar meu teclado com o HTC Touch foi uma ginástica, já que não são lançados drivers desde o advento do Windows Mobile 6. Meu driver veio a partir de um abençoado cidadão do fórum XDA-developers, que teve a pachorra de criar uma solução para o Touch. Detalhes aqui.

Quem não tem mas estava pensando em comprar esse produto, é bom ficar de olho se há driver para seu PDA ou smartphone. E, mesmo que houver, o comprador deve estar ciente que não terá como usá-lo caso faça trocas por aparelhos mais novos no futuro.

Quem usa Nokia Symbian pode ficar mais descansado. A própria Nokia tem um teclado bluetooth bem popular para seus smartphones, o SU-8W - esse da foto acima - que é vendido no Brasil, inclusive. Se o seu Symbian for um desses modelos mais novos, o suporte para teclado até já vem nativo no sistema. Podem comprar sem medo, esse teclado é muito bom e delicioso de usar. Mais detalhes sobre o produto, aqui.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 09:56 AM | Comentários (10) | Citações

janeiro 09, 2008

Os pequeninos da CES

No meio da opulência das TVs de telas gigantes e dos notebooks com capacidade medida em teras, quem chamou minha atenção de verdade na feira foram alguns pequeninos!

A Polaroid apresentou uma minúscula impressora portátil que pode ser conectar a celulares e câmeras digitais por bluetooth e USB. Ela imprime fotos em um tamanho de 5 centímetros por 7,6 centímetros, que também podem ser usadas como adesivos, sem usar tinta. A impressão é termal: usa calor para ativar minúsculos cristais de cor no papel.

Todos podem estar se perguntando que diabos vão fazer com uma impressora dessas. Eu não vejo potencial no usuário final, mas imaginem em empresas como companhias aéreas, aeroportos, rodoviárias, agências de turismo e emissores de documentos em geral. A emissão de qualquer documento, inclusive com foto, poderá ser rápida, sem filas e os profissionais que os emitirão serão itinerantes, atuando bem longe de balcões. Fantástico! O preço estipulado para essa impressorinha nos EUA é de US$ 150.

O que é aquela coisica na segunda foto acima? Acreditem, um projetor! Pena que ainda é só um protótipo da 3M. Já pensou qualquer um poder dar aulas e palestras sem disputar projetores na faculdade ou na empresa, e sem arrancar os cabelos ligando cabos complicados ou enfrentando incompatibilidade de sistemas? Melhor ainda, dá para assistir DVDs ou filminhos online do YouTube simplesmente projetando o celular na parede...

E nossa fome por memória, que parece não ter fim? Nós nem bem nos recuperamos dos microSD de 8 GB, que, assim que baixaram de preço, viraram objeto de desejo, e agora temos que encarar esses de 12 GB da SanDisk. E que tal o SDHC de 32 GB da Panasonic na sua câmera digital ou filmadora?

Eu mesma já encomendei um microSD de 8 GB ao meu amigo Erick, que está viajando pelos EUA e Europa, mas quem disse que ele está encontrando? Os estoques acabam rapidinho, acho que terei que me contentar com um de 4 ou 6 GB mesmo. Só sei que não posso mais continuar com o de 2 GB, principalmente agora que meu noivo se apossou do meu pobre iPod nano que estava esquecido na gaveta.

A SanDisk está aproveitando e fazendo uma campanha a fim de estimular os usuários de celular a comprar cartões de memória. Hoje todo mundo quer levar uma discoteca e uma videoteca no bolso, mas analisando por esse lado, 32 GB até que são pouco, não? Não paro de ver gente reclamando do "pequeno" armazenamento do iPhone e do iPod Touch...

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 02:09 PM | Comentários (7) | Citações

novembro 21, 2007

Testes de velocidade e modem 3G da Claro

Você pode ainda não estar a fim de trocar de celular ou smartphone por um 3G. Mas a idéia de se ter um modemzinho 3G para usar no seu notebook em qualquer lugar pode ser bem tentador, não? A Claro está vendendo duas opções: uma plaquinha PCMCIA (modelo Huawei E660A, à esquerda na foto acima) e um modem USB (modelo USB Giant D301, à direita).

É importante lembrar que as entradas PCMCIA estão entrando em extinção. Os modelos mais novos de notebooks não a trazem mais, sendo substituída por outros padrões em prol da leveza dos computadores portáteis. Nesse caso, modems USB parecem bem mais interessantes, graças à universalização desse tipo de conector.

O leitor Fábio Andrade diz ter sido o primeiríssimo de Brasília a ter o mini-modem USB. E mandou para nós algumas fotos e capturas de tela com medidores de velocidade, além de sua avaliação pessoal dessas primeiras semanas de 3G:

"A Claro queria mais de R$ 300 no modem. Levei minha conta da Brasil Telecom e da Net e eles acabaram me dando, com fidelidade por 15 meses. Ninguém da loja sabia configurar o modem, aguardei mais de uma hora até aparecer um santo do suporte que soubesse. Três pessoas tentaram antes dele, sem sucesso."

Fábio diz que a rede ainda é instável demais, pois a cada 2 vezes que tenta usar, uma não está no ar. Mesmo assim, ele se mostra satisfeito e aguarda a estabilidade da rede: "Optei pelo plano de 1 MB, mas o máximo que consegui, como vocês pode ver nos dois screenshots a seguir, foi 616 kbps. A média tem sido uns 300 kbps, não é o que prometem, mas já é um adianto de vida para usuários móveis. Já usei 2 vezes o Skype na rua com meu notebook (um Vaio UX) e funcionou muito bem! O mini-modem vem com um cabinho e um adaptador USB, que achei muito curto e troquei por um maior."

Não é só em Brasilia, Fabio. Outro leitor do blog, o Rodrigo Bertoli, fez a medição em Recife e mandou o o seguinte screenshot com o resultado, bastante semelhante com o que você tem obtido:

Se você depende de conexões móveis para trabalhar, Fábio recomenda ter mais uma operadora , já que a rede sai do ar direto. "É aquele mistério sempre na hora de ligar" diz ele. "Será que funciona?"

Faço coro com o Fábio nesse sentido, como vocês, leitores do blog, sabem muito bem. O EDGE da Claro não dá conta das atividades mais robustas. Então, infelizmente ainda mantenho minha assinatura da Vex, mas se ela estará no ar no hotspot que escolhi, é sempre um mistério.

Para quem deseja usar o serviço, a Claro oferece a placa ou o modem em duas opções de planos: R$ 69,90 por mês para velocidade de 500 Kbps ou R$ 99,90 para velocidade 1 Mbps, ambos com tráfego ilimitado. O serviço estará disponível desde o dia 14 nas regiões metropolitanas de Brasília, Recife e Fortaleza. Ontem, começaram as atividades em Porto Alegre. Mês que vem, em São Paulo e no Rio.

Além do Fábio e do Rodrigo, agradeço também ao José Frederico Viana, que mandou mais informações e links com as imagens do modem e da placa da loja da Claro, além das fotos dos aparelhos vendidos, que estão lá no meu Flickr.

Vou repetir algo que já falei aqui antes: quem já tem celular 3G não deve se apressar. No futuro a Claro deve oferecer seus serviços, também na freqüência de 2100 MHz, bem como TIM, Vivo, Oi... é questão de esperar os leilões que se iniciam mês que vem. Postarei tudo a respeito aqui no blog.

E, para encerrar: quem experimentar o serviço pode mandar suas impressões e screenshots para bia arroba garotasemfio.com.br. Recomendo que usem o site http://www.dslreports/mspeed para fazer seus testes de velocidade. O site é compatível com celulares e smartphones, e fornece comparativos com a média de vários provedores mundo afora.

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escrito por Bia Kunze em Telecom às 12:35 PM | Comentários (152) | Citações

outubro 26, 2007

HTC Touch + teclado bluetooth

Donos de PDAs e smartphones que estão sempre na correria e não estão a fim de carregar notebook para todo o canto, quem de vocês não adoraria um teclado dobrável, que cabe em qualquer bolsa ou pastinha? Eu adoro. Não há nada melhor que aproveitar os momentos de espera no consultório e na rua, ou os intervalos de aula, para escrever meus textos, posts e responder emails. E há várias opções de teclados no mercado.

Proprietários dos teclados bluetooth da iGo (ex-Think Outide, ou Stowaway) ou da Dell têm problemas sérios quando migram para Windows Mobile 6 Professional. Mas agora tenho a solução para o problema, funcionou divinamente com meu HTC Touch, e quero compartilhá-la com vocês, além de falar um pouco dos outros teclados que já tive.


Teclados bluetooth ultra-slim da ex-Think Outside, hoje iGo, à esquerda, e da Dell, à direita.

Depois do teclado da Brando, que resenhei aqui, vi-me com problemas sérios sem um teclado decente para trabalhar. Não me adaptei com ele e acabei vendendo. A acentuação era um sofrimento e a velocidade de digitação péssima para quem tem dedinhos ágeis. Meu antigo Think Outside continuava comigo, mas enguiçado. Eu o adorava, era perfeito! Estava decidida a comprar um novo, já que nenhum outro oferece tanto conforto e agilidade para escrever.

Mas e a questão dos drivers? O site da iGo não disponibiliza drivers para WM6. O WM5 não só não funciona direito, como, em alguns aparelhos, ainda detona todo o sistema obrigando a dar hard-reset. Quanto ao teclado da Dell... bem, ele já foi descontinuado faz tempo e tem o mesmo problema caso se use o driver para WM5 da Think Outside. O teclado é o mesmo em termos de hardware, só muda o selo do fabricante.

É importante lembrar que Windows Mobile 6 Professional são os PDAs e smartphones com tela sensível ao toque, e é para esses aparelhos que passo a dica a seguir. Vamos então à receitinha de bolo:

1. Baixe o driver deste link. É o driver para WM5 da Think Outside, com algumas modificações feitas por um desenvolvedor independente (adoraria saber quem foi, para poder dar os créditos e agradecer, mas infelizmente não encontrei o nome dele). Essas pequenas modificações o tornam aceitável em qualquer ROM de WM6.

2. Instale o driver normalmente em seu dispositivo.

3. Na hora de configurá-lo, mande desabilitar o driver HID interno do seu aparelho (HID é o controlador nativo de mouse e teclado bluetooth externos).

4. Coloque o teclado em modo "discoverable", pressionando Ctrl + Fn azul + Fn verde, e faça o pareamento, digitando uma senha qualquer no PDA e a mesma senha no teclado bluetooth.

Pronto, agora teclado e PDA funcionarão direitinho, inclusive com acentuação!

Sem o driver, era até possível parear os dois dispositivos, simplesmente. Mas é preciso fazer o pareamento toda vez que se vai usá-los, inclusive quando a tela do PDA apaga. Além disso, acentos não funcionam e a pilha do teclado se esgota em poucas horas. Eu vinha tentando usar assim, mas me estressei demais. Não é nada prático e, sem acentuação nativa, tinha que fazer tudo na mão depois... Ou seja, para brasileiros e portugueses, estava inviável de se usar.

Hoje estou feliz de novo, posso escrever meus textos, trabalhos, posts e e-mails de novo no HTC Touch. Não estava mais agüentando ter que apelar para o notebook o tempo todo. Agora ele e minha mochila passarão mais tempo descansando em casa. Viva a bolsinha-tiracolo! Obrigada ao Gustavo por ter me emprestado seu teclado da Dell, agora posso comprar um novo da iGo sem medo.


Na foto acima, os outros teclados que já tive: o da Brando (à esquerda), que não gostei, e o Palm Wireless Keyboard.

O infravermelho da Palm (Palm Wireless Keyboard) também é ótimo e é vendido hoje em promoções junto com os Palms TX, E2 e LifeDrive. Ele usa os mesmos drivers que o da iGo, portanto, basta que seja compatível, não importa se o seu dispositivo roda Palm OS, Symbian ou WM. Recentemente a Palm lançou a versão bluetooth desse mesmo teclado.

A Nokia também tem seu próprio teclado, especial para seus smartphones Symbian, e está disponível nas lojas brasileiras. É esse da foto acima, o SU-8W. Vou pedir um para testes.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 04:30 PM | Comentários (30) | Citações

outubro 16, 2007

Duelo entre fones bluetooth estéreo

Nesse post falo dos dois fones bluetooth estéreo mais populares no mercado brasileiro hoje: o Nokia BH-501 e o Motorola HT820. Estou com ambos há cerca de 3 meses e agora me senti apta a fazer um review comparando os dois. Qual o melhor?

Até algum tempo atrás, fone bluetooth estéreo era sinônimo de trambolho e ineficiência: pouca praticidade para transporte, qualidade de som duvidosa e autonomia de bateria péssima. Os atuais fones, em especial os avaliados nesse post, podem ainda não ser o padrão ideal de portabilidade e discrição comparando-se aos foninhos intra-auriculares. Mas a qualidade de som é a mesma dos bons fones com fio e a duração da bateria progrediu bastante.

Qual a vantagem de se substituir um bom fone com fio, que custe entre R$ 50 e R$ 100, por um sem fio, que custa três vezes mais? A resposta: liberdade e compatibilidade. Para quem pratica esportes ou tem mais de um celular e não quer carregar vários fones, fones bluetooth estéreo são uma excelente pedida.

Ouvindo cerca de 2h de música e podcasts por dia, eu só precisei carregar a bateria dos fones a cada 3 dias, aproximadamente.

Os dois fones avaliados não só funcionam para ouvir música, como também atender chamadas, pois apresentam também microfone. Assim, servem muito bem para qualquer smartphone: ouve-se música com qualidade, e, ao receber uma chamada, o player interrompe-se sozinho até você atender ou cancelar a chamada. Depois, o player é retomado automaticamente.

Nos meus testes malhando na academia, ambos os fones se saíram bem. Coloquei uma playlist de 1h30, o tempo da minha sessão, e esqueci da vida. O smartphone ficou guardado na mochila, do outro lado do salão, e o bluetooth não sofreu interrupções. Depois de 10m ou uma parede de concerto, a coisa complica, mas não foi o caso. Como a academia é um lugar barulhento, o Motorola ganhou vantagem em termos de qualidade de som, graças às "almofadinhas" que fazem o vedamento externo. Além disso, fones que vedam ruído externo poupam nossa audição, pois podemos ouvir música naturalmente em volume mais baixo:


À esquerda: os fones lado a lado. O Nokia, dobrável, mais portátil. À direita, os auriculares, sendo que o Motorola tem um acolchoado para isolar ruídos de fora.

Já para andar em lugares públicos, o Nokia ganha em termos de discrição. Se bem que para quem tem cabelo curto, isso não faz lá muita diferença. Porém, mesmo para mim, de cabelão preto e comprido, foi bem mais difícil esconder o fone da Motorola. Na verdade, o Motorola deixa a gente com uma vaga semelhança com a princesa Leia... sem contar os enromes leds azuis piscantes, mania crônica da Motorola. Para quem se desloca muito e carrega muita tralha todo dia, o da Nokia também ganha em portabilidade. Suas hastes são dobráveis, ele cabe facilmente em qualquer cantinho da bolsa ou mochila. O da Motorola não dobra e é mais volumoso, portanto ocupa bem mais espaço e é desajeitado de se carregar.

O pareamento de ambos é simples, mas vale lembrar que, para ouvir música, o smartphone precisa ter perfil bluetooth estéreo, tecnicamente chamado de AD2P. Quando fiz o pareamento de ambos com o HTC Touch, notei que quando o bluetooth do smartphone estava ligado e eu ligava o fone da Motorola, eles já se conectavam sozinhos. Bastava mesmo ligar o fone. Isso acontece também com o fone H700, e, pelo visto, é uma caracteristica inerente aos modelos da Motorola. Já o fone Nokia sempre exigiu que eu fizesse a conexão manualmente, ligando o fone e mandando o HTC Touch (e o Nokia N76) se conectarem à ele.

O Nokia tem os comandos mais simples: no auricular direito, o botão de liga/desliga (que também é uma tecla multifunção, para atender chamadas) e dois controladores de volume. Já o Motorola tem, do lado esquerdo, o botão de liga/desliga e mais dois para volume. E, do lado direito, um botão para atender chamadas e mais dois para avançar e retroceder faixas. Ufa! O Motorola também tem uma recurso a mais: um conectorzinho para um cabo que acompanha o produto e permite que se ligue ao celular caso a bateria do fone se esgote. Ótima sacada para viagens mais longas!

Mais algumas fotos do Nokia BH-501:

Motorola HT820 e adaptador USB bluetooth Motorola (vendido à parte):

Um adendo: experimentei ainda o adaptador bluetooth USB da Motorola no meu notebook. Assim, o fone HT820 também pôde ser usado para ouvir música e fazer chamadas VoIP no laptop. Ambos trabalham em ótima sintonia.

Quem vence o duelo? Eu concederia empate técnico à questão. Ambos se saem muito bem em termos de qualidade de som e autonomia de bateria. Mas o Nokia ganha vantagem na portabilidade, enquanto o Motorola apresenta melhor vedamento de ruídos externos. Recomendo o Nokia para quem já tem aparelhos dessa marca, pois utiliza-se o mesmo carregador para os dispositivos. Mas não há problemas de compatibilidade com celulares não-Nokia. Se você tem aparelhos que carregam pela porta mini-USB e quer evitar mais um carregador no seu arsenal, o Motorola é a escolha. Seja qual for a escolha, fones bluetooth estéreo são tudo de bom. Não consigo mais viver sem, ainda mais tendo dois celulares. Convergência é tudo de bom! Meu iPod nano, coitado, está esquecido na gaveta.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 01:54 PM | Comentários (53) | Citações

outubro 09, 2007

Presente de dia das crianças?

Foi o que disse o Adriano Celino ao me mandar um email contando que despachou um pacotinho pelo correio... morrendo de medo que fosse alguma coisa ligado à Maligna, fui checar e... ufa! Na verdade, são dois presentinhos para o meu HTC Touch!

Eu estava em Sampa quando ele me escreveu, mas como retornei a Curitiba ontem, só na volta pude abrir os presentes.

Lembram quando comentei aqui no blog da base para o HTC Touch, da Brando? Pois é! Esse foi o presentinho nº1. Vocês não imaginam como é bom voltar a usar uma base! Ainda mais quando eu estou trabalhando no meu escritório, em casa, ou no consultório - o HTC Touch funciona como modem, conectado ao meu notebook. Faz uma grande diferença! Recomendo!

A base vem com um conector para a fonte, para recarga, e um conector mini-USB, para sincronismo. Mas dá para usar só a mini-USB, tanto para sincronismo como para recarga, com o auxílio de um adaptador USB para tomada. Assim, não preciso carregar um monte de cabos na mochila! A base tem um espaço na parte de trás para carregar uma bateria extra.

O presente nº2 é uma case rígida, de acrílico transparente. A vantagem desse tipo de case é que protege o PDAphone sem descaracterizá-lo, já que ele é muito bonitinho. A maioria das capas e cases acaba "escondendo".

A desvantagem fica no tamanho: esse tipo de case protege bem, mas deixa o conjunto mais pesado e trambolhudo. Se bem que o Touch é tão pequenininho... Ainda no caso do HTC Touch, há uma desvantagem a mais: não dá para deslizar o dedo pela tela acessando a interface TouchFLO, já que passa a existir um "degrau" entre case e tela.

Mas uma case rígida dessas é a melhor opção para quem usa bolsa ou mochila e as coisas ficam "jogadas" dentro. Não é o meu caso, uso compartimentos específicos onde o aparelho fica guardado. Até hoje continuo usando a capinha nativa que acompanhou o aparelho. Mesmo assim achei a utilidade perfeita para a case: no carro, pendurada no suporte, quando estou usando o GPS. Meu suporte, da PDAir, se encaixava especificamente na case do meu antigo Qtek 9090.

Obrigada, Celino!

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:36 PM | Comentários (5) | Citações

agosto 24, 2007

Mais uma leva de super cartões vem aí...

Bem, eu nem bem falei dos planos de incrementar o acervo multimídia do meu Touch, e me deparo com essa notícia... Uma nova linha de cartões SDHC (Segure Digital, High Capacity) da Toshiba vem aí no início do ano que vem.

O modelo com capacidade de 16 GB custará US$ 350 e o 32 GB, US$ 700. Além disso, sairá também um microSD (ou seria microSDHC?) com capacidade de 8 GB.

Nossa, um cartãozinho de 8 GB já seria um espetáculo! Quanto será que vai custar? Eu estou tão empolgada em colocar músicas e baixar podcasts no meu PDAphone que os atuais 2 GB estão quase lotados. Também estou reativando o software Pocket DVD Studio, que usava há muito tempo nos meus antigo Dell X50v e Qtek 9090 para ripar vídeos, seriados e DVDs. Não estou lá muito otimista, pois o Touch tem processador de 200 MHz, mas vamos ver como ele se sai com algumas amostrinhas.

O Pocket DVD Studio também é maravilhoso para quem tem os Palms TX ou LifeDrive, os dois Palms que tem as maiores e melhores telas atualmente.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 03:11 PM | Comentários (15) | Citações

agosto 03, 2007

A salvação dos viajantes

Se você acha que hoje em dia nada pode ser mais difícil do que viajar de avião, experimente procurar uma TOMADA nos aeroportos!

Na minha última viagem a Sampa, levei na minha bagagem um refil do T-LOG. Já ouviram falar? É uma espécie de carga portátil para seu celular. Energia-on-the-go sempre à mão, como se fossem pilhas alcalinas.

Imagine a situação: você está preso no trânsito, precisa ligar para seu chefe avisando que vai atrasar e a bateria está baixa. Ou então, está preso num aeroporto qualquer. Você pensa que é fácil achar uma tomada num aeroporto? Façam o teste. Se vôo não tem previsão de sair e você precisa avisar meio mundo que vai demorar. Claro, a bateria sempre está baixa nessas situações, afinal, Murphy é o cara.

O T-LOG tem um cabinho com formato compatível com diversas marcas de celulares, afinal, cada fabricante tem seu tipo de conector. A Nokia, por exemplo, tem dois: o mais antigo que é mais grossinho e o mais novo, menor e mais fino. Fiz um teste num Nokia: assim que ele apitou o sinal de bateria baixa, espetei o T-LOG e esperei. Os tracinhos indicaram carga cheia e tive mais de 24 h de energia em modo stand-by, com uma ou outra chamadinha rápida. A embalagem do produto diz que uma carga garante 2 h de conversação ou 48 h em stand-by. É mais que suficiente para uma viagem ou situações urgenciais. Depois é só descartar o refil em lixo comum.

Se você viaja muito, sugiro que você deixe num cantinho da sua mala um (ou mais) refis do T-LOG. Ele tem validade de 8 anos e nunca se sabe quando ele poderá salvar seu dia. As únicas ressalvas que tenho a fazer no produto é que infelizmente não há uma versão mini-USB para os Motorolas e HTCs. E também achei difícil de encontrar. Talvez seja uma boa estender os pontos de distribuição, principalmente em rodoviárias, aeroportos e lojas de conveniência.

Mais detalhes: www.tlog.com.br

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:52 PM | Comentários (26) | Citações

julho 16, 2007

Viajando com GPS Holux GPSlim 236 + Google Maps

No último fim-de-semana andei bastante por Campinas e adjacências, e pude usar ostensivamente meu GPS, a ponto de (finalmente!) fazer um mini-review.

Além do conhecido Destinator, experimentei o Google Maps móvel, que agora suporta mapas brasileiros, inclusive traçando rotas!

Além de ser gratuito, o Google Maps não precisa de GPS, mas exige uma generosa conexão de dados no dispositivo móvel, a exemplo do também ótimo Map24. Todos os mapas são online, portanto, carregados e visualizados através da rede de dados da operadora ou wi-fi. O problema do wi-fi é que não há a mobilidade desejada, mas já quebra um galhão na hora de traçar rotas a serem seguidas posteriormente.

Mas o aplicativo funciona direitinho com GPS também. Além de carregar os mapas online, é preciso estabelecer uma conexão por bluetooth com o aparelho de GPS, caso o recurso não exista nativamente no PDA / smartphone. O Google Maps não "fala" como o Destinator, dizendo quais direções tomar. Isso é ruim para quem dirige sozinho, já que obrigatoriamente terá que manter um olho na tela do PDA, que cita as direções usando um balãozinho:

Mas a vantagem óbvia, além da gratuidade, é que os mapas estão sempre atualizados. No Destinator, estou usando uma versão de 2006 que às vezes erra bastante. Em São Paulo e Campinas não tive problemas, mas em Americana eu praticamente fiquei na mão. Tudo desatualizado: mãos erradas e dezenas de ruas e acessos novos ausentes no mapa!

Outra questão importante, caso se vá dirigir em estradas, é contar com o sinal ativo da operadora em todo o percurso. Caso contrário, não tem como acessar os mapas.

O GPS que estou usando, o Holux GPSslim 236, é excelente! Pequenininho, usa porta mini-USB, acompanha um cabo e um adaptador 9V com porta USB para deixá-lo sempre carregando em cima do console do carro. E configurá-lo é moleza: basta fazer o pareamento bluetooth com o PDA, escolher uma porta serial virtual para a conexão (em geral é a COM6) e configurar o software para usar essa porta. Prontinho!

Usuários de Windows Mobile, baixem o Google Maps aqui. Usuários de Palm OS, aqui.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:10 PM | Comentários (32) | Citações

O modem xingling da TIM

Recebi nos últimos dias uma enxurrada de comentários e emails falando de um outro modem USB que a TIM está oferecendo, um chinês chamado Huawei E220.

A maioria dos e-mails queixa da qualidade duvidosa e da fragilidade do produto chinês. Bem, em contrapartida eu só tenho elogios para o modem da Telsec / Siemens que estou resenhando aqui no blog, inclusive nos cuidados com o usuário final e a preocupação com os drivers corretos. O Huawei E220 só vem com drivers para Windows.

Talvez eu arrume um desses para teste também, mas, para não ficar só nas questões técnicas, vale lembrar que a TIM comprou um baita lote desses modems chineses por um preço baixíssimo. Sabem como são as coisas made in China, né? O oposto do modem da Telsec, uma empresa nacional, que o desenvolveu pensando nos usuários brasileiros, usando a tecnologia parceira da Siemens.

Outra coisa: para quem faz o plano de dados com a TIM, a escolha do modem é indiferente - você pagará a mesma coisa (ou não, pois alguns pacotes dão o modem de graça) independente do modelo. Assim, por enquanto sugiro que vocês escolham o "ovinho cozido" da Telsec, que tem qualidade bem superior e é muito mais amigável para leigos.

O meu modemzinho está com o Gui Leite, que fará testes na plataforma Mac, e posteriormente, avaliaremos o desempenho dele no último sistema que falta, o Linux.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 10:08 AM | Comentários (91) | Citações

julho 09, 2007

Review: TIM Web Móvel (parte II)

Na segunda parte do review, mostro os testes do serviço TIM Web Móvel no Mac OS X.

Antes de prosseguir, saiba o que é o TIM Web Móvel lendo esse post. A primeira parte do review, analisando o produto no ambiente Windows, está aqui. Vale lembrar que no CD que acompanha o produto, vêm os drivers para Windows 2000, XP e Vista.

O segundo teste foi feito no MacBook do leitor Raphael Riedtmann, a quem agradeço pela gentileza. O aplicativo WellPhone e o driver para Mac, que vêm no CD, utilizam-se de um instalador. Mesmo assim, não houve nenhum problema em instalá-lo, o manual que vem no CD é bem explicativo:

O ícone do WellPhone é adicionado às barras de programas e do sistema:

A janelinha de conexão, a exemplo do aplicativo para Windows, monitora o tráfego de dados recebidos e enviados, mas senti falta de informações mais completas, como o total trafegado. Não encontrei também um gerenciador de SMS, agenda de contatos e outras coisinhas que vi na versão Windows.


Janela de conexão

Vou emprestar esse mini-modem para o Gui Leite, assim ele poderá fazer testes mais completos para os usuários de Mac, inclusive com relação à velocidade e latência do serviço da TIM no interior de São Paulo, algo que os leitores estão me pedindo bastante. Farei testes comparativos com outras operadoras GSM aqui no PR e SP também.

Agora só falta testar em Linux. Aguardem a última parte desse review...

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 06:18 PM | Comentários (128) | Citações

julho 04, 2007

Review: TIM Web Móvel (parte I)

Na primeira parte do review, mostro os testes do serviço TIM Web Móvel em ambiente Windows.

Antes de prosseguir, saiba o que é o TIM Web Móvel lendo esse post. Vale lembrar que no CD que acompanha o produto, vêm os drivers para Windows 2000, XP e Vista. Na constinuação dessa análise, farei testes em ambientes Mac e Linux.

Instalar e configurar o modem USB TS-9989 é moleza. Basta seguir as instruções do fabricante, inserindo o CD no driver, procedendo à instalação e, em seguida, plugando o modem USB (já com o TIM Chip dentro) no notebook. Uso Windows XP SP2 e não houve contratempos.

Você não tem como usar seu chip para ligações, mas dá para usar perfeitamente para enviar e receber SMS para os contatos armazenados em seu Outlook, Thunderbird ou outro cliente de agenda / e-mails.

O painel principal tem ícones para conexão, browser e cliente de e-mail, mas é possível personalizar sua área de trabalho adicionando outros atalhos. Tudo é bem simples e intuitivo, em poucos minutos o usuários está familiarizado ao ambiente. O painel mostra também o sinal da rede celular e se a rede EDGE está disponível.

Para você não estourar os gastos do seu plano de dados, uma janelinha contabiliza a quantidade de dados recebidos, enviados, taxa de tranferência e total.

Adorei o produto, em especial, no cuidado que o fabricante dispensou em torná-lo o mais amigável possível com usuários leigos. Só achei o modem um pouco grande: equivale à um daqueles mouses pequenos. As portas USB adjacentes a ele ficaram inutilizadas. Também acho que o slot onde vai o TIM Chip poderia ter uma proteção, pois mesmo encaixado ele fica com uma pontinha de fora.

Na continuação dos testes, veremos se a instalação e uso da TIM Web Móvel também é igualmente fácil e intuitiva em Macs e Linux.

Importante: O modem da TIM, bem como os novos planos de dados, NÃO estão disponíveis nas lojas TIM ainda. Recebi o produto, para testes, diretamente do fabricante. O modem e os novos planos chegarão às lojas ao longo do mês de julho. Tenham um pouquinho de paciência. Quando isso acontecer, avisarei aqui no blog!

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 03:38 PM | Comentários (242) | Citações

junho 25, 2007

TIM Web Móvel: primeiras impressões

Chegou o Modem USB da TIM que recebi dos desenvolvedores do produto, a Telsec, para testes.

A caixinha parece uma daquelas de VHS, e dentro vem o modem, uma extensão USB e o CD com drives e manuais. Nota 10 para o pessoal que desenvolveu o produto. Apesar de eu ter achado o modem um pouquinho grande (em breve subo mais fotos), dá para notar que há um cuidado especial com o usuário final. No CD vem os drivers para Windows (2000, XP e Vista), Mac e Linux e, dentro, uma etiqueta com a licença para PCs e Macs. Nada como um produto democrático. Isso é algo raríssimo.

Depois testarei o modem. Mas a primeira impressão, já vou avisando, foi a melhor possível!


UPDATE:
Pessoal, sugiro que vocês leiam os posts mais recentes com os testes, aqui. E sobre o modem Chinês, o Huawei E220, aqui.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:54 PM | Comentários (147) | Citações

junho 19, 2007

O modem USB da TIM, com novos planos de dados

Já falei aqui no blog sobre o modem Yiso USB da Vivo. Enquanto aguardo um exemplar do mesmo para testes, a fim de sanar dúvidas dos usuários leitores do GSF (em especial, Mac e Linux users), eis que surge o modem USB da TIM!

O mini-modem USB TS-9989, desenvolvido pela Telsec em parceria com a Siemens e comercializado aqui no país pela TIM, funciona de uma maneira bastante parecida com o da Vivo, mas obviamente, por ser GSM (850/900/1800/1900 MHz, com suporte a EDGE) a sistemática de uso é bem mais simples: você insere o chip no dito cujo, espeta-o na USB.

Existe uma placa PCMCIA da Sony Ericsson, compatível com chips GSM, que a Claro comercializa, e que funciona da mesma maneira. Porém, a nova geração de notebooks que chega por aí está cada vez menor, e para isso, é necessário abolir a tal porta PCMCIA.

Com a absolência do PCMCIA, as soluções USB devem se tornar padrão daqui algum tempo. Em breve a empresa oferecerá outros modelos, todos usando USB 2.0 ou PC Express.

Características do TS-9989 (foto acima):
- Peso: 43 gramas incluindo tampa, excluindo TIMChip
- Dimensões: 6,4 x 4,7 x 2,2 cm
- Porta padrão USB 2.0
- Acompanha CD com drivers e cabo extensor
- Suporta GPRS e EDGE classe 12
- Sistemas Operacionais compatíveis: Windows 2000, XP, Vista, Mac OS X e Linux - essa eu quero ver!
- Serviços compatíveis: TIM Connect Fast e TIM Torpedo

Estou solicitando um modem desses junto à Telsec Telecom para um test-drive aqui no blog.


TIM revê seus planos e tarifas

Enquanto a Claro e a Vivo (em especial esta) vinham oferecendo planos e tarifas cada vez mais atraentes, a fim de abocanhar o mercado de dados em expansão, a TIM amargava planos caros e pouco versáteis. Falei isso aqui no blog, dei várias brocas públicas e avisei na lista de discussão o que a assessoria da TIM vinha me dizendo desde o começo do ano: que isso estava sendo revisto. Parece que a TIM resolveu se mexer mesmo e lançou novas modalidades na área de dados. Ainda não há um plano ilimitado, mas já é um começo... os preços caíram bastante! Junto com o lançamento do mini-modem, foram feitos planos promocionais para quem adquiri-lo junto com o pacote de dados:

- Plano de 1 GB: R$ 69,90 / mês. Promoção: R$ 49 nos 6 primeiros meses e modem grátis.
- Plano de 250 MB: R$ 29 / mês. Promoção: R$ 19 nos 6 primeiros meses e modem por R$ 199.
- Plano de 40 MB: R$ 19 / mês. Promoção: R$ 9,90 nos 6 primeiros meses e modem por R$ 389.

E se você já é cliente da TIM e está a fim de um bom celular, PDAphone ou smartphone, fique de olho nas revendas, as novas tabelas com os novos planos de dados estão chegando. Junto vem também o HTC S621, vulgo "Dash", que já falei aqui no blog e é o primeiro "smartphone brasileiro", montado na outsourcing da HTC no interior de SP. Logo mais falarei dele aqui também.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:09 AM | Comentários (101) | Citações

junho 10, 2007

Review: Solio, carregador universal híbrido

Carregador universal de verdade, só se for à base de energia solar. E, a não ser que você more numa cidade que quase nunca vê sol (como Curitiba, hehehe) o Solio pode ser uma ótima e prática solução para quem transporta muitos gadgets todo dia.

O leitor Igor Luiz testou um e nos dá o seu parecer aqui no blog.

* * *

"Esses dias me deparei com o que muitos podem considerar o carregador dos sonhos: o Solio! O equipamento é de um cliente que ganhou de presente e me pediu que avaliasse. O Solio é um carregador “universal” que tem como fonte primária a energia solar (mas que também pode ser carregado via elétrica -da tomada mesmo).

Ele funciona como uma espécie de fonte genérica. Exposto ao sol ou plugado em uma tomada ele pode carregar os mais diversos dispositivos: celular, ipod, gps, pda, câmera digital, dispositivos carregados através de USB, etc... A conexão com os dispositivos é feita através de uma gama de conectores que acompanham o equipamento.

O Solio possui ainda uma bateria interna, servindo como reserva para casos na falta do sol ou de uma tomada por perto. É uma mão na roda para acampamento, viagens longas, ou até mesmo alpinistas, como se pode ver sugerido no site do fabricante, www.solio.com

Mas um grande grupo que tem ele como sonho de consumo somos nós: fanáticos por gadgets! Quem não sofre com o monte de carregadores que precisa levar em uma viagem, ou até mesmo no dia? Em um exemplo genérico: celular, pda, câmera digital e ipod. Só ai são quatro! Agora imagina poder ter um tudo em 1, e ainda mais sendo carregador solar, e pra completar tendo uma bateria interna com reserva de carga. Fabuloso!

Algo que achei extremamente simples, mas bem eficiente, foi a forma de leitura do status do equipamento. Tudo é feito através de um led / botão. Para verificar o status da carga da bateria interna, basta pressionar o botão e ele vai piscar verde:

1x = 25% de carga
2x = 50% de carga
3x = 75% de carga
4x = 100% de carga

Para iniciar a carga de um dispositivo, basta plugar o dispositivo e pressionar o botão uma vez, ele vai responder com status da carga, e depois de alguns segundos(após – não sei como – negociar qual a saída de energia a ser fornecida ao dipositivo) começar a piscar em verde, bem leve, indicando o carregamento. Quando está captando energia, tanto pelas células solares ou pela tomada, o led fica aceso em vermelho.

Para carregar a bateria interna do Solio através de energia solar leva-se de 8 a 10 horas aproximadamente. Na tomada leva-se aproximadamente 6 horas.Carregando através da energia solar, um celular ligado ao Solio por 60 minutos, vai dar uma carga no dispositivo referente a 10 minutos de conversação ou 4 horas de standby. Como o próprio manual assume, esses valores são altamente variáveis de aparelho para aparelho.

Carregar um aparelho a partir do Solio com sua bateria interna cheia, leva o mesmo tempo que levaria para carregar normalmente esse dispositivo usando sua fonte original na tomada elétrica.

É claro que ao ver aquele monte de conectores e cabos saindo da caixa, a primeira impressão que se tem é que é melhor levar cada um dos meus carregadores mesmo, mas devemos lembrar que o conteúdo da caixa é para cobrir uma vasta gama de dispositivos. E a combinação que você carrega esses dispositivos na sua rotina pode variar. Veja o exemplo ao lado: um kit básico sugerido com: um conector para um celular nokia, um para celular motorola, e um adaptador mini-usb, para carregar o pda por exemplo. Agora além do detalhe de ser mais prático e reduzido do que levar cada um dos carregadores, lembre-se também que você não precisa de tomada! Fantástico, não?

Quanto ao preço, no site do fabricante ele está sendo vendido por U$ 99. Para quem tem a necessidade, que vê a aplicação válida no seu dia-a-dia, eu diria que o valor está justo.

Bem, é isso. Pra finalizar seguem especificações técnicas e algumas fotos pra degustar."

Especificações técnicas:
Saída: 4 - 12 volts, 0 - 1 Amp
Saída do painel solar: 165 mA @ 6 volts
Bateria interna: Recarregável 3.6 volt, 1600 mAh Lithium Íon
Dimensões: 120 mm x 65 mm x 33 mm (quando fechado)
Peso: 165 g

Fotos - clique para ampliá-las:

Para quem quiser em contato com o leitor Igor Luiz, o e-mail dele é igorluiz arroba magiclink.com.br

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 06:42 PM | Comentários (8) | Citações

maio 20, 2007

Review: Bluetooth Smart Keyboard, da Brando

Depois de 15 dias de uso, essa é a conclusão que cheguei: ainda estou em dúvidas se o Bluetooth Smart Keyboard da Brando foi ou não uma boa compra. Leia a primeira parte desse texto aqui, antes de ler o review.

Bem, primeiro vamos aos pontos fortes: o Smart Keyboard (abreviarei com SK) é robusto e bonito. Na caixa, acompanha o produto uma capinha de proteção, pilhas AAA, um folheto de instruções e o CD com os drivers e o manual completo. A lista de aparelhos compatíveis é enorme e abrange Palms, Windows Mobile e Symbians.

O SK é bem mais robusto, em especial fechado, coisa que o teclado da Think Outside (TO) sempre deixou a desejar. Algumas partes dobráveis do TO podem se quebrar mesmo não-acidentalmente, com o uso constante. Isso aconteceu com o teclado do Gustavo e o meu: quebraram no mesmo lugar. O tecladinho da TO é bem frágil e tem partes móveis em excesso, na minha opinião.

Fechados, ambos os teclados têm praticamente o mesmo tamanho e peso, sendo o SK pouca coisa mais espesso. Aberto, vem a primeira grata constatação: uma fileira exclusiva para numerais, algo ausente no TO. Eu uso teclados mais para digitar textos, quase não uso planilhas. A única planilha que manipulo diariamente é o caixa da minha clínica e o das minhas despesas pessoais. Nessa hora eu acabava apelando para a canetinha, pois segurar teclas para digitar números no TO era meio enjoativo. Para numerais eventuais, tudo bem, mas na hora de mexer em planilhas, a porca torce o rabo...

Aí começam os problemas. Para o ganho dessa fileira extra de números, foi necessário sacrificar o tamanho das teclas. Elas são alguma coisa menores que as teclas do TO, que seguem o tamanho padrão dos teclados convencionais de PCs e notebooks. Parece pouca coisa, mas estranha-se um pouco ao digitar. Quem tem dedos largos ou digita rápido vai penar um pouco até se adaptar ao SK.

Aliás, para quem quer digitar rápido, o SK definitivamente não é o teclado de escolha. A resposta não é tão rápida e o tamanho das teclas é ruim para quem se acostumou a escrever sem olhar para o teclado. Os erros são constantes. Você é forçado a escrever mais devagar. Meu desempenho caiu drasticamente com o SK - com o TO, eu praticamente não via diferença entre digitar nele ou no notebook.

Uma pena que o tecladinho da Brando seja menos prático na digitação que o TO. Porque na estética e robustez ele é excelente. As terminações internas não ficam visíveis ao se fazer as dobras, coisa que acontece no TO. O SK tem uma chavinha para ativar o bluetooth que o TO não tem. O TO se liga sozinho ao abrir o teclado.

O pareamento bluetooth no SK é fácil e rápido, o software / driver é simples e eficiente o suporte físico para apoio do PDA é bom. Tanto no SK como no TO há dezenas de teclas de atalhos personalizáveis para as mais funções.Mas aí surge outro problema: a acentuação. Detesto ter que decorar combinações de teclas para acentuar, um mal de todos os teclados portáteis em geral, que não são fabricados pensando em quem não usa a lingua inglesa no dia-a-dia. Mas no SK, o problema é mais sério. A "decoreba" das combinações não é nada intuitiva. O TO exigia um número maior de teclas combinadas, mas era algo fácil de decorar. Por exemplo, para escrever "é", digitava-se [Ctrl] + [Fn] + [´] + [e]. O SK exige [Ctrl] + [Fn] + [A]. Para o cedilha, [Ctrl] + [Fn] + [I]. Terrível!

Tive que digitar com um gabarito ao lado e isso torrou minha paciência. Resolvi, então, usar pequenos adesivos com os caracteres colados nas respectivas teclas. Coisa que já deveria ter vindo nativamente. Mas também, refletindo aqui comigo, faz sentido: fabricante algum está muito preocupado com gente que não usa o inglês como rotina...

Eu gostei muito do SK, mas ainda estou em dúvida se ele é a melhor opção para mim. A questão da agilidade incomodou um pouco, mas a acentuação me irritou profundamente. Se os adesivos com as "colinhas" funcionarem, perfeito. Até agora, têm dado para o gasto.

Analisando todos os prós e contras, creio o que o teclado da Think Outside vença o Smart Keyboard num duelo comparativo. Ainda vou pensar se continuarei com o Smart Keyboard. Acho que seria hora de criar um driver "português brasileiro" para ele... vou invocar os superpoderes do meu amigo Marcelo, que, há alguns anos, fez um driver desses para os tecladinhos da Palm e a comunidade amou.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:05 PM | Comentários (21) | Citações

maio 15, 2007

Eu vou de USB

Quando o Palm m505 foi lançado, há alguns anos, me encantei com a possibilidade de se padronizar todos os meus acessórios em Secure Digital (SD), hoje amplamente difundido, mas na época uma novidade. Agora é a vez de padronizar tudo mais uma vez, com o intuito de transportar o mínimo de cabos e carregadores no dia-a-dia. Eu vou de USB!

Com o m505 em mãos, decidi trocar minha câmera digital que usava SmartMedia por uma que usasse SD. Depois, comprei um MP3 player que usava MMC. E depois vieram o Presenter-To-Go e alguns cartões de memória extra. Na época, o maior que havia era 128 MB, que mantenho até hoje. Cabia muita coisa em 128 MB, acreditem...

Agora a onda é padronizar tudo para USB e mini-USB. Comecei com o Qtek S200, que usa o padrão. Depois veio o fone bluetooth H700, o GPS Holux e agora, o mais novo membro da família, o Motorola L6 - que dará um merecido descanso ao Sony Ericsson Z600. Conforme falei no review do Motorola L6, aproveitei uma promoção da Claro Clube, baseada em pontuação, e o aparelho saiu bem em conta. O Qtek continua sendo meu PDAphone principal, com dados e meu número pessoal, e o L6 carregará meu número profissional, aquele que ligo às 9 e desligo às 19h. É fininho, super leve, tem bluetooth para eu usar com meu fone, permite configurar perfis e, lógico, carrega pela mini-USB. É o que me basta.


Clique para ampliar.

E vejam que fotos lindas, essas acima. Família reunida: Qtek, fone bluetooth, GPS, L6... e apenas um cabo para carga e sincronismo, além de um adaptadorzinho para tomada, para todos eles! Tenho mais um adaptador USB, de 9V, que fica no carro. Não tenho mais desculpa para ficar sem bateria, e o que é melhor, tudo cabe na minha bolsinha. Mas como toda família que se preze, sempre há uma ovelha negra: o iPod nano. Mas esse é hors concours. Ele merece.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 11:00 PM | Comentários (10) | Citações

maio 05, 2007

Teclado bluetooth novo


Clique para ampliar.

Enfim, chegou meu teclado bluetooth novo. Os últimos meses foram um sufoco sem esse acessório, que se provou indispensável em minha rotina de trabalho e estudos. Copiar aulas, escrever meus textos, responder e-mails... tudo que exigia uma digitação mais longa eu deixava para fazer quando estivesse no notebook. O que, na minha vida corrida, significava no máximo meia hora por dia. Lógico que eu não estava mais dando conta do recado. Estou com um monte de trabalhos, textos e reviews atrasados.

Eu tinha um ótimo teclado bluetooth, da Think Outside (atual iGo), mas durante minha mudança de residência ano passado ele sofreu uma avaria e algumas teclas não funcionavam sempre. Com o tempo, mais e mais teclas deixaram de funcionar, mesmo mexendo internamente no dispositivo para ver se havia problema nos contatos. Até que me resignei constatando que ele estava inutilizável. Recentemente experimentei uns teclados infravermelhos à venda por aí, como o Palm Wireless Keyboard. Apesar do nome "Palm" ele também funciona com alguns Windows Mobile, como os Dell. Mas com meu Qtek S200, infelizmente não rolou.

Comprei esse teclado novo na loja da Brando há cerca de 15 dias. Junto com a PDAir e a Styluscentral, são as duas lojas internacionais que recomendo para quem precisa de acessórios para dispositivos móveis e não os encontra por aqui. A loja da Brando tem tanta coisa que é impossível não achar lá o que se deseja, inclusive para acessórios para PDAs há muito descontinuados, como os Cliés da Sony. O modelo que escolhi foi o Bluetooth Smart Keyboard.

Enquanto o dólar estiver na casa dos R$ 2, tem valido a pena comprar acessórios fora. Aliás, boa parte deles saem mais baratos que as lojas tradicionais daqui e até mais em conta que o Mercado Livre. Foi assim com o GPS e agora, com o teclado. O preço total do meu tecladinho wireless novo, com o frete, foi U$ 73. Mais a tributação da Receita, R$ 48,77, o teclado teve preço final de R$ 196,23. Daqui alguns dias conto o que estou achando dele. Primeiro preciso colocar meus textos em dia. :)

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 02:16 PM | Comentários (27) | Citações

abril 27, 2007

Carregador P970 mini-USB

A Motorola está lançando no mercado nacional um acessório que vai fazer a maior diferença na vida de quem tem gadgets mini-USB: um recarregador portátil, o P970.

O P970 acumula energia e recarrega dispositivos móveis em qualquer lugar. O único requisito é uma porta mini-USB. Para celulares, ele permite fazer 2 recargas. Para fones bluetooth, até 4 recargas. É pequenino, redondo, cabe na palma da mão e pode perfeitamente 'morar' num cantinho da bolsa, sem incomodar ninguém. Está chegando nas principais lojas de varejo ainda este mês.

É bem por isso que estou padronizando todos os meus gadgets para o padrão mini-USB. Já tenho o Qtek S200, o fone bluetooth e o GPS, tudo usando o mesmo cabinho. Tenho um cabinho mini-USB na bolsa, outro no carro, outro no consultório, outro em casa... Uma maravilha. Tenho um celular "número 2" que só uso para receber chamadas, o Sony Ericsson Z600, que, quando for substituído, será por um com mini-USB. Talvez o V3, que não pesa na bolsa e está com preços decentes atualmente...

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 11:21 AM | Comentários (4) | Citações

março 28, 2007

Aproveitando ao máximo o pendrive

Pendrives são aqueles dispositivos no formato de chaveiro que você pode levar a tiracolo, transportando seus arquivos e acessando-os a partir de qualquer USB. A evolução dos famigerados disquetes.

Mas você sabia que eles podem ser muito mais que uma simples memória de armazenamento? É possível carregar programas completos e personalizá-los, transformando-o em um mini-desktop.

O responsável por esse milagre é o excelente PortableApps.

Funciona assim: você baixa o executável (na versão full ou lite, de acordo com a capacidade do pendrive) e manda instalar na unidade onde seu dispositivo está 'espetado'. A instalação é meio demoradinha, mas depois de pronta, toda vez que você conectar seu pendrive numa USB, ele automaticamente abrirá um menu para fácil acesso a seus programas e pastas.

Você pode instalar e executar suítes de escritório, navegadores, clientes de agenda e e-mail, comunicadores instantâneos e até editores de imagem e de áudio! Tudo rodando direto do pendrive!

Instalando a versão full do PortableApps, têm-se as versões portáteis do Firefox, do OpenOffice, do Gaim, do Thunderbird, do Sunbird e do game Sudoku. Mas você pode remover os aplicativos que não usa e adicionar muitos outros, disponíveis no site do desenvolvedor.

Recomendo que se use um pendrive de pelo menos 1 GB. Hoje se encontra facilmente por aí modelos de 2 e 4 GB, a preços amigáveis. Prefira modelos com USB 2.0, para agilizar a transferência de arquivos. Há ainda pendrives U3, que pedem senha ao serem espetados no computador. Uma boa se você não quer que bisbilhoteiros acessem suas informações. Testei os Kingston e creio serem os melhores, os mais velozes.

Pendrive + SD

Se você tem um PDA, um pendrive é dispensável, correto? Errado! Contarei aqui minha experiência.

Saí em busca de um pendrive que tivesse uma memória interna e também fosse um leitor de cartões SD. A idéia seria instalar o PortableApps nessa memória interna, para usá-lo em meu notebook ou nos PCs da faculdade, mas salvar os documentos no cartão SD. Assim, poderia acessá-los também no PDA, em trânsito. A solução perfeita!

Quase comprei um pendrive Extralife, que lê SD, MMC, mini e micro-SD, e tem 512 MB internos. Contudo, como tive que devolver o teclado infravermelho (que não funcionou no Qtek) acabei comprando um micro-SD de 2 GB, para usar no leitorzinho USB que tenho há anos. Para minhas necessidades, com 2 GB dá para instalar o PortableApps e ainda salvar meus documentos, apresentações e trabalhos, com sobra.

Tendo um notebook e um PDA, qual foi a vantagem dessa solução? Não preciso mais necessariamente levar o notebook para a faculdade. Uso meus aplicativos favoritos, carrego meus milhares de bookmarks e ainda uso programas que as máquinas da faculdade não têm.

Meus aplicativos de escolha foram:

- PortableFirefox, podendo usar os mesmos plug-ins e extensões da versão desktop. Viram só? No fundo não abandonei a raposinha ;)
- PortableGaim: todos os protocolos de instant-messengers num só programa, muito bom por sinal.
- OpenOffice: já uso há anos esse pacote de escritório em minhas máquinas, sou fã confessa.
- PortableAudacity: já gravo meus podcasts em qualquer lugar. Quero editá-los em qualquer lugar também, sem depender do notebook.
- PortableGimp: nunca encontro máquinas com editores de imagem instalados. Meus problemas acabaram!
- FileZilla: um bom programinha de ftp sempre vem à calhar...

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 11:16 AM | Comentários (47) | Citações

março 26, 2007

Troquei o SD por micro-SD

Saí em busca de um teclado bluetooth em Sampa e só encontrei aquele original da Palm infravermelho, o Palm Wireless Keyboard. Me dei mal, ele é compatível com vários dispositivos WM5, como o Dell x51 e x51v, mas não com meu S200 e mais alguns PDAphones recentes, como o TyTN.

Foi teimosia minha, no site da ex-Think Outside, agora iGo, dizia isso. Mas como o driver que eu já tinha no S200 tinha a opção de uso com infravermelho, arrisquei. Não funcionou. Depois instalei o driver para WM5 do CD do teclado da Palm. Não deu certo. E na hora de desinstalar ambos os drivers, o Qtek teve o sistema corrompido, travando o tempo todo. Não deu outra, hard reset nele.

É como eu digo, Murphy é o Senhor do Universo. Essas coisas só acontecem quando estamos viajando. Que bom que uma oração para São Backup resolveu o imbróglio.

Troquei o Palm Wireless Keyboard por um cartão Sandisk de 2 GB. Pensando num futuro upgrade de PDAphone (i-Mate Ultimate?), preferi um micro-SD ao invés de SD normal. Com o adaptadorzinho que o acompanha, funcionou no S200. O micro-SD é um pouco mais caro, mas terá maior longevidade. E apesar do dobro da capacidade, ele é mais veloz que o PQI de 1 GB que usava até então. Nessa, pelo menos, Murphy se deu mal...

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 10:55 PM | Comentários (11) | Citações

março 12, 2007

Review: fone bluetooth Motorola H700


Mini-USB é tudo de bom!

Gosto muito dos fones bluetooth Jabra, que uso desde que comecei a usar celulares com bluetooth, em 2003. Recomendo essa marca por causa de sua compatibilidade com praticamente qualquer dispositivo bluetooth. Mas agora meu Jabra BT200 começou a mostrar sinais que quer se aposentar (a bateria não segura mais a carga por muito tempo) e me vejo obrigada a trocar por um outro. O fone escolhido foi o Motorola H700.

O H700 me chamou a atenção por dois motivos:

1. É "universal", ou seja, se conecta com a maioria dos celulares, smartphones e PDAphones do mercado.
2. Sua carga é feita através de mini-USB, o que me dispensaria de ter que andar por aí com mais um carregador.

Testei-o e ele funciona de uma maneira muito simples. Uma vez pareado com seu dispositivo, toda vez que esse dispositivo tiver seu bluetooth acionado, o fone se conecta a ele automaticamente, exatamente como faz o Jabra. E o melhor é que esse pareamento pode ser feito simultaneamente com dois dispositivos, perfeito para quem anda com duas linhas de celular ativas, como eu. Simultaneamente, mas não ao mesmo tempo: a idéia é não ter que fazer novo pareamento quando for ligá-lo ao outro celular. Essa praticidade é crucial para mim na escolha de um fone.


Bem discretinho, ainda mais se eu soltar o cabelo.

Felizmente eu carrego comigo bem menos cabos e fontes do que antigamente. Levo comigo um adaptador USB de tomada e os cabos mini-USB do Qtek e o cabo do iPod. E mais nada. Com isso, consigo carregar e sincronizar ambos os dispositivos em qualquer lugar. Se eu não tiver tomada disponível, tenho meu adaptador USB 9V, que fica sempre no carro. E com o H700, não precisarei levar outro cabo. Viva!

Dispositivos mini-USB são o caminho da verdadeira convergência com inteligência. Não lembro quem me disse isso, acho que foi o Marcelo, mas na Coréia do Sul todos os dispositivos móveis são, por força de regulamentação, obrigados a vir com porta mini-USB. Isso é que é evolução heim?

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:37 PM | Comentários (12) | Citações

janeiro 11, 2007

Mini-fones bluetooth estéreo

Hoje ninguém mais se sente envergonhando ao falar ao celular na rua, usando fones bluetooth. Eles já caíram no gosto do povo. Mas os heavy-users hoje querem também se livrar dos fios de seus fones dos MP3 players. Será que já dá para fazer isso, com foninhos pequenos e de boa qualidade de áudio?

Os poucos headsets bluetooth estéreo disponíveis no mercado ainda são uma piada. Você quer se livrar dos fios, mas acaba ganhando um receptor para plugar no MP3 player, geralmente com... fio. Sem contar que se tornam acessórios nada portáteis. Os menores, considerando apenas o tamanho, chegam a ter o peso de todo um conjunto iPod nano + foninhos convencionais. E você fica esteticamente parecido com um ser de filme de ficção...

Felizmente na CES estão surgindo os primeiros fones estéreo verdadeiramente wireless. Já dá para pensar em migrar...

1. Jabra BT8010

Graças à Jabra, já dá para ter o melhor dos dois mundos num só produto.

O BT8010 é um fone bluetooth mono, para usar quando estiver ao celular, que acompanha uma segunda unidade, plugável à primeira, para ser usada quando se quiser ouvir música.

Fantástico, não? Quando ligadas entre si, a solução se transforma num fone padrão A2DP, ou seja, estéreo. Será que funciona? Deve ser colocado à venda até abril, por U$ 149.

Adoraria testar um desses. Dá até para voltar a pensar em ouvir música no PDA. O grande problema, como sempre, é a bateria. Cada fio que se perde é uma fonte que se ganha. E geralmente, quem ouve muita música on-the-go, como é o meu caso, corre o risco de ficar sem energia no meio da diversão. Mesmo assim, aprovo a solução da Jabra. Eu quero!

2. RCA Jet Stream

Dá para imaginar esses dois micro-foninhos da foto acima funcionando sem fio algum? Os foninhos da linha RCA Jet Stream não são bluetooth, funcionam por radiofreqüência, o que garante durabilidade de bateria infinitamente superior. Já o MP3 player é minúsculo, tem um display de 1,5", rádio FM, capacidade de 1 GB e, de quebra, cronômetro e calculadora de índice de massa corporal. O kit completo com player e fones sai por U$ 149. Os esportistas vão amar.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 11:17 AM | Comentários (17) | Citações

janeiro 08, 2007

Os filhotes do Secure Digital

Quem acha que os diferentes padrões de cartões de memória só são diferentes no tamanho, engana-se. O objetivo da constante miniaturização dos cartões não é só acompanhar a miniaturização dos aparelhos, mas também proporcionar ganhos de performance.

MMC

O precursor do SD (Secure Digital) foi o MMC (MultiMedia Card). Ambos têm o mesmo tamanho, mas alguma diferença na espessura. O resultado disso é que cartões MMC cabem em slots SD, mas cartões SD não cabem em slots exclusivamente para MMC. Isso acontecia mais com os aparelhos da Nokia, como o N-Gage e o 6600, que só aceitam MMC. A maioria dos slots dos aparelhos mais novos acomoda os dois formatos. Além disso, os MMC não têm a travinha de proteção dos SD. Com o passar do tempo e com o aumento da capacidade dos cartões, ele foi deixado de lado pelos fabricantes. Chegou até a sair um MMC Plus, mais veloz, que não obteve muito êxito.

RS-MMC

Metade do tamanho de um MMC, adotado pelos Nokia quando o Symbian começou a ganhar terreno e os aparelhos ficaram mais finos. Acompanha um adaptador que o deixa do tamanho de um MMC normal, que ser usado também como tal.

SD

O formato SD ganhou imensa popularidade desde que passou a ser o formato de expansão padrão nos PDAs da Palm. Até então, os dispositivos que usavam cartões de memória eram basicamente as câmeras digitais, onde reinavam o Compact Flash e o SmartMedia (ou StupidMedia para os íntimos, graças ao imenso delay na hora de salvar uma foto recém-tirada - por isso que fotógrafos devem optar sempre pelos cartões mais velozes).

O SD era menor e bem mais veloz na leitura e gravação de dados. Lembro-me que comprei um Palm m505, o primeiro com slot de expansão, assim que foi posto à venda, em 2001. Meu primeiro cartão de memória era um MMC de 32 MB, que tenho guardado até hoje. Em seguida comprei um SD Toshiba de 128 MB, que também tenho até hoje e na ativa, sem nunca ter dado problema. Lembro bem da minha alegria com aquela abundância de espaço...

Hoje, para quem compra um PDA ou smartphone, recomendo que compre um SD de 1 GB. É o máximo que alguns aparelhos aceitam. Tenho o meu há 2 anos e não vejo necessidade de mais espaço, uma vez que guardo mais documentos e instalo programas. Armazeno ainda alguns poucos filmes e fotos da câmera do aparelho, além de gravações em áudio também feitas por ele. Alguns PDAs, fazendo-se update de ROM, passam a aceitar 2 GB. Há SD de diversas marcas e preços, o que muda é a performance. A velocidade dos SDs varia de 60x to 133x, considerando que 1x corresponde à velocidade padrão de um CD. As marcas que testei e achei de melhor performance são Toshiba, Panasonic e SanDisk.

miniSD e microSD

São os dois filhotes do SD, que podem ser usados em slots SD normais com o auxílio de adaptadores. Além de menores, são mais velozes e permitem altas capacidades de armazenamento, sendo as versões mais comuns as de 1 e 2 GB. O microSD é tão nanico que chega a dar agonia: é do tamanho de uma unha! Mas quem acha que cartões muito pequenos são ruins pelo medo de se perdê-los, que use aparelhos tijolo então. Pois os cartões de memória hoje cada vez saem menos de dentro dos aparelhos...

SDHC

Quando se deseja mais que 2 GB, a coisa complica. As atuais tecnologias de armazenamento não permitem tanto. Para isso, desenvolveu-se o SDHC, ou Secure Digital High Capacity, lançado esse ano. Com ele foi possível criar cartões SD de 4 e 8 GB, já disponíveis comercialmente. Hoje se fala até em cartões de 16 e 32 GB, que me dão arrepios só por lembrar que o HD do meu notebook é de 40 GB. Já pensou que maravilha dispensarmos os HDs e e vivermos só com memórias flash em nossos computadores portáteis?

O grande problema do SDHC é que ele exige um slot que seja compatível com o padrão, o que infelizmente não ocorre com 90% dos aparelhos no mercado. Só trocando de aparelho mesmo. O Treo 680 aceita. Donos de Treo 700p podem aceitá-lo também fazendo algumas modificações no sistema.

O futuro substituto dos HDs

A novidade saiu na última semana, pelas mãos da SanDisk. O SSD, ou "solid state drive", se propõe a substituir os HDs tradicionais, mas é basedo em memória flash, sem perda de velocidade. Não tem nada a ver com os cartões SD tradicionais, uma vez que seu objetivo é abastecer notebooks. Mas já dá para ter uma idéia do que vem por aí: sem os hard-disks tradicionais, nossos portáteis estarão cada vez mais leves e consumindo menos energia. Amém!

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 10:06 PM | Comentários (15) | Citações

janeiro 03, 2007

Como enrolar fones de ouvido corretamente

A pergunta pode parecer idiota, mas você sabe enrolar fones de ouvido direito? Ou cada vez que você saca seu MP3 player da mochila, perde preciosos minutos desenrolando uma maçaroca de fios?

Se não sabe, aprenda agora:


Fonte: Gizmodo

Essa é uma forma bem prática de enrolar e desenrolar seus fones com rapidez, mas com o passar do tempo, o fio se danifica pelo excesso de dobraduras. Na verdade, a melhor maneira de dar vida longa aos seus foninhos é usar o Smartwrap. Ou, se você usa fones caros, usar cases específicas para eles. Eu tenho algumas dessas caixinhas, mas nunca uso. Foi bom lembrar disso, depois da mudança nem sei onde elas ficaram guardadas...

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 08:30 PM | Comentários (13) | Citações

dezembro 04, 2006

Embalagens do capeta

Época de Natal, compras, lojas atoladas, filas, calor... pior que isso, só quando você vai abrir a embalagem de um produto e se depara com aqueles blisters plásticos do capeta. O Washington Post publicou uma matéria a respeito.

Quando você não estraga a embalagem, ou os manuais ou alguma coisa que tem dentro, você corta seu dedo. Não tem como escapar. Fabricantes e logistas tomam a defesa das embalagens, dizendo que o produto não é violado nas lojas nem sofre avarias, garantindo qualidade para o consumidor.

E na hora de abrir, o que fazer? Destruir a embalagem arriscando destruir parte do conteúdo? Cortar dedos, quebrar unhas e dentes? Há um produto, que não é exatamente uma novidade, propondo-se a abrir embalagens com rapidez e destreza. Por módicos U$ 5, o OpenX promete acabar com a tortura na hora de abrir aqueles pacotes mais difíceis. Ele funciona como um estilete ergonômico apropriado para abrir as embalagens mais duras.

Mas vejam a ironia. Como um produto digno das Organizações Tabajara, adivinhem como ele vem acondicionado? Pois é. Pelo menos o fabricante tem senso de humor: no blister vem escrito, em letras garrafais, "esta é a última embalagem que você terá que sofrer para abrir!"

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 10:02 AM | Comentários (3) | Citações

dezembro 01, 2006

MiniSD e MicroSD wi-fi

O padrão mini-SD está cada vez mais presente nos PDAs e smartphones. Com a popularização, já vale a pena para os fabricantes investirem em acessórios "miniSDIO" e até "microSDIO" como cartões wi-fi, GPS, câmeras e adaptadores para datashow e TV.

A responsável por esses acessórios é uma empresa de Taiwan chamada Spectec.

O cartão wi-fi é uma excelente opção para quem tem Treo. Como o slot padrão do Treo é SDIO, é preciso usar um adaptadorzinho (que acompanha o produto) e a solução funcioná sem problemas:Vejam que legal o uso de um miniSDIO wi-fi num Treo 750v no site Treocentral. Pelo que vi no site, só há drivers para Palm e Windows Mobile. Nada de Symbian. Uma pena, senão seria um desbunde...

Aí o pessoal começa a se perguntar: mas será que é só uma questão de driver? Será que é possível usar aquele SD wi-fi da Palm num Windows Mobile? Ou será que é possível desenvolver um driver para que se possa usar wi-fi em Symbians.

É o que me perguntou o leitor Carlos Hakme, por e-mail: "No Mercado Livre estão à venda (por dois vendedores) MiniSDs Wi-fi ... gostaria de saber se já tem alguma informação se ele funciona no Nokia E62?"

O leitor Leandro Muylaert também comentou a respeito por e-mail, porém citou possíveis limitações de hardware: "Pelo que pude ler, acho que não é possível, pois parece que existe uma passagem de energia extra necessária e uma porta de entrada em conjunto com o slot para que funcionem periféricos de SD, que o Palm possui e o Nokia E62 não. Infelizmente é um problema de hardware que não se deve poder contornar com plugins ou softwares. Li isso mas não me recordo bem onde, isso foi informação de net, eu mesmo nunca testei..."

Fica aberta à discussão nesse post.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 11:29 AM | Comentários (13) | Citações

novembro 06, 2006

Fritando o cartão de memória

Vejam a história SINISTRA narrada pelo leitor Domenico Ribeiro, de Fortaleza, sobre seu cartão SD Sandisk de 4 GB que superaqueceu.

Tenho um LifeDrive e o utilizo para digitar meus textos e alguns trabalhos da especialização que faço. Pois bem, acontece que enquanto utilizava o dito cujo, comecei a sentir um cheiro forte de queimado, até que percebi pasmo que vinha dele, mais precisamente da saída do cartão SD, que não estava utilizando no momento, mas que tinha um cartão dentro...

Fiquei louco obviamente e corri para ver se não tinha perdido os dados do cartão. (Ele não chegou a pegar fogo, mas o cheiro de plástico queimado foi grande!) e enquanto ligava o computador, que nunca demorou tanto para ligar, ficava pensando onde poderia ser o problema...

Enfim, coloquei o cartão no leitor do computador e mais depressa ainda o bicho esquentou que quase não consegui retirá-lo do leitor... Enquanto isso já enfiava outro cartão no Lifedrive pra ver se era ele o culpado. Não era... O outro cartão rodou redondo, até agora...

Agora a parte boa... 5 minitos depois, recoloquei o cartão incendiário no leitor do computador e foi como se nada tivesse acontecido... Inclusive recuperei todos os dados dele...

Já ouviu falar de problema parecido? Eu não...

Um forte abraço, fica com Deus e muito obrigado por todo esse teu trabalho maravilhoso com o blog e afins.


Domenico, sua história é tão surreal que resolvi postá-la aqui para que os leitores nos ajudem a decifrar esse enigma. Eu nunca tinha ouvido falar em aquecimento de cartões, nem sabia que isso era possível, já que são memória flash. Se alguém tiver alguma explicação para o mistério, fique à vontade para postar aqui nos comentários.

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escrito por Bia Kunze em Leitores às 09:29 PM | Comentários (15) | Citações

outubro 30, 2006

Qual a melhor case?

Na hora de proteger seu celular, smartphone, PDA ou iPod, você escolhe que tipo de capa? Couro, alumínio, cristal ou silicone? Saiba as diferenças e os prós e contras de cada tipo.

Bem, estou com meu S200 (by Johnny Bravo) há 2 semanas... e agora com uma dúvida cruel: como protegê-lo? Meu Qtek 9090 se "acidentou" de uma maneira inusitada: ele normalmente ficava numa case de couro da PDAir, mas por ser um PDAphone, quando eu saía era muito comum tirá-lo da case e colocá-lo no bolso interno da jaqueta. Foi numa dessas ocasiões que sofri um acidente a la Groucho Marx, caí feio e a tela do meu 9090 "salvou" minhas costelas de um machucado muito maior numa quina pontuda. Agora preciso decidir qual a melhor maneira de proteger meu Qtekinho.

Couro

Sempre adorei cases de couro, estilo "livro" ou "carteira". São elegantes e protegem bem o aparelho. Além disso, têm compartimentos para documentos e cartões de memória. São a melhor opção para PDAs, mas para PDAphones, a coisa complica: acabam sendo desajeitadas para atender ou fazer ligações, além de deixar o aparelho mais volumoso.

Metal

As de alumínio são legais: elegantes e, ao contrário do que parece, levíssimas. São também as que mais protegem o aparelho. Mas não dão certo com mulher... você joga na bolsa e elas destroem tudo o que vêem pela frente!

Cristal

Dão um visual clean ao aparelho, mas são horríveis no trato. Além deixá-los desajeitados, são frágeis, riscam e lascam muito e as que têm dobradiças quebram facilmente. As poucas que pude ter em mãos já me bastaram para decidir que jamais compraria uma.

Silicone

Quando se fala de PDAphone, é melhor uma proteção que não o deixe parrudo e que não fique esquisito na hora de atender telefonemas.

Meu iPod nano tem case de silicone, que às vezes uso, às vezes não uso: quando ele fica nos meus bolsos de moedas das calças, não há necessidade dela. Acabei optando por uma película específica, na frente e no verso. Sem contar que não descaracteriza o visual lindo do bichinho.

Cheguei à conclusão que para o meu S200 o melhor é uma case de silicone mesmo. Eu o coloco na bolsa, na mochila, às vezes até no bolso da calça ou da jaqueta... nesses dois últimos casos, a case de silicone não compromete a portabilidade. Acabei encomendando essa da foto, uma Brando, para o meu. Quando chegar, falarei mais a respeito.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 01:45 PM | Comentários (15) | Citações

outubro 18, 2006

Fone bluetooth

É impressionante, isso acontece comigo direto. No começo eu ficava envergonhada e me desculpava como a moça do comercial, mas hoje eu nem ligo mais. Até meu pai, que é uma pessoa tranquila, fica desconfortável quando anda comigo na rua - todo mundo fica olhando para ele com cara de... pena!

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 03:31 PM | Comentários (11) | Citações

outubro 10, 2006

SD de 1 GB + wi-fi

Muitos usuários de PDAs adorariam ter wi-fi sem ter que trocar de aparelho. Para isso existem os cartões wi-fi, que conferem tal habilidade aos dispositivos móveis. Basta colocá-los no slot SDIO, instalar o driver apropriado e sair navegando. O problema é ter que depender apenas da exígua memória interna dos aparelhos.

A solução Eye-Film acaba com isso, pois é um elegante cartão SD com wi-fi e 1 GB de memória!

É uma solução bastante interessante para usuários de Pocket PCs mais antigos, mas é principalmente útil para usuários de Palm, já que apenas dois aparelhos em linha possuem wi-fi nativo, o LifeDrive e o TX. O cartão wi-fi que a própria Palm comercializa não tem memória flash e é desajeitado, já que sempre fica um rabicho para fora do slot.

O produto ainda está em desenvolvimento, o foco principal são câmeras digitais, mas segundo o fabricante, o suporte a PDAs está sendo trabalhado também.

O grande problema é a falta de suporte ao Treo. O fabricante do cartão publicou uma nota no site culpando a engenharia do Treo, que é cheia de meandros que impedem o uso de acessórios com wi-fi. Uma lástima.

We have heard from Palm that the Treo variant of PalmOS has basic issues supporting network peripherals. This explains in large part thelack of compelling Wi-Fi solutions for this platform, despite tremendous interest from the user community. Unfortunately this means that we too will be unable to support PalmOS based Treos. While we continue to investigate Windows Mobile solutions, there will be no smartphone support during this beta trial.

Isso não é novidade. Já gerou muita discussão os problemas de compatibilidade dos Treos com o cartão wi-fi da Palm. A própria Palm dificulta as coisas, para forçar os usuários a usar apenas o serviço de dados da operadora de celular. Acho isso uma atitude totalmente descabida, uma vez que a HTC disponibiliza wi-fi em praticamente toda sua gigantesca linha de PDAphones Windows Mobile.

Depois o pessoal acha ruim quando eu digo que a Palm está defasada e os Treos, ultrapassados, ainda que no Brasil sejam vendidos como gadgets topo de linha. Aliás, nosso país é pródigo em requentar produtos eletrônicos ou recebê-los com grande atraso em comparação ao mercado externo.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 10:33 AM | Comentários (46) | Citações