janeiro 24, 2008

Dicas: Office Mobile 6.1, OneNote Mobile e Outlook OEM

Quando comecei a usar o Office 2007, a primeira coisa que me perguntei ao ver os novos formatos docx e xlsx foi: que diabos eu vou fazer com esses arquivos que ninguém que eu conheço poderá ler? A única vantagem vantagem prática que vi, pelo menos para o meu caso, é que os arquivos gerados no novo formato são mais leves. Mesmo assim continuei salvando tudo no bom e velho formato 97-2003.

Então saiu o Office Mobile 6.1 para Windows Mobile Professional, suportando os novos formatos, e decidi arriscar o upgrade - pensando justamente nos documentos sincronizados e alterados várias vezes ao longo do dia. São meus artigos, minha planilha de despesas pessoais e o livro-caixa do meu consultório. As planilhas, em especial, estão separadas em sheets mensais, então, é natural que elas aumentem de tamanho conforme o ano passa. A de despesas pessoais fechou dezembro de 2007 com pouco mais de 600 KB.

Para quem acha que a diferença é pouca, percebi que os documentos no novo formato são 40% menores. Há uma maior agilidade também na abertura e fechamento dos arquivos no PDAphone. Foi aí que finalmente achei uma utilidade real na coisa!

Para quem mexe muito com Office e tem um dispositivo móvel com pouca memória e um processador mais lento, o upgrade para o Office Mobile 6.1 é uma boa opção! Ele está disponível na seção de downloads do site da Microsoft, subseção Windows Mobile. O download, que vale para quem tem Windows Mobile 5 ou 6, é grande, mas dá para salvar no cartão de memória, felizmente.

OneNote Mobile

Outra dica legal: se o Office do seu PC tem o OneNote, como o "Home and Student" (a versão mais vendida no Brasil), saiba que ele vem com o OneNote Mobile junto. Ao abrir o OneNote, vá em Ferramentas, Opções, OneNote Mobile. O programa pedirá para instalar o OneNote Mobile em seu dispositivo móvel, caso você tenha o ActiveSync instalado. Vá em frente e faça um teste, sincronizando notas criadas no PDA com notas criadas no desktop, e vice-versa. Depois mande para mim por email. Se você já é usuário do aplicativo, conte-me sua experiência. Em breve publicarei um review no Profissionais Móveis e mostrarei como a solução é uma mão na roda para diversos tipos de profissionais e estudantes.

Outlook OEM

Uma quantidade enorme de usuários de Windows Mobile me escreve periodicamente reclamando que não conseguem registrar o Outlook do CD que acompanha os smartphones dessa plataforma. A chave de registro vale por um período limitado e, depois disso, ao procurar a Microsoft, o usuário é orientado a comprar um pacote Office que contenha o Outlook. Ou contratar um serviço Exchange para sincronismo remoto.

O problema é recente: até 2006, o Outlook que os usuários recebiam era a versão definitiva.

Obviamente os usuários ficam irritados com a orientação da Microsoft, pois querem apenas registrar o Outlook - sem ele, sua agenda, contatos e tarefas simplesmente não sincronizam. E no fim, acabam ouvindo que precisam engolir todo um pacote Office junto. Isso caracteriza venda casada!

Nos EUA, é possível fazer o registro do Outlook sozinho, por cerca de U$ 100. Por que não disponibilizar no Brasil o registro do Outlook OEM também, já que o pessoal daqui muitas vezes acaba apelando para o piratão?

Por enquanto isso não é possível, mas semana passada conversei com o pessoal da Microsoft e passei a reinvidicação para eles. É um novo perfil de usuário que eles realmente não tinham se dado conta que existia. Eles prometeram uma resposta para breve. Assim que eu a tiver, aviso aqui mesmo no blog.

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escrito por Bia Kunze em Aplicativos às 02:27 PM | Comentários (23) | Citações

janeiro 21, 2008

Palm Desktop no Windows Vista

Depois de meses com um beta que nunca funcionou direito, a Palm enfim liberou o Palm Desktop compatível com o Windows Vista. Santa agilidade, Batman!

Mas nem tudo são flores nessa versão final, ainda. Entre as listas dos dispositivos suportados, (Centro, Treos 755p, 700p, 680, TX, Z22 e E2) não estão presentes o Treo 650 - ainda muito popular - e o LifeDrive, que é o PDA "mais recente" que a empresa lançou, em... hã... 2004. Quem tem Palms não suportados terá que escolher: ou não usa o Palm, ou não usa o Vista!

Parece piada, não? Nem a parceria com a ACCESS (assim mesmo, em caixa alta, como consta no nome do aplicativo agora) tem servido para safar a Palm de tantos tiros n'água. Como bem comentou um leitor lá no PalmInfoCenter, bem que poderiam abrir o código do Palm Desktop, não? Acabariam todos esses problemas. O que vocês acham?

Mais detalhes e links para downloads, aqui.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 10:24 AM | Comentários (9) | Citações

junho 25, 2007

TIM Web Móvel: primeiras impressões

Chegou o Modem USB da TIM que recebi dos desenvolvedores do produto, a Telsec, para testes.

A caixinha parece uma daquelas de VHS, e dentro vem o modem, uma extensão USB e o CD com drives e manuais. Nota 10 para o pessoal que desenvolveu o produto. Apesar de eu ter achado o modem um pouquinho grande (em breve subo mais fotos), dá para notar que há um cuidado especial com o usuário final. No CD vem os drivers para Windows (2000, XP e Vista), Mac e Linux e, dentro, uma etiqueta com a licença para PCs e Macs. Nada como um produto democrático. Isso é algo raríssimo.

Depois testarei o modem. Mas a primeira impressão, já vou avisando, foi a melhor possível!


UPDATE:
Pessoal, sugiro que vocês leiam os posts mais recentes com os testes, aqui. E sobre o modem Chinês, o Huawei E220, aqui.

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escrito por Bia Kunze em Acessórios às 12:54 PM | Comentários (147) | Citações

maio 17, 2007

Quando o pouco é muito


Clique para ampliar.

Para um profissional que passa boa parte de seu tempo na frente de um desktop, não existe nada melhor para sua produtividade que uma boa interface em seus softwares de trabalho. Em especial em aplicativos de escritório, que é o que os profissionais de todas áreas mais usam.

Ao mesmo tempo em que é preciso haver um equilíbrio de cores e quantidade de informações na tela, é indispensável ter acesso fácil às ferramentas. Quem migrou para o Office 2007 sofreu um pouco no começo ao ver as coisas meio "fora de lugar", mas logo compreendeu que todas as ferramentas estão dispostas de forma bem mais lógica e intuitiva. Hoje, depois alguns meses de uso, cheguei à conclusão que estou bem mais produtiva no uso do Outlook, o meu canivete-suíço do dia-a-dia. Na clínica, entre um atendimento e outro, escrevo e-mails com maior agilidade, e, ainda que esteja no telefone, estou sempre com um olho na agenda de clientes e nas tarefas prioritárias. Multitarefa total, 100% de rendimento.

Para o profissional móvel que usa PDAs ou smartphones, uma interface confortável de usar é aquela pouco poluída, com pouca informação na tela. Afinal, a tela é minúscula e o profissional não precisa de ferramentas de alto grau de complexidade. O objetivo do Office móvel - as versões portáteis do Word e Excel presentes nos Palms, Pocket PCs e Symbians - não é criar coisas complexas, mas gerenciar e modificar em trânsito um trabalho já existente. Por isso que a versão móvel do Word, por exemplo, se limita a edição de fontes, parágrafos, marcadores e formatos de arquivo - doc, txt, rtf. Sabe-se que 99% dos usuários não usam nem isso naquelas telinhas diminutas!

Definitivamente, num dispositivo móvel, menos sempre significa mais. Um computador de mão não é um PC em miniatura. É uma extensão do seu desktop de trabalho, seu braço direito quando se está longe do escritório.

Não há como negar que os smartphones são o presente e o futuro, e nunca estiveram nesse ritmo atual de ascensão. Mas se existe um momento em que sinto falta dos bons e velhos PDAs, é na hora de editar documentos do Office. Com um teclado externo, infravermelho ou bluetooth, mais um PDA com uma tela enorme e com alta resolução, a sensação que se tem é quase igual à que se tem em seu notebook. Para editar planilhas, então nem se fala. Faz falta aqueles Palms com belas telonas, como o TX e o LifeDrive, ou o Dell x50v / x51v. Confesso que é um pouco sofrido para meus olhos inserir números em pequenas células usando um smartphone QVGA. Que bom que não uso quase nada de planilhas...

Quando migrei para a plataforma Windows Mobile, passei a usar o Outlook 2002 meio que forçada. Estava habituadíssima com o Palm Desktop. O 2003 era melhorzinho, mas nada tão significativo. Foram a beleza visual, a facilidade de uso e o acesso rápido a ferramentas da versão 2007 que me fizeram adotá-lo de bom grado e em definitivo. Agora deixo aberto sempre que estou usando meu notebook. Aqui há um review com minhas impressões do aplicativo, mais detalhadamente.

Ok, ok, eu gostei bastante da nova interface do Office 2007, mas não a ponto do vídeo abaixo, que faz parte da campanha de divulgação da empresa. E mesmo que ficasse assim, não contaria aqui para vocês. Já pensou se o pessoal da TV Record fica sabendo? Huahuahua...

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escrito por Bia Kunze em Aplicativos às 11:40 PM | Comentários (17) | Citações

abril 12, 2007

Nokia PC Suite x Windows XP Media Center Edition

E-mail do leitor Fernando Penedo:

Olá, Bia! Tudo bem? Tenho um celular Nokia E62 e, por infelicidade, meu notebook não aceita o PC Suite da Nokia, pois meu Windows é o XP Media Center Edition.

O erro é o seguinte: O Wizard avisa que há um processo de instalação de hardware aberto e que eu preciso fechá-lo antes de continuar a instalação, mas não há nada aberto e a instalação não evolui.

O Atendimento da Nokia fala que realmente não é compatível e a Microsoft não dá assistência (é original) porque não vende o produto no Brasil. Se eu quiser assistência tenho que ligar para o EUA!

Preciso de uma alternativa ao PC Suite da Nokia, que funcione via cabo USB. Pode me indicar algum? Obrigado desde já.

Fernando, isso para mim é novidade. Não sabia que havia essa incompatibilidade do XP com o Nokia PC Suite, só porque ele é o Media Center Edition.

Deixo o espaço aberto aqui para leitores que já passaram por essa experiência, ou que tenham usado, com sucesso, opções ao Nokia PC Suite - se existirem.

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escrito por Bia Kunze em Symbian às 03:30 PM | Comentários (30) | Citações

março 06, 2007

Estou abandonando o Firefox

Sei que estou em vias de ser condenada à fogueira como herege, mas vamos lá. Pensei mil vezes antes de vir a público dizer isso. Não, não estou casando, ou saindo do armário. É pior. Estou abandonando o browser Firefox pelo Explorer 7.

Openxiitas e militantes anti-Microsoft, baixem os rifles e deixem eu falar primeiro!

Sabemos que o Firefox é um excelente browser e está ganhando cada vez mais terreno, aproveitando-se das inúmeras brechas de segurança do quase onipresente navegador da Microsoft. Além disso, os milhares de plug-ins o tornam único em versatilidade de funções.

As "chatices" começaram quando fiz o upgrade para a versão 2.0. Não foi logo que ela saiu, pois meus plug-ins não funcionariam nela. Resolvi aguardar.

Atualizados os plug-ins, fiz a atualização há algumas semanas. Para minha surpresa, o browser ficou bem mais pesado do que era. Ele simplesmente devora todos os recursos da minha máquina, independente do número de abas abertas. E começou a ocasionar travamentos, coisa que nunca acontecia antes. Algumas abas também passaram a fechar sozinhas quando eu simplesmente clicava para visualizá-las.

Mas continuei usando... comecei a cogitar um downgrade... aí outros fatos vieram à tona.

Nas últimas semanas, tenho me irritado com o fato dos 3 sites que mais acesso todos os dias não serem compatíveis com o Firefox até hoje: dois são dos planos de saúde que sou conveniada e passei recentemente a fazer liberação online de tratamentos. O terceiro é o da faculdade, o Unicenp. Um desses convênios de saúde, que tenho um grande número de clientes, liberou essa semana o atendimento online e me frustrei com o fato dele não funcionar no Firefox.

Como costumo trabalhar com várias abas simultaneamente, postando no blog aqui, lendo uma notícia ali ou liberando um atendimento online acolá, percebi que o Internet Explorer 7 ganhou fortíssima presença no meu dia-a-dia. E a versão 7 está bem legal, com suas abinhas, feeds e com sincronismo de favoritos no meu smartphone, algo que sempre gostei muito. Na pasta "favoritos móveis" você coloca apenas os links que deseja que estejam em seu dispositivo móvel também. Muito prático. Não é um primor de leveza, mas em desempenho, vinha ganhando da raposinha.

Segurança? Aqui está tudo em ordem, uso há anos os pacotes da Symantec. Não entro em sites suspeitos e sou uma pessoa com boa educação digital. Vírus, spywares e afins, quando aparecem, são caçados no exato momento em que surgem. As manutenções e atualizações, inclusive do XP, estão sempre em dia. Minha máquina é estável e segura. Nunca tive crashes nem precisei reformatar nada. Ah, vale lembrar que não tem nada pirata aqui.

Falem o que quiser, mas a gente faz nossas opções não só por escolhas de cunho afetivo, mas também de cunho prático. O Internet Explorer hoje se transformou, oficialmente, em meu browser padrão. E hoje o processo se consumou. Exportei meus bookmarks e desinstalei o Firefox do meu notebook. Como vocês podem notar, a culpa não é só dele, mas também de webdesigners e desenvolvedores que insistem em não padronizar seus trabalhos para funcionar em qualquer máquina, de qualquer OS e qualquer browser.

Apesar de tudo, o Firefox continuará presente na minha vida. Mas no pendrive, e na versão 1.5.

Pronto, falei.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 11:54 AM | Comentários (91) | Citações

fevereiro 08, 2007

As aventuras de Bia e Frank

Dei uma sumida do blog essa semana graças ao Frank.

Conforme disse no post anterior, estou empenhada em colocar uma máquina Linux aqui em casa dedicada a download de conteúdo multimídia e também para funcionar como um Skypecenter, além de central de sincronismo para o Palm e o Symbian. Mas não estava previsto que eu teria tanta dor de cabeça. Achei que, por já ter tido uma experiência com instalação e configuração do Ubuntu, as coisas agora seriam mais fáceis. Que nada.

Dessa vez, catei peças que tinha guardadas em casa e mais algumas outras recentemente compradas. Processador AMD Athlon XP 1500+, dois pentes de memória, um de 128 e outro de 64 MB, uma plaquinha de vídeo básica, CD-RW, monitor de 17', um leitor de cartões interno, 4 portinhas USB extras ligadas na placa mãe na PCI, e, de peças novas, um HD de 120 GB e uma placa de rede wireless. Tenho ainda um HD de 40 GB que transformei em HD externo com uma daquelas cases próprias que existem por aí. Posso deixá-lo ligado no Frank ou levá-lo comigo em viagens para usar com o notebook.

Montado o Frankenstein, é hora de ligar e instalar o Ubuntu. A instalação foi moleza, como da última vez. Ele só implicou com a placa de vídeo, que teimava em deixar o monitor em 620 x 480, e com a placa wi-fi. Depois de algumas pentelhices, ajeitei o vídeo, mas a placa wireless nem pensar. Apelei a amigos, conhecidos, Deus e o diabo. O mais esperto de todos conseguiu driver, mas a maldita não funcionou. Desisti. Ainda bem que o PC está no meu escritório, ao lado do modem / router / hotspot. Usei um cabo de rede velho de guerra, argh.

E antes que alguém pergunte: iPod e Qtek passarão longe do Frank. Junto com o note, são meus 3 parceiros de trabalho e vão comigo onde for. Sincronismo, só entre eles.

Próximo passo: instalar e configurar aplicativos. O Azureus foi moleza, o JPilot também. Mas instalar o Skype não foi nada fácil e intuitivo. Lá fui eu de volta às famigeradas linhas de código. Céus, será que não podia haver um modo mais simples de se instalar um programa? Se comigo foi um parto, imagine como seria com minha mãe, meu pai ou qualquer pessoa que compre um PC nas Casas Bahia.

Sozinha não consegui. Apelei para o noctívago Cardoso, coitado, online às 3 da manhã que nem eu. E que nem a Kate, a única que se divertiu ontem, brincando e se enrolando em todos os cabos e fios que via pela frente.

Às 5 e meia da manhã, vitória. Ubuntu funcionando redondo. Ainda tenho que configurar a webcam, mas falta coragem. Os torrents estão baixando certinho, mas por algum motivo, só pelo gerenciador de torrents embutido no Firefox. Não consegui fazê-lo pelo Azureus, embora o programa esteja instalado certinho.

Próxima etapas:

1. Confirgurar meu multifuncional da HP e colocar Palm e Symbian para sincronizar.

2. Colocar o Frank e o notebook em rede. Pergunto aos leitores desse blog: é possível isso, cada um com um sistema operacional diferente, e com um ligado no cabo e outro no wireless?

3. Achar um skypefone *decente* que funcione em Linux. Os dois que tentei usar foram rejeitados pelo Ubuntu. Por skypefone *decente*, entenda-se um aparelho que ligue na USB mas funcione como um telefone sem fio, e que ligue também na rede telefônica normal para funcionar como um telefone comum. Pelo visto terei que abandonar essa idéia de usar PC e USB... procurarei algum aparelho estilo telefone sem fio que conecte direto no router. Aparelhos wi-fi ainda estão fora do projeto por questões de orçamento.

4. Integrar a sala de estar (TV / DVD etc.) à rede da casa para se assistir o conteúdo baixado pelo Frank e armazenado nos HDs. Como? Usando um player de DVD / DivX com entrada para rede wi-fi. Quem precisa de Apple TV? Vocês vão amá-lo. Aguardem a continuação dessa saga...

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escrito por Bia Kunze em Linux Sem Fio às 03:46 PM | Comentários (31) | Citações

fevereiro 02, 2007

Outook 2007 é show!

Não sou usuária do pacote Office da Microsoft, uso o BrOffice, pois minhas necessidades em aplicativos de escritório são básicas. Mas troquei o Palm Desktop pelo Outlook desde que entrei no mundo dos Pocket PCs, por obrigação. Uso a versão 2002, que veio com o Qtek 9090 e depois com o s200, sem muito entusiasmo. Caramba, mesmo sendo gadgtes novos, custava colocar junto uma versão OEM ao menos do Outlook 2003? O 2002 é medonho.

Bem, tenho que admitir que o Outlook novo, o 2007, está um espetáculo. A integração e sincronismo com dispositivos móveis também está redondinha. Estou usando o RC2 desde novembro e ontem ele expirou. Mas taí: vale a pena o registro, com certeza, e vou providenciá-lo. É a primeira vez que me aventuro como heavy-user do Outlook e tenho feito descobertas muito interessantes. Num dos podcasts futuros falarei mais sobre ele.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 02:12 PM | Comentários (17) | Citações

fevereiro 01, 2007

Upgrade à vista? (parte II)

Atendendo a bilhões de pedidos que entupiram minha inbox hoje... links para os adendos do tema do Vista do meu post anterior.

Tema do Vista para usar no seu Windows XP: VistaXP Theme.

Meus widgets: Yahoo! Widgets

A seguir uma coleção de widgets que uso sempre, ou eventualmente de acordo com minhas necessidades, e que recomendo:

- Controle do iTunes: iPod nano Player, totalmente estiloso!
- Leitor de RSS: Multimedia News Reader
- Agenda + ToDo: Day Planner, sincroniza com o Outlook.
- Calendário: Calendar nativo do Yahoo! Widgets, mas também recomendo o widget do Google Calendar, para quem usa o serviço.
- Tempo: Yahoo! Weather
- Busca: Barrinha do Google, básica e indispensável!
- Sistema: Sys Monitor, com status da CPU, memória, HD, WLAN etc, outro básico e indispensável!
- Notas: Smarter Stickies, pequenos post-it coloridos que você deixa do tamanho desejado, põe alarme etc. Pode ficar escondido se quiser.

Testei também o similar Google Gadgets, mas os do Yahoo são bem bonitos e leves.

Divirtam-se...

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 07:46 PM | Comentários (15) | Citações

janeiro 31, 2007

Upgrade à vista?

A pergunta que todo mundo deve estar se fazendo desde ontem é: "faço ou não upgrade para o Windows Vista?"

Se você tem uma máquina de testes em casa, para instalar, brincar e "estuprar" o novo sistema, além de tempo livre, sugiro que faça uma experiência.

Se sua máquina é essencial no seu dia-a-dia, para trabalho e estudos, vá com calma. Na prática, as mudanças do Vista são mais gráficas do que funcionais. Além disso, o Vista está incompleto - já estão planejando a data do primeiro service pack, imagine!

Tem o lado da segurança também, mas Bill Gates chamar um SO dele de seguro é algo muito duvidoso. Você acredita nele? Eu não.

Em notebooks a questão é mais delicada. É preciso ter uma máquina mais poderosa para suportar o sistema. O meu note até dá conta, mas não vou me dar ao trabalho nem de testar, pelo menos por enquanto. Não estou a fim de sair caçando drivers, softwares e me irritando com eventuais bugs. Meu XP aqui é super estável (em um ano de uso nunca tive crashes graves), está atualizadíssimo e com os sistemas de segurança sempre em dia. E não posso correr o risco de ter problemas nessa fase "viajante" da minha vida, atuando cada vez mais como consultora e dando cursos e palestras. Mas num futuro não muito distante, vou estudar um upgrade.


Uso esse tema a la Vista desde maio de 2006.


Meu desktop hoje. Com o tema do Vista, mais os widgets, que diferença faz? ;)

E falando em upgrade... entre o XP e o Vista, possivelmente ficarei com o OS X. Quando, ainda não sei. Mas será um sistema à parte, pois boa parte de minhas ferramentas de trabalho só funcionam em Windows.

Saiba mais vendo os dois lados da moeda, em dois artigos da PC World: 1. Por que não fazer o upgrade; 2. Motivos para fazer o upgrade já.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 08:29 AM | Comentários (23) | Citações

janeiro 07, 2007

Notebooks com visor externo

O novo notebook WRFe da Asus, apresentado na CES, já vem com o Windows Vista instalado e uma novidade: visor externo, suportado pelo novo sistema operacional.

A Microsoft chama essa função de SideShow. Na tampa do notebook, um pequeno displayzinho colorido mostra a agenda de compromissos, lista de contatos, e-mails do Outlook ou do Windows Mail (nome do sucessor do Outlook Express) e até as músicas que o Windows Media Player está tocando. Basta apertar as teclas de navegação na lateral para pular entre as diferentes visualizações.


Clique para ampliar.

Juro que fiquei em dúvida a respeito da utilidade desse segundo visor. Me imaginei carregando o notebook pra lá e pra cá e de vez em quando olhando a janelinha para consultar a agenda do dia, ou a lista de contatos... talvez os e-mails... bem, nesse caso, teria que estar com o note conectado ainda por cima... e aí a ficha caiu: poxa, não é melhor usar um PDA para isso?

Tudo bem. Admito que, pelo fator cool, a novidade é nota 10.

E você? Acha que o visor externo é uma boa? É realmente útil? Ou é só uma perfumaria a mais para quebrar e gastar bateria?

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 10:56 PM | Comentários (14) | Citações

dezembro 26, 2006

Plug-ins musicais

Não é só o comunicador instantâneo MSN Messenger que permite mostrar aos amigos a música que você está tocando no momento. O Gtalk integrou isso há algum tempo e os usuários aprovaram.

Agora é a vez do Skype entrar na onda!

Quando você instala o Audioscrobbler do Last.fm (um plug-in que se integra ao seu software tocador de música do desktop, para postar no seu perfil as músicas que você ouve), você tem a opção de ativar um plug-in no Skype, para exibir aos amigos o que você está ouvindo:

E aí você pode se perguntar: qual a utilidade prática disso? Bem, posso afirmar que já descobri muitos sons legais, novas bandas, diferentes estilos, graças à essas "comunidades sociais" em torno de preferências musicais. Meu perfil no Last.fm mostra bem isso. Acho que me tornei mais eclética nos últimos tempos, graças às dicas e influências de amigos.

Para quem é movido a música, como eu, isso é simplesmente delicioso!

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 12:43 PM | Comentários (9) | Citações

novembro 08, 2006

Beta novo para Skype do Windows

Alô, fãs do Skype! Saiu o beta da versão 3.0. O visual do aplicativo está lindo. Além disso, há várias funçõezinhas novas.

Não consigo mais viver sem esse maldito. Seja no notebook, seja no PDAphone, já nem lembro mais quando foi a última vez que fiz interurbano do meu telefone fixo... falando nisso, assim que a Brasil Telecom der sinal verde, cancelo o meu. São R$ 50 jogados fora todo mês, pois não uso. Vamos ver se eles deixam só o ADSL. Infelizmente, aqui no meu fim de mundo, não rola NET Vírtua, que é o que eu queria originalmente...

Falando no Skype, no Podsemfio n.18, que subirei ainda hoje, tenho uma novidade MUITO legal. Aguardem!

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 05:23 PM | Comentários (8) | Citações

setembro 12, 2006

[ suspiros ]

Test-drive do GarageBand no Flickr.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 01:51 PM | Comentários (6) | Citações

One Care, who cares?

Se tem uma coisa que não consigo engolir é o tal do One Care - o pacote de proteção com antivírus, anti-spyware, firewall e umas ferramentinhas de manutenção do sistema da Microsoft, lançada em julho.

Ainda se lançassem como um opcional gratuito, vá lá. Mas acho o fim da picada pagar 50 dólares por uma solução para corrigir (?) furos que o próprio sistema da Microsoft criou. A história e a cultura da bicharadaware na vida digital acompanha a história do Windows. E oferecer essa solução aos usuários agora é como quebrarem suas pernas e depois oferecerem muletas a um precinho módico.

E não é só isso. Dei uma passeadinha pelo Google em busca de reviews do produto e parece que ele não é lá grande coisa. Não tem nada além do que Symantec e McAfee oferecem há séculos de forma bem mais completa.

Quando será que sai o primeiro pacote de correções para o One Care? Hehehe...

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 01:19 PM | Comentários (4) | Citações

iTunes Media Store?

Marcelo e Luma estiveram nesse feriado hospedados em minha casa e ele deixou eu brincar em seu iBook à vontade. Estou me familiarizando mais com o OS X para que eu possa fazer uma análise como fiz com o Ubuntu.

Pena que só posso fazer isso quando tenho a chance de encontrar um amigo com uma máquina da Apple, o que não acontece com os daqui de Curitiba. Brinquei muito no GarageBand, que nunca tinha sequer visto "ao vivo" e achei fantástico. Aliás, tenho muitas coisas para falar do OS X, tanto elogios como críticas... Mas isso é assunto para um post futuro - até porque primeiro quero me familiarizar mais e amadurecer minhas opiniões.

E já que estou em idílio explícito com o mundo da maçã, no evento de hoje da Apple, a partir das 14 h, são aguardadas novidades "pra valer", já que o último keynote mês passado foi morno. Além da 2a geração do nano, que comentei no post anterior, especula-se um iPod vídeo de verdade, com tela maior e sensível ao toque que substituiria o clickwheel. Também são aguardadas mudanças no iTunes em decorrência de uma nova iTMS, que passaria a vender também filmes a 15 dólares que poderão ser gravados em DVD e passaria a se chamar iTunes Media Store. Será?

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 09:47 AM | Comentários (3) | Citações

agosto 29, 2006

Nokia + Ubuntu por bluetooth

Uma das grandes dificuldades que enfrentei quando testei o Ubuntu foi uma interação razoável com dispositivos móveis. Com o iPod estava aquém do esperado, com o Pocket PC foi pífio. O suporte a bluetooth não pude sequer avaliar, pois não consegui fazer meu dongle USB funcionar nele. Só com o Palm a integração foi perfeita.

Uma pena que não testei o Symbian com o Ubuntu. O José Vitor postou sobre isso e eu achei muito interessante. Nos fóruns do Ubuntu-br há uma série de tutoriais explicando tudo direitinho. Na minha próxima tentativa de usar um sistema operacional livre, com certeza levarei isso em conta.

Para não encerrar o assunto Linux, gravei uma nova participação especial com os meninos do Abobrinhas Digitais (visitem-os em http://ad.mgate.com.br). Dessa vez eu participei do podcast deles (edição número 9, já no ar) falando um pouquinho da minha experiência com o Ubuntu.


São ou não são uns doidos de pedra? Inacreditável...

Sobre o Ubuntu... Talvez eu não tenha escolhido a distribuição correta, mas reforço que o Linux só estará pronto para o usuário final quando passar no "Teste da Mãe" (se sua mãe consegue usar, então está bom). Conclusão? Falta amadurecer, mas creio que está no caminho certo.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 12:04 PM | Comentários (16) | Citações

agosto 07, 2006

Linux em notebooks

Meu amigo Ricardo Macari está atrás de um notebook, mas está penando atrás de um modelo que não venha com o Windows "goela abaixo". Realmente, notei que no varejo não se oferece ao consumidor pelo menos a opção de querer Linux no lugar do Windows - o que, além do direito de escolha, pode significar uma bela diferença no preço final do produto.

Contudo, a Lenovo parece pensar diferente, tomando a inciativa de trazer a distribuição SUSE na linha ThinkPad. Bola dentro!

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 11:22 AM | Comentários (16)

junho 30, 2006

Nota 10 para o suporte da Dell

Logo que a bagunceira Maggie veio morar comigo, ela enroscou uma unhazinha na tecla Alt do meu notebook, arracando-a e quebrando a molinha, impedindo o reencaixe. Não era nada urgente, deixei quieto pois estava atarefada demais com os preparativos da mudança.

Se eu soubesse que era *tão* simples e eficiente o suporte da Dell... nossa, a Palm me deixou traumatizada mesmo.

Liguei para o 0800 do suporte da Dell, que anotou minha solicitação. No mesmo dia me retornaram para agendar o conserto, sem maiores questionamentos.

No dia e horário combinado, veio o técnico até minha clínica. Ele trocou na hora o teclado (!) e registrou tudo em seu Blackberry, mandando imediatamente para a central o aviso de serviço realizado em garantia. Assinei o comprovante e pronto.

Concluindo... NOTA 10 PARA O SUPORTE DA DELL! E nota zero para a Maggie, que está tendo aulas de etiqueta felina. A Mizzi é uma lady, nem chegava perto dos meus gadgets.

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escrito por Bia Kunze em PDA às 06:11 PM | Comentários (17)

junho 14, 2006

Review: CIT200

Se você é um usuário viciado em Skype e deseja mais autonomia e liberdade de movimentos, fazendo e recebendo chamadas longe do computador, o CIT200 foi feito para você. É um 'Skypephone' simples de usar, sem 'nerdices', que funciona como um telefone sem fio comum. Pode ser usado por toda a família, conforme o review a seguir.

Por Erick Pessoa

Que a telefonia via internet veio para ficar, isso não há dúvida. Agora, para a tecnologia VoIP realmente "pegar" no grande público, algo tem que ser feito para que saia do computador e seja o mais fácil possivel de usar por todos. O primeiro passo está sendo dado com telefones Skype.

Para quem ainda não sabe, Skype é o sistema de comunicação que permite você conversar via voz, vídeo e texto com outras pessoas. Até aí nenhuma diferença do que o MSN faz, por exemplo, não é? O pulo do gato vem agora: o Skype permite também você fazer ligações para telefones comuns, sejam fixos ou celulares (serviço chamado de 'SkypeOut') por preços ridiculamente baixos. Como se não bastasse, foi lançado há pouco tempo o serviço SkypeIn, que permite você receber chamadas no Skype oriundas de linhas fixas e móveis.

CIT200

Tendo dito isso, nada mais espetacular que um telefone que permita usar todos esses serviços oferecidos pelo Skype sem precisar necessariamente na frente do computador. A Linksys, renomada fabricante de roteadores Wi-Fi e produtos de rede, saiu na frente com o excelente modelo CIT200. Para resumir em um frase, é um telefone sem fio com Skype.

O CIT200 utiliza-se do API do Skype para tirar proveito não só da possibilidade de você fazer chamadas com o SkypeOut e receber ligações via SkypeIn mas para também acessar do telefone seus contatos Skype, mudar seu status e todas as funções de configuração do Skype que fica em seu computador. Você ainda pode checar os seus recados no Skype Voicemail.

Abrindo o pacote que vem o CIT200, encontramos 3 peças principais: o telefone em si, a base que carrega a bateria do telefone (e que é ligada na tomada) e um receptor USB, que liga-se ao computador. Com o telefone, vem um CD de instalação que adiciona os drivers ao Skype, extremamente fácil de instalar.

O telefone em si é bem pequeno, cabendo na mão sem maiores problemas. É bem menor que os telefones sem fio da minha casa e ainda por cima tem tela de cristal líquido colorida, onde podemos ver os contatos do Skype, informações de status, identificador de chamadas e etc. O telefone funciona na freqüência de 1.9 GHz e tem um bom alcance, permitindo que se ande pela casa sem maiores problemas e sem interferir com nenhum outro aparelho sem fio da casa. Vale dizer que cada base USB consegue gerenciar até 4 telefones, podendo-se definir ramais para uma comunicação entre eles. Além disso, na base existe um botão para localizar o telefone, caso este desapareça na boca do cachorro ou algo assim.

A autonomia das duas pilhas AA recarregáveis é de 120 horas em espera e 10 horas de conversa. O alcance segundo a Linksys é de 300 metros sem barreiras ou 50 metros dentro de casa.

Conclusão

Considero o CIT200 a solução perfeita para separar cada vez mais o usuário do computador para a utilização do Skype. Ainda não encontrei nenhum defeito gritante. Para ser chato, eu diria que falta a possibilidade de mandar SMS, serviço que ainda está sendo oferecido em beta pelo Skype versão 2.5. Não duvido que em breve a Linksys vai oferecer isso. O preço do CIT200 nos Estados Unidos está em torno de US$ 120.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 12:27 PM | Comentários (10)

junho 12, 2006

Embarcando a família na onda VoIP

Você já está mais do que familiarizado com as maravilhas da tecnologia VoIP, mas sua conta de telefone não diminui? Talvez esteja na hora de colocar a família toda na onda, inclusive a vó Maria, que acha que "computador é coisa de retardado".

Chegou a hora de fazer um tutorial "VoIP para a família", inclusive selecionando os IPphones mais newbie-friendly (que neologismo heim?) do mercado.

Existem vários 'Skypefones' chegando agora às lojas. Mas obviamente eles precisam de uma rede para funcionar. Há duas opções:

1. Plugando o aparelho na USB do computador (que deve estar ligado, claro)
2. Usando uma rede wi-fi

Aparelhos que usam rede wi-fi são bem mais práticos pela liberdade que proporcionam. Mas existem uns similares a telefones sem fio. Ainda que precisem ser plugados ao computador, pelo menos se tem mais liberdade de movimento.

Há uma série de 'IPphones' à venda hoje, cada vez mais parecidos com telefones convencionais. Mas para que sua tia pare de fazer DDD pra falar com o neto do Tocantins, é preciso que esse aparelho seja o mais independente possível do desktop. Ou mesmo livre de configurações chatas. Enfim, que tenha cara de "telefone normal", senão ela desiste.

* Solução econômica - Hoje você encontra diversos IPphones básicos nas principais lojas de informática do país. Estão com preço bastante acessível, a partir de R$ 160, mas têm a desvantagem de não proporcionar mobilidade. Ele fica atrelado ao PC pela USB. Mas já ajudam bastante, quando você recebe uma chamada não precisa sair correndo em busca de fones, microfones e mexer no PC para atender. Basta o toque de um botão.

* Jeitão de telefone sem fio - Aparelhos como o CIT200 (foto acima) também se ligam à USB do computador, mas com uma vantagem: funcionam como telefones sem fio. Assim, você só pluga a base para recarga na tomada e o receptor USB no PC. O aparelho poderá circular pela casa à vontade. Hoje considero essa a melhor solução custo-benefício para quem quer um IPphone e "adestrar" a família para usá-lo, sem complicações. Leia aqui um review completo do CIT200.

* Wifi-fone com cara de celular - Recentemente inseridos no mercado, os IPphones que funcionam por wi-fi ainda estão caros, mas podem ser um belo investimento e não será preciso trocar de aparelho tão cedo. Use a rede wi-fi que você tem em casa ou no escritório e esqueça o PC. O modelo SPH101, da Netgear, até jeitão de celular tem, com um design nota 10 e telas coloridas totalmente Skype-friendly. Um mimo.

* Híbridos num futuro próximo - A Brasil Telecom é uma operadora que já avisou que vai disponibilizar esses equipamentos. Eles funcionam como um celular comum, habilitado pela sua operadora. Quando você encontra um access point wi-fi, você se loga na rede e pode receber e fazer chamadas pela tecnologia VoIP. Esses sim prometem!

Sinto muito, pessoal, mas agora vou bancar a metida: quem tem um "Pocket PC Phone" não precisa esperar. Já pode fazer isso tranquilamente, basta instalar o programinha Skype para Windows Mobile e aproveitar! Dá para andar pela casa com ele no bolso ou andar nas ruas, por aí, aproveitando a oportunidade quando se encontram hotspots...


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escrito por Bia Kunze em Aplicativos às 03:52 PM | Comentários (9)

Plug-ins do meu Pocket PC

As 10 ferramentas que personalizam e melhoram o desempenho do meu Pocket PC, na sequência...

1. Magic Button - 1a coisa que todo usuário de Pocket deve instalar em seu dispositivo.
2. Pocket Weather - ótimo para quem sai de casa às 9 e volta às 23 h e mora numa cidade imprevisível como Curitiba.
3. Resco Explorer Plug-in - coloca na tela Today atalhos para programas, pastas e documentos (antes eu usava um launcher gratuito)


4. Resco Keyboard (fotos acima) - um senhor upgrade no keyboard nativo, adiciona textos pré-definidos, atalhos e até uma calculadora básica (o que me fez dispensar a calculadora pop-up, que usava antes)
5. Pacote de ícones para Pocket Informant - uso muito a visão mensal da agenda, então resolvi investir U$ 4 num pacote bacana de ícones.
6. Screen Capture - plug-in do Resco Photo, faz captura de telas, como as que ilustrei nesse post.
7. Egress Today plug-in - vai mostrando na tela Today as últimas notícias. Bastante personalizável, mas atualmente não deixo ativado porque tenho feeds demais.


Otimizadores do sistema operacional

Há excelentes gerenciadores, completíssimos, como o Pocket Breeze ou o Spb Pocket Plus. Testei todos. Não uso nenhum porque deixariam meu PPC mais lento inutilmente, já que eu usaria um mínimo de funcionalidades.

Confira também os aplicativos que mais uso no meu PPC.

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escrito por Bia Kunze em PDA às 11:53 AM | Comentários (16)

maio 31, 2006

Google Calendar agora é móvel

Ter uma agenda remota sincronizável é algo muito interessante para profissionais que tem PDA, estão em constante deslocamento e têm uma pessoa gerenciando seus compromissos em outro lugar. Algo como o Exchange Server, que infelizmente é uma solução cara e mais restrita a executivos. Eu desejava algo semelhante que funcionasse com o Google Calendar e minhas preces foram atendidas!

Um desenvolvedor colocou os neurônios para funcionar e criou um aplicativo para sincronizar o Google Calendar com Microsoft Outlook, Lotus Notes, Novell GroupWise, Palm Desktop, e, por conseguinte, os dispositivos móveis baseados em Palm OS, Windows Mobile e BlackBerry.

Obviamente já estou baixando as respectivas versões para testar com o Pocket PC e o Palm. Mais tarde comentarei os resultados aqui no blog, junto com outros aplicativos parecidos que eu vinha testando, o MobileSync for Plaxo e o Mail2web, dica do Enxaqueca.

O programa que sincroniza com o Google Calendar chama-se CompanionLink, é shareware e custa 30 dólares. Mais detalhes aqui.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 01:15 PM | Comentários (4)

Considerações sobre o review do Ubuntu

O post do Ubuntu rendeu bastante, mas a história ainda não acabou.

Gostaria de esclarecer que me esforcei bastante para escrever uma análise absolutamente imparcial, sem privilegiar nem um nem outro grupo ou corporação, baseando-me pura e simplesmente na minha experiência pessoal.

O Leo Faoro, do MeioBit, também publicou sua análise do Ubuntu e infelizmente recebeu critícas duras, para não dizer agressivas.

Adiei meu post do Ubuntu por mais de 15 dias, por medo da reação dos linuxeiros mais xiitas. Certa feita alguns caíram em peso em cima de mim, numa outra ocasião, mandando emails e comentários anônimos, me chamando de defensora da Microsoft e usando termos de baixo calão. Uma besteira, claro, mas a ficha só caiu quando, aturdida, soube que o Leo vinha adiando sua análise *também* por medo dos xiitas. Céus, estamos com medo do que, se não cometemos nenhum crime?

Eu já havia dito isso aqui antes, mas vou reforçar a idéia. Tanto eu como o Leo não somos profissionais de informática. Somos da área da saúde, e em comum, além disso, está nossa paixão por tecnologia. Sabemos o quanto o Linux está se esforçando para alcançar os usuários comuns, saindo do nicho "nerd", e quem melhor do que nós para testar o sistema e apontar as vantagens e deficiências? Nenhum OS é perfeito, e para isso existem as críticas. A comunidade Linux deveria usar o meu post e o do Leo como referência para deixar seu sistema mais "idiot-proof", mais acessível, enfim, conquistar as pessoas comuns. E não sermos tratados como retardados, ignorantes, que não sabem usar nada. Se for assim conosco, como será então com o pessoal que está comprando o PC popular?

Está mais do que na hora aceitar as opiniões alheias e compreender que cada pessoa tem necessidades próprias, se adequando ao sistema que melhor as supre.

Não adianta me criticarem dizendo que a culpa é do meu Pocket PC. Meu Pocket PC é minha ferramenta de trabalho, é o melhor OS que tenho para minhas necessidades móveis e pronto. Quanto ao iPod, se acham forçado eu escolher o sistema do desktop por causa de um mp3 player, é bom que saibam que agora estou enveredando para o jornalismo de entretenimento também. E o iPod nano é o melhor gerenciador de músicas, playlists e podcasts que existe, e passo horas ouvindo seja lá o que for todo dia, nele, com o mínimo de esforço no gerenciamento de conteúdo.

Com isso, o que eu quero dizer é que eu não escolhi o Pocket PC ou o iPod por acaso, testei muitos similares. São minhas ESCOLHAS. E se é no Windows que elas funcionarão melhor, é o Windows que usarei. Simples assim!

No mais, continuarei defendendo minhas idéias, dentre elas o software livre nas instituições públicas.

Gente, vamos descer do pedestal. Que bom que temos liberdade de escolha! Temos Windows, Linux, Mac... eu não quero ficar no fogo cruzado entre os três. Sou usuária final, não tomo partido de ninguém. Como sempre fiz nas plataformas móveis, sou imparcial com todas. Burrice é ser defensor cego de um sistema só sem testar os outros. Algo como o cara que toda a vida teve diversos Palms, nunca teve um Pocket PC e desdenha quem usa.

Conheço bem o Windows, testei o Linux e em breve testarei o Mac. E prometo fazer um review tão imparcial quanto esse do Ubuntu.

Deixo abertos os comentários de vocês, mas eu não tocarei mais no assunto.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 01:05 PM | Comentários (28)

maio 28, 2006

Review: Ubuntu

Em fevereiro ganhei um CD do Ubuntu e passei a explorar um pouco o mundo Linux. Não era iniciante, há algum tempo já tinha usado também o Kurumim. Contudo, essa foi a primeira vez que saí do Live CD e passei para o sistema operacional efetivamente instalado.

Eis a seguir as impressões de uma usuária que *não* é profissional da área de informática. Sem falsa modéstia, acredito que seja o review mais pé-no-chão e imparcial sobre Linux que vocês encontrarão por aí. Afinal, o propósito do software livre é sair dos guetos geek e conquistar os usuários comuns, não?

Introdução aos leigos

Antes de mais nada, é importante explicar aos profissionais que não são da área de informática, como eu, que "software livre" não é sinônimo de "software grátis". Software livre, ou Open Source, são programas de código aberto, ou seja, qualquer pessoa pode fazer modificações nele como bem entender. Por isso existem tantas distribuições Linux por aí - com nomes como Kurumim, Ubuntu, Debian, que todos já devem ao menos ter ouvido falar. Cada uma com usos específicos e adaptadas a certos tipos de usuário; por exemplo, o EduBuntu, uma versão do Ubuntu adaptada para fins educacionais.

Programas Open Source não são necessariamente feitos para rodar só em Linux. O Firefox, que todo mundo conhece, é Open Source e tem versões para Linux, Windows e até Mac.

Software "grátis" é simplesmente um programa gratuito, que pode ou não ser Open Source. O comunicador instantâneo Trillian, por exemplo, é gratuito, mas não é livre - é proprietário. Contudo, o desenvolvedor oferece um Trillian mais turbinado - esse sim, pago. A grande maioria dos programas proprietários exigem a aquisição de uma licença para uso, como é o caso do sistema operacional Windows, da Microsoft.


Live CD

O Live CD é perfeito para quem nunca mexeu com Linux e tem medo de sair instalando. Basta colocar o CD no drive e navegar no sistema operacional. Acostuma-se rápido com a interface e operacionabilidade é simples. Abrir aplicativos e executar tarefas não tem mistério nenhum.


Instalação

Explorado o Live CD por algumas semanas, chegou a hora de partir para uma instalação efetiva. Tenho um K6II que estava encostado (e desmonado) desde que mudei a clínica. Juntando um HD aqui, uma memória ali, montei um pequeno Frankenstein para ver como o Ubuntu se saía nele. A instalação foi rápida e fácil como prometido pela turma do pingüim, qualquer leigo não enfrenta obstáculos como numa instalação de Windows - algo que a maioria dos usuários "normais" sequer ousa fazer sozinho.


Desempenho

O Ubuntu é leve. Levíssimo! E muito rápido! Mesmo com um K6II, com clock de 450 MHz e 128 MB de memória, não houve problemas de desempenho. Essa foi uma grata surpresa. Posso continuar com meu notebook para minhas tarefas cotidianas e deixar o PCzinho "véio de guerra" com Linux em casa, baixando coisas ou com VoIP full time, ou simplesmente para família e visitantes usarem quando quiserem!


Instalação de programas

Não tive problemas em encontrar programas para Linux. Encontrei programas similares aos que uso no meu Windows sem maiores dificuldades, quando não os mesmos - caso do Firefox, Open Office, Audacity e Skype. No mais, instalei comunicador instantâneo, editor de imagem, player de áudio e vídeo e muitos outros de fins bem específicos. O Jpilot é um bom gerenciador de PIM isolado, além de gerenciador e sincronizador para usuários de Palm.


Saindo à caça...

Palm, webcam e multifuncional funcionaram redondinho depois de encontrados e instalados seus devidos drivers. A webcam deu um pouco mais de trabalho, bem como um gerenciador e sincronizador para Symbian (que deu pau na primeira instalação), mas nada que me tomasse muito tempo. E o mesmo para o meu Tablet, que me fez refletir como seria bom se todos os fabricantes já disponibilizassem os drivers e aplicativos para Linux junto com o produto, como fazem com o Windows, onde tudo é tão feijã-com-arroz... Quem já é usuário Linux e vai comprar hardware *depois*, a tarefa é mais fácil. Muitos dispositivos já vêm com suporte a Linux, inclusive com CD junto. A "migração" é que é dolorosa.

Quando parti para o Pocket PC, o bicho pegou. A velha rixa com a Microsoft dá a entender que Linux e Pocket PCs jamais conversariam. Mas funçando em fóruns na internet, vi que haviam algumas soluções. O problema: cada solução era para uma distribuição Linux diferente. Garimpei umas para o Ubuntu. Em alemção, tcheco... ai ai. Depois de uns dias, achei em português e quase caí da cadeira com o imenso tutorial. Que não deu muito certo, talvez por serem para pockets diferentes do meu. Após algumas semanas, cansei e desisti.

Com o iPod foi a mesma luta. Há muita coisa para Linux com suportes a players diversos, mas mais uma vez dei com o nariz na "resistência" entre Linux e outro hardware proprietário. Um amigo me salvou e indicou um link, e descobri que era para o único aplicativo com suporte ao iPod nativo. Instalei, configurei e funcionou só no primeiro sincronismo. Depois, nunca mais. Novamente pedindo socorro, tive que editar algumas linhas de comando e coisa do gênero (céus, minha mãe jamais saberia fazer isso). Fiz, sem saber o que estava fazendo, mas deu certo. Depois de alguns sincronismos, a instabilidade voltou e percebi que a maioria das funções avançadas não funcionava. Tinha que ficar selecionando e apagando manualmente podcasts já ouvidos, e ainda assim ocorriam algumas "zicas". Como aquela era a única solução nativa para iPod... desisti. Horrível. Não chega nem aos pés do iTunes.

Ainda bem que sou persistente, mas usuários leigos iniciantes com certeza parariam ainda na instalação da webcam. O suporte USB em Linux é, de fato, esquisito. Acostumados que estamos a xingar a Microsoft, aprendi o quando o plug-and-play é maravilhoso. A melhor invenção da face da Terra... e não, OpenXiitas, não me venham desprezar o USB de volta com aquela ladainha de ser proprietário, por favor. Alguém aí conhece algum dispositivo externo hoje que não use USB? Bem, se o Linux deseja chegar em massa aos usuários comuns, esse problema precisa ser resolvido. E urgente!


Mitos e verdades que sempre ouvi sobre o Linux

"Linux não precisa de suporte e é mais fácil que o Windows."
Não é bem assim. Até eu que sou usuária leiga em nível "avançado" precisei pedir socorro algumas vezes a amigos pinguins. Quanto a ser mais fácil que o Windows, é verdade. O problema é que os usuários que querem migrar para o Linux estão habituados com a interface Windows e podem ter dificuldades no começo. Nada que não se supere logo.

"Todo tipo de aplicativo que existe para Windows existe para Linux."
É verdade. Desde as tarefas básicas do dia-a-dia, como internet e usos de escritório até aplicações gráficas avançadas, tudo pode ser substituído por aplicativos Open Source.

"Linux não dá pau."
Enfrentei algumas "zicas" na instalação de aplicativos. Nada grave, mas que ocorreram, não se pode negar. Bem, o meu Windows XP instalado no note desde o começo de janeiro também só deu pau uma vez, e ainda assim porque instalei um aplicativo pra lá de suspeito. Engraçado, será que sou a única usuária no mundo Windows satisfeita com a estabilidade do seu sistema operacional? Eu acho o XP excelente, ao contrário do Nojenta-e-oito e do (aaargh!) Millenium.

Enfim, como qualquer outro sistema operacional, o Linux tem qualidades e defeitos, serve para algumas pessoas mas não serve para outras. Perfeição não existe.


Conclusão pessoal

O Linux é uma excelente opção para os usuários iniciantes na era da informática. Usuários mais avançados, ou usuários e empresas com usos bem específicos talvez possam preferir o Windows em determinadas circunstâncias, e isso não é pecado nenhum. Se os OpenXiitas pregam tanto tanto a liberdade de escolha - alguns vão ao extremos de questionar o QI de quem prefere Windows - vale lembrar que optar por um sistema proprietário TAMBÉM é liberdade de escolha - desde que não haja pirataria, claro.

Pessoalmente dizendo, o Linux ainda não se adequa às minhas necessidades particulares, infelizmente. O que mais me incomodou foi a falta de suporte a determinados hardwares, como o iPod. Embora existam soluções, elas se mostraram insuficientes. Alguns OpenXiitas chegaram a sugerir que eu largasse o iPod e usasse um player mais compatível. Claro que jamais farei isso, pois levei tempo para achar uma solução inteligente para uma heavy-user de músicas e podcasts. E aí voltamos à filosofia que a comunidade Open Source mesmo defende: onde fica a minha liberdade de escolha?

A questão dos drivers e do suporte ao USB também incomoda um pouco. Fiquei chateada em não poder usar alguns hardwares e equipamentos específicos. Mais uma vez OpenXiitas me criticaram, dizendo que driver era um problema menor e que o importante é que, usando plataforma aberta, eu mesma poderia desenvolver os drivers que eu quisesse.

Ora bolas, eu sou dentista, não sou desenvolvedora. Médicos, advogados e estudantes não têm tempo nem conhecimento suficiente para buscar drivers em recôncavos obscuros nos fóruns de desenvolvedores, atolados de siglas esquisitas e termos excessivamente técnicos. Outra vez esbarramos no princípio que todos os Linuxeiros defendem: não é fazer o software livre sair dos guetos e ganhar as ruas, os usuários COMUNS? Usuários comuns querem a simplicidade de um plug-and-play e não tutoriais imensos. Bem, a única coisa que eu sei é que, como desktop, o Linux dá um banho. Fora disso, eu fiquei sem usar meu iPod direito, bem como meu Pocket PC. E minha caneta scanner, então, coitada, é totalmente marginalizada no mundo Linux.

Vale reforçar outra vez que esse é o meu caso, especificamente. A imensa maioria dos usuários só conecta impressora, scanner e webcam. Um ou outro vai usar Palm - que se integra perfeitamente ao Linux, por sinal. O mais importante é que todos esses problemas podem ser resolvido pela própria comunidade. Mas para a Bia Kunze, o momento de migrar *ainda* não é esse.


Conclusão geral

Onde quero chegar na conclusão desse review? Quero ir além dos paradigmas ligados à escolhas. Muito além da mera economia de dinheiro. É preciso conscientizar o povo que, mais do que tudo, fugir da pirataria beneficiará milhões de brasileiros com mais empregos, mais desenvolvimento.

Para chegar lá existem muitos obstáculos a serem superados.

Em primeiro lugar, o mercado e as pessoas precisam perder o medo do "diferente" e aceitá-lo. Aquela família simples, que pela primeira vez compra um PC através do financiamento popular, conseguirá ter suas necessidades básicas supridas com o Linux. O desafio começa quando a filha sai com seu currículo impresso na mão em busca de emprego, e descobre que para ser uma secretária precisa de "conhecimentos de Windows, Word, Excel e Internet Explorer". Fatalmente ela voltará para casa com um Windows e um Office de R$ 10 na mão, e adeus Linux. Tudo é uma questão de mentalidade do próprio mercado de trabalho, da sociedade, dos empresários. A idéia não é derrubar o sistema operacional da Microsoft, afinal, liberdade de escolha também é preferir software proprietário em algumas ocasiões. O que é preciso, e urgente, é instruir a sociedade dizendo que não há ditadura, existem opções!

A instrução começa na escola. As escolas públicas devem adotar o software livre para mostrar desde cedo aos pequenos que há alternativas. Além disso, o dinheiro gasto em licenças será muito melhor aplicado investindo em livros, carteiras e aperfeiçoamento de professores. Isso felizmente já está acontecendo. As comunidades de educadores estão cada vez mais antenadas. Mas aí já saio do meu campo de conhecimento, recomendo os sites Vivência Pedagógica, da Mary, EscolaBR do Eziquiel e o blog do Sérgio como referências para quem quiser se aprofundar.

Ainda na esfera pública, embora todos venerem a iniciativa do Governo Federal, os aplausos não são unânimes entre membros do executivo e legislativo. A conscientização para uso do software livre precisa vir de cima para baixo e o Governo Federal acertou em cheio dando o pontapé inicial, peitando grandes corporações corajosamente. Mas esse foi apenas o primeiro passo em busca de uma longa estrada a ser percorrida.

É preciso que TODOS os representantes do povo levantem a bandeira. Recentemente o Congresso colocou o assunto em pauta, já que os deputados não se habituaram com as suítes de escritório de código aberto e decidiram voltar a usar softwares proprietários, seduzidos pelas "ofertas" das grandes empresas. Que tal reverter essas "deficiências" dos softwares livres em nosso favor, já que os milhões gastos em licenças são NOSSOS, e não deles? Se as suítes de código aberto não estão correspondendo às expectativas, que tal pegar esses milhões e melhorá-las, investindo nos desenvolvedores? Todos saem ganhando, e por tabela, beneficia-se toda a sociedade brasileira e os usuários em geral.

Mais links...

Ubuntu - oficial
Planeta Ubuntu
Comunidade brasileira

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escrito por Bia Kunze em Reviews às 11:57 AM | Comentários (67)

maio 27, 2006

A ditadura do Word

Parece que toda e qualquer categoria profissional que não seja de TI desconhece *completamente* que existe vida fora do Microsoft Office. O que tenho visto no jornalismo é alarmante. Poderia chamar de 'a ditadura do Word'.

Um belo dia um professor lia um conto na sala enquanto os alunos o iam transformando em nota de jornal, digitando nos PCs. Em certo momento, ele parou ao meu lado e perguntou por que eu não usava o Word.

Não há muito o que explicar. Para que vou usar um editor pesado e sofisticado como o Word para redigir notas jornalísticas ou anotações de sala de aula? Prefiro o Notepad. É mais leve, compatível, e o melhor, salvando em txt fica perfeito para leitura e edição no PDA depois. Só uso o editor de textos quando preciso elaborar melhor um trabalho, quando ele precisa ser entregue nas normas da ABNT. Ainda assim, a formatação a última etapa do trabalho. O conteúdo eu elaboro todo no bloco de notas.

O professor nem respondeu, fez cara interrogação e saiu de fininho. Em outra ocasião, o questionamento se repetiu. Dessa vez eu estava com o meu notebook. Um outro professor foi revisar um texto meu, quando caiu a ficha: "epa, esse não é o Word!"

Não, não era. Era o OpenOffice. Ele perguntou por que eu o usava ao invés do tradicional MS Office. Pacientemente expliquei que o OpenOffice é mais leve, mais compatível, mais integrado, de código aberto. E que não pagaria uma licença caríssima de um software o qual não uso 10% dos recursos. O professor apenas sorriu. Só ficou preocupado em saber se conseguiria ler o documento em outra máquina depois.

Mas o que o evento que me motivou a fazer esse post foi um diálogo que tive com um colega.

Lá estava eu na sala de aula quando um rapaz veio espiar meu notebook.

- Uai, isso é o Word? Tá meio diferente...
- Não. É o OpenOffice - respondi.
- Hã?
- Uma suíte de escritório, igual ao Office da Microsoft, só que livre.
- Por que você não usa o Word?
- Porque o Office custa 1000 paus.
- Você tá de sacanagem... usa um pirata ué, sai uns R$ 15, eu tenho, se quiser copio para você e...
- Não, é opção mesmo. Prefiro esse.
- Mas é pior, não?
- Tem todos os recursos que 90% dos usuários de editor de texto precisam.
- Mas por que você não usa o Word 'normal'?
- Esse é gratuito e bem mais leve que o MS Office, não preciso usar um piratão.
- Mas todo mundo usa!
Já meio de saco cheio e zangada pelo "Word normal", retruquei lacônica:
- Eu não sou todo mundo!

O olho arregalado dele foi engraçado. Eu estava concentrada no trabalho e com preguiça de ficar explicando. Depois de alguns segundos em silêncio, ele respondeu:
- Bem, eu pirateio mesmo, não sou trouxa. E você é maluca! - e foi embora.

Ai ai ai. Acho que preciso me acostumar com essa alcunha de 'trouxa'. Não é a primeira vez que ouço, nem é a primeira vez que tenho que conter o impulso de dar um soco em resposta.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 12:37 AM | Comentários (37)

maio 03, 2006

Skype com SMS e Skypecast

Está disponível para download mais um beta do Skype. Acirrando ainda mais a briga VoIP versus operadoras, agora as novidades são o serviço de SMS mundial e o fantástico Skypecast.

O preço para o Brasil é absurdo, R$ 0,66 por mensagem. Além de caro, talvez o envio por celular mesmo ainda seja mais prático. Mesmo assim, sendo o Skype um serviço de telefonia, a incorporação de novas funções é interessante. Desde que não vire uma "penteadeira de p*ta", como já chamam o MSN por aí.

Mais interessante que o SMS é o Skypecast. Imagine uma "palestra" em tempo real para até 100 pessoas via VoIP. Mais que um podcast, o Skypecast permite interação em tempo real com todos os participantes.

Com SkypeOut, SkypeIn, secretária eletrônica, áudio e vídeoconferência, SMS e Skypecast, tudo isso numa impressionante democracia de plataformas (Windows, Mac, Linux, Windows Mobile), o serviço hoje é realmente o que há de melhor em VoIP.

postado via gprs

escrito por Bia Kunze em Telecom às 12:06 PM | Comentários (2)

janeiro 26, 2006

Dell faz recall de notebooks

A Dell publicou uma nota avisando que está efetuando recall das baterias de notebooks modelos Latitude D410, D505, D510, D600, D610, D800, D810 e Dell Precision M20 and M70 mobile workstations.

O recall de notebooks atingem os equipamentos vendidos no Brasil entre 5 de outubro de 2004 e 13 outubro de 2005, e o motivo é uma falha nas baterias que pode levar a superaquecimento e até causar danos às máquinas.

Para vocês verem, existem "empresas" e "empresas"... tem "umas" por aí que nem reconhecem defeitos de fabricação, quem dirá fazer recall e trocar a peça defeituosa fora da garantia...

postado via laptop

escrito por Bia Kunze em Desktop às 09:30 PM | Comentários (3)

outubro 10, 2005

Por que o iTunes tem que ser unânime?

Não compreendo o oba-oba em cima da Apple, do iPod e do iTunes. Não nego o sucesso e a qualidade do iPod, mas não compreendo a cegueira de muita gente em cima das tantas outras dezenas de tocadores de MP3 de qualidade disponíveis no mercado...

Para citar só 3 opções, tem o Zen Micro, o MuVo e o m:Robe, que são excelentes, tem mais funções embutidas (como gravador e rádio FM), tocam mais formatos de música, não colam etiqueta "don´t steal music" nos produtos e não exigem iTunes para transferir os arquivos. O iTunes é legal, mas se você já está num computador que não é seu, por exemplo, não poderá usar o arrastar-e-soltar para transferir arquivos. A função de pendrive / porta-arquivos fica limitada com essa facilidade "capada".

Aliás, a questão do iTunes é um capítulo à parte. Não nego que ele é riquíssimo em funções, estável, tem visual clean e é bem organizado. Mas ele é muito pesado e de vez em quando comete gafes.

Fui dar uma espiada no meu diretório de artistas, que ele gerou e lá havia The Animals. "Engraçado" pensei, "não tenho nada dos Animals aqui..." Fui ver e ele botou lá todas as minhas vinhetas de efeitos com "animal sounds" no nome. Obviamente fiquei uns 5 minutos dando risadas e segui o caminho do uninstall, agora em definitivo...

Mas o que pesa mesmo é a liberdade de escolha. E se eu prefiro Winamp, ou MusicMatch, por exemplo? Por incrível que pareça, hoje a melhor opção para minhas necessidades é o Windows Media Player 10 mesmo. Aliás, é a melhor opção para quem tem Pocket PC. Em poucos cliques, minhas seleções de áudio e vídeo vão automaticamente do PC para meu PDA. Falam tanto que a Microsoft gosta de monopolizar tudo, o que não é mentira, mas com a Apple não é muito diferente...

Não, não fui paga pela Microsoft para dizer isso, mas gosto de ser justa com toda e qualquer plataforma. TODAS, sem nenhuma exceção, tem suas qualidades e defeitos, não é?

escrito por Bia Kunze em Desktop às 09:47 AM | Comentários (17)

outubro 09, 2005

Google Reader e Google Desktop

RSS é um barato, todo mundo sabe. Google Reader é a última investida da empresa. Maravilhoso. Algo que lembra um pouco o Bloglines: você lê seus feeds em qualquer máquina, basta logar em sua conta.

Particularmente, hoje no meu PC uso o Sage (extensão do Firefox) e o Google Desktop para ler meus RSS. Aliás, o Google Desktop novo é um arraso. Ele cria uma barrinha para você acessar at-a-glance seus emails do Gmail, do Outlook, QuickNews, Feeds RSS, notas rápidas, fotos...

Ler meus feeds em qualquer lugar é ótimo, mas para tal prefiro meu Pocket PC e meu smartphone. No decorrer dessa semana falarei mais sobre RSSs móveis.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 05:17 PM | Comentários (4)

setembro 24, 2005

Lost

O que seria de mim e dos fãs brasileiros da série Lost sem P2P? A segunda temporada do seriado começou essa semana nos EUA, mas o canal fechado AXN (que o transmite no Brasil, toda segunda, às 21 h) não tem previsão de quando a segunda temporada irá ao ar. Bem, cacei o torrent com o primeiro episódio fresquinho e já estou baixando. Salvarei no meu pocket, para assistir na primeira oportunidade que surgir na atribuladíssima semana de provas e trabalhos.

Depois que mergulhei de cabeça nos bit torrents, Emule e Kazaa foram extintos do meu PC. Existem diversos aplicativos gerenciadores de torrents, mas minha escolha é o BitLord.

Se você também é fã da série, recomendo o blog Lost e o fórum Lost Brasil.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 05:31 PM | Comentários (19)

setembro 23, 2005

Firefox 1.5 beta

Instalei o beta do novo Firefox (1.5), mas ele ficou menos de 48 h na minha máquina. A maioria das minhas extensões não funcionou nele. Portanto, não farei review. Aliás, já estou de volta à versão 1.0.7.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 11:35 PM | Comentários (8)

setembro 02, 2005

Browser burro dos infernos!

Toda vez que tenho que usar os computadores da faculdade é um suplício. Desaprendi completamente a usar o Interneca Explorer. E tendo que usá-lo à força, eu percebo como ele é fraquinho e ruim em relação ao Firefox ou Opera...

Eu ia falar do novo Resco Explorer para Windows Mobile, mas perdi tanto tempo abrindo dezenas de páginas nessa geringonça que brochei. Perdi preciosos 15 minutos entre logon no medonho Windows NT e abrindo dezenas de páginas nessa caca de navegador - abrindo browser, indo para o Google, indo para a página da Resco e depois logando no Movable Type. Deixarei apenas o link para vocês matarem a curiosidade por enquanto. Vou voltar para a aula e comentar as novidades mais tarde. Fui!

postado no desktop da faculdade

escrito por Bia Kunze em Desktop às 08:02 PM | Comentários (3) | Citações

julho 13, 2005

Google Earth

Não há palavras adequadas para descrever o Google Earth. Em linhas gerais, digamos que é um "navegador global" gratuito, que fornece qualquer lugar do mundo na ponta dos nossos dedos, a partir de imagens de satélite. Não vou explicar mais que isso. Só vendo mesmo, é de cair o queixo.


Essa imagem me lembrou muito a viagem que fiz aos EUA há cerca de 8 anos. Eu não conseguia desgrudar o nariz da janelinha quando sobrevoávamos a América Central.

É bom instalar numa máquina razoavelmente veloz e com internet banda larga, do contrário, haverá alguns engasgos. Mesmo assim, recomendo a todos. Passei 2 h hoje de manhã navegando nele, é um deleite. Melhor que perder tempo nisso que nos Orkuts da vida. E a primeira coisa que todo mundo faz é localizar sua casa. Agora quando dizem que o mundo é pequeno, tenho a sensação que é isso mesmo.

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 02:23 PM | Comentários (20) | Citações

junho 21, 2005

Depois do PC popular... o pré-pago!

Segundo nota da Info, parece que as classes C e D entraram pra valer na mira dos varejistas populares de PCs.

"Com modelo inspirado no de celular, o PC pré-pago é um projeto mundial da Microsoft que está sendo testado inicialmente no Brasil em parceria com o Magazine Luiza. O micro funciona com cartões e trava quando os créditos de hora acabam. A recarga é controlada por uma versão do Windows XP, criada especialmente pela Microsoft nos EUA para este modelo."

Modelo da Microsoft que trava quando os créditos acabam? Caramba, será que o meu PC já era pré-pago e eu nem sabia?

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escrito por Bia Kunze em Desktop às 11:08 PM | Comentários (8) | Citações

maio 22, 2005

Deus salve os pessimistas, pois eles inventaram o backup

Fico besta em ver quantos amigos digitais, plugados, antenados ou não, simplesmente ignoram uma atitude que deveria ser tão rotineira quanto escovar os dentes: backup. Não raro encontro alguém (muitos veteranos em tecnologia) choramingando dados perdidos. Backup é que nem camisinha: todo mundo conhece, todo mundo sabe que precisa usar, mas quem usa mesmo...

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Na minha faculdade, onde há menos geeks, é pior. Além de tudo sou obrigada a agüentar a cara torta de meus colegas ao ir embora, pois sou a última a deixar o laboratório. Já passamos por alguns problemas por pura preguiça de fazer cópia de segurança, hoje não confio em mais nada nem ninguém, salvo tudo duzentas vezes! Hoje, todo trabalho feito no After Effects é salvo no meu cartão SD e enviado por e-mail para uma conta minha com cópia para algum colega de equipe, além da minha pasta de aluna na rede da faculdade. Diga-se de passagem que, confiar na rede da faculdade para guardar qualquer coisa, é tão seguro quanto andar de noite no Jardim Ângela.

Desculpas para não usar, nenhuma cola. Dá para usar um HD velhinho como backup no PC (ou particionar seu HD), gravar dados em Zip Drive (que estão meio em desuso com o barateamento dos gravadores de CD/DVD), CDs, DVDs, pendrives, cartões de memória... Softwares existem aos montes. Você pode guardar pastas inteiras do seus sistema, seus dados, seus contatos, seus emails, enfim, tudo. O Firefox tem uma extensão que faz backup automático dos seus bookmarks. Até o Outlouco 2003 tem um add-in que permite essa funcionabilidade.

O mesmo vale para dispositivos portáteis. Todos que têm Palm devem obrigatoriamente usar o BackupBuddy. Os usuários de Windows Mobile (Pocket PC) têm uma ferramenta nativa de backup no ActiveSync, mas devem usar também o gratuito MobSync para resguardar dados dos cartões de memória. Há vários outros programas, mas esses são os mais conhecidos.

Ninguém é infalível. Nem eu. Volta e meia incidentes acontecem e eu perco alguma coisa. Nesse último mês, a pasta My Documents do SD do meu Dell sumiu duas vezes. Estranhíssimo isso, acho que foi por ter deixado a bateria se esgotar. Felizmente, por precaução, recupero 99% do conteúdo perdido.

"Deus salve os pessimistas, pois eles inventaram o backup." (tirei daqui)

escrito por Bia Kunze em Desktop às 10:21 AM | Comentários (13) | Citações

maio 15, 2005

Estupidez digital

Enfim, depois de adiado várias vezes, sai o anúncio do PC popular. E o governo só financiará se rodar software livre. Isso é bom, mas ainda faltam algumas coisas importantes.

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Para dar condições dessa meta de preço ser atingida, o governo definiu que haverá isenção da cobrança de PIS e Confins na venda ao consumidor, o que representaria uma diminuição de 9,25% no valor de venda. O computador precisará também ser financiado em até 24 parcelas mensais de no máximo 70 reais, com juros que não ultrapassem 2,5% ao mês, e oferecer um pacote de acesso à internet de no mínimo 15 horas mensais por 7,50 reais. A isenção de impostos também será entendida a PCs com preço de até 2.500 reais, como forma de combate à pirataria e ao contrabando. Nessa categoria poderão ser incluídos PCs com softwares proprietários, com o Windows XP Starter, desde que o teto do preço seja mantido. (...) Os equipamentos que integram o programa terão preços a partir de 1.400 reais e a conexão à internet será opcional. As configurações para o equipamento subsidiado pelo BNDES incluem memória RAM de 128 Megabytes (MB), disco rígido de 40 Gigabytes (GB), fax modem de 56 Kilobits por segundo (kbps), placas de rede, som e vídeo e monitor de 15 polegadas. Fonte: Plantão Info

Agora vem o grande problema: quem vai vender o PC Conectado são os grandes varejistas "populares". Os mesmos que têm em mente que qualquer coisa popular é sinônimo de baixa qualidade. É cultural em nosso país... se é popular, tem que ser ruim. É a calça que lava e encolhe, é o tênis não protege as articulações, são as casas construídas com areia que vem da praia, são os automóveis com peças semi-descartáveis. Por que seria diferente com o PC Conectado?

E já que falaram em isenção de impostos em máquinas de até R$ 2.500, por que o BNDES não opta por financiar também o Mac Mini? Lá fora ele custa U$ 500, aqui são R$ 3 mil graças à essa carga triburtária absurda. Ou será que inclusão digital não dá direito a máquinas de qualidade?

escrito por Bia Kunze em Desktop às 04:43 PM | Comentários (18) | Citações

abril 20, 2005

Plaxo

Eu já tinha criado uma conta no Plaxo há muito tempo, mas não usava. Foi uma conta-teste mesmo. Mas agora como usuária assídua do Oultook aderi ao serviço de corpo e alma. Estou atualizando minha lista de contatos essa semana. Se alguém aí receber pedido de confirmação de endereço, não é scam, sou eu mesma, ok? Como ainda estou aprendendo sobre o aplicativo, dicas de uso e truques são muito bem-vindos.

postado via pocket pc

escrito por Bia Kunze em Desktop às 08:36 PM | Comentários (4) | Citações