setembro 14, 2006

Zune chega para arrebentar

A Apple nem bem apresentou seus novos iPods e a Microsoft mostrou os dentes: trouxe à tona oficialmente seu tocador de mídia, o Zune. E as especificações do produto e os serviços disponíveis para ele mostram que a Microsoft está levando o projeto muito a sério. Será que enfim temos um real candidato a iPod killer?

Idealizado pela Microsoft, fabricado pela Toshiba e apoiado por parceiros de peso como EMI, Virgin e Ninja Tune, o Zune deve chegar ao mercado até o fim do ano, para as vendas de Natal. Muitos detalhes do produto foram apresentados, exceto o preço do dispositivo. E até agora, achei o aparelhinho fantástico.

O grande diferencial do Zune em cima do iPod é o compartilhamento de músicas. Graças à sua conexão wi-fi, que permitirá a troca de músicas entre dispositivos. Você poderá enviar arquivos de áudio para seus amigos, que poderão ouvi-los integralmente por 3 vezes, em até 3 dias. Depois desse período, a música poderá ser comprada na Zune Marketplace - diretamente do dispositivo! Não há detalhes de como essa compra é feita, mas conforme eu já havia dito aqui no blog, eu adoraria ter créditos que pudesse ir gastando à medida que fosse adquirindo músicas direto do aparelho conectado à web. E o Zune pelo visto realizará esse meu desejo antigo!

Logo após a compra de um Zune, o consumidor já ganha também algumas músicas e vídeos. No mercado virtual de mídia, os internautas poderão comprar música por música ou adquirir o Zune Pass, espécie de assinatura que permite o download de canções por uma taxa mensal. Na loja virtual, as músicas poderão ser adquiridas individualmente ou via Zune Pass, assinatura mensal para downloads.

Além do wi-fi, o Zune conta com os seguintes recursos: rádio FM, tela de cristal líquido de 3 polegadas (7,6 centímetros), capacidade de armazenamento de 30 GB e conexão à TV através de cabo à parte.

Segundo a Microsoft, o Zune é compatível com os formatos WMA, MP3 e AAC para áudio, JPG para fotos (que poderão ser usados como fundo de tela, além das skins personalizadas) e WMV e MPEG-4 para vídeos. Estará disponível nas cores branca, preta e marrom e terá uma infinidade de acessórios: capinhas, kits veiculares, caixas de som, carregadores portáteis, fones, docks e muito mais, graças às parcerias que estão sendo firmadas com empresas como Altec Lansing, Belkin Corp., Digital Lifestyle Outfitters (DLO), Dual Electronics, Griffin Technology, Harman Kardon and JBL, Integrated Mobile Electronics, Jamo International, Klipsch Audio Technologies, Logitech, Monster Cable Products Inc., Speck, Targus Group International Inc. e VAF Research. Ufa!

É, pessoal... A briga vai ser boa! Vou providenciar a pipoca...

postado via wi-fi

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 05:51 PM | Comentários (13) | Citações

setembro 11, 2006

iPod nano que fala

Lembra muito um iPod nano laranjão, já que é um tocador de MP3 diminuto, mas com telinha colorida e clickwheel. Só que o Samsung X830 Orange Edition (jura?) é muito mais que isso... apesar de seu tamanho diminuto (85 x 29 x 20mm e apenas 74g de peso) ele é também um celular GSM com câmera de 1.3 MP que faz fotos e vídeos, USB e bluetooth. Caramba!

Os homens podem não se dar muito bem com esse aparelhinho pela delicadeza e fragilidade. Para digitar naquelas teclinhas, só com a ponta da unha! Sem dúvida meninas geeks vão amar. Para quem não gostou do laranjão, o X830 (veja aqui detalhes do aparelho) está igualmente disponível em várias outras cores. Ele foi lançado na Ásia recentemente e, lógico, não tem previsão de desembarque por aqui.

E já que falamos em iPod nano, os olhos do mundo estarão voltados para o grande evento da Apple para amanhã. Nos sites de rumores fala-se numa 2ª geração do nano com 8 GB e carcaça estilo o iPod mini, disponível em várias cores e mais resistente a riscos.

postado via wi-fi

escrito por Bia Kunze em Celular às 10:55 PM | Comentários (7) | Citações

setembro 03, 2006

O DOPS da música (II)

Antes de ler esse artigo, recomendo que se leia a primeira parte: O DOPS da música (I). Agora falo um pouco de DRM e da minha experiência com sites de venda de música online.

Foi o maior fuzuê na web quando o Fairuse4wm, que crackeia a tecnologia DRM (Digital Rights Management) da Microsoft, caiu na rede. Agora a Apple foi vítima de um software que faz o mesmo com sua tecnologia, o QTFairUse6, que apareceu em redes de BitTorrent. Os dois aplicativos eliminam as proteções, permitindo o livre uso e compartilhamento dos arquivos de áudio protegidos.

Minha experiência com esse tipo de proteção faz com que eu seja terminantemente contra tal política. Que saudades dos tempos em que se comprava vinis e se fazia o que bem entendesse com eles! Ouvia em qualquer aparelho, emprestava... depois vieram as fitas K7 e todo mundo começou a copiar seus discos para ouvir no walkman. Lembram disso?

Pois hoje, na era digital, onde se trocam arquivos de músicas com uma facilidade imensa, as gravadoras entraram em desepero e colocaram em prática bloqueios absurdos. Não sou nenhuma santa, uso muito a rede BitTorrent, mas gosto de pagar pelo trabalho de um artista que admiro. Desde que eu possa fazer o que eu bem entender com as músicas que compro!

Há cerca de 2 anos comprei algumas músicas raras em sites internacionais de música online. Todas em WMA com a proteção da Microsoft, com 2 licenças de uso, ou seja, podia-se ouvi-las em 2 aparelhos distintos. Ouvia numa boa no WMP no PC e no Dell Axim x30. Depois troquei de PDA e perdi a licença, depois me desfiz do PC por um notebook e perdi a outra licença. Achei desaforo ter que pagar pelas músicas de novo e não o fiz. Não conseguia nem criar CDs de áudio. Logo depois entrei para o mundo maravilhoso do iPod, que sequer aceitaria WMA e o DRM da Microsoft... aí que desisti de uma vez. Minhas músicas ficaram sem ter como serem ouvidas e entraram num ostracismo digital. E como a Apple só vende via iTunes Music Store, indisponível no país, não tenho como adquirir música legalmente.

Então começaram a surgir alternativas.

Caçando músicas para o LostCast, eu e o Gui Leite encontramos faixas raras no www.allofmp3.com, disponíveis em uma grande variedade de formatos e sem proteção alguma. E com preços muito convidativos. Há faixas por 8, 15, 20 centavos de dólar, e álbuns inteiros por 3 dólares. Discutimos o receio de se comprar num site russo. Mas ele resolveu arriscar e se deu bem. Logo depois embarquei nessa também e posso dizer hoje que estou bem satisfeita com o serviço.

Em busca de mais opções de músicas brasileiras, fui conferir o UOL Megastore. O que me chamou a atenção foi o fato deles anunciarem com destaque que é possível ouvir em iPod as músicas lá vendidas. Checando a história, vi que não há nenhum segredo: eles recomendam que se grave as faixas adquiridas num CD de áudio e depois o ripe de volta no iTunes. Dá um pouco de trabalho, mas já é uma opção.

Comprei alguns créditos para experimentar o serviço. Cada música adquirida dá direito a 5 licenças e você deve obrigatoriamente ouvi-las no Windows Media Player. Transferi-as para o WMP do Pocket PC e rodaram direitinho. Só me frustrei com o acervo. Não encontrei os últimos álbuns de bandas como Paralamas e Titãs. Outra coisa estranha é o critério de tarifação das músicas e álbuns. Há faixas de diversos preços, mas não há desconto na compra do álbum inteiro. Graças a isso, o Acústico MTV do Ultraje a Rigor sai por absurdos R$ 79,60, pois cada faixa sai por R$ 1,99 - seja separada ou no álbum todo.

E para finalizar esse post, quero agradecer ao Edinho, leitor desse blog, que se ofereceu para "dar um jeito" nas minhas músicas antigas que não consegui mais ouvir por causa do maldito bloqueio. A história é mais ou menos a seguinte: há cerca de 2 anos comprei várias músicas em sites por aí, todas em WMA, com o DRM da Microsoft. No início tudo bem, mesmo achando um saco ouvi-las no WMP obrigatoriamente. Logo em seguida comprei um Dell Axim x30 e me decepcionei. Várias músicas não aceitavam o dispositivo, pois só tinham permissão para tocar em um dispositivo. Algumas não deixavam nem queimar um CD de áudio! Fiquei uma arara e nunca mais comprei música online. Uma pena que muitos desses álbuns adquiridos não existiam em lugar algum à venda, e nem em redes de bitorrent eu encontrei. São álbuns do Bing Crosby da década de 40 e de metal de bandas européias praticamente desconhecidas do lado de cá do Atlântico.

O Edinho copiou minhas músicas e depois as entregou para mim de volta, aqui em casa, em MP3, limpinhas. Maravilhada, perguntei qual o segredo. E ele disse que no Linux, o DRM da Microsoft é simplesmente ignorado. Bastou um programa de conversão. Simples assim. Sou uma criminosa? Digam o que quiser, gravadoras, mas as músicas são minhas, paguei por elas e tudo o que eu quero é ouvi-las. E basta.

É por isso que as redes de BitTorrent fazem um tremendo sucesso: vai além, muito além de simplesmente serem de graça.

postado via wi-fi

escrito por Bia Kunze em Cybercultura às 10:59 PM | Comentários (5) | Citações

agosto 10, 2006

O DOPS da música (I)

Os torrenteiros da web são hoje tratados (e caçados) como bandidos pelas entidades que representam os interesses das gravadoras. Sim, é tudo livre e de graça, e esse é o principal atrativo dos torrents. Mas por que ninguém vê que muita gente baixa música assim por pura falta de opção?

Tenho um catálogo de músicas digitais invejável. Gigas e mais gigas, ripados de CDs comprados nas duas útimas decadas, no Brasil e no exterior. Antes da 'revolução Napster' em 2000, quando a música digital explodiu.

Hoje tudo mudou. Quem quer andar na linha sofre: quero comprar música e não consigo! A última epopéia foi o álbum do Keane, Under the Sea, que saiu mês passado.

Se você comprar online em lojas como eMusic, ou mesmo UOL e outros portais que hoje vendem música, terá que engolir um arquivo WMA com DRM que só funcionará no Windows Media Player. Só comprei uma vez assim, quando ouvia música ainda pelo meu Dell Axim x50v. Pasmem, nem no Pocket PC o certificado da Microsoft foi aceito! Queimar CDs, fora de cogitação.

Depois comprei um iPod, onde nem dá para sonhar em ouvir WMA, lógico. Aliás, a Apple tem seu próprio DRM, e suas músicas só funcionarão no tocador deles. Meus infelizes (e pagos) WMA são inacessíveis aos meus ouvidos, só posso ouvi-los onde *eles* estiverem. Transformaram-se em inquilinos indesejados no meu HD.

Ótimo, tenho um iPod comprado em loja do Brasil e a loja online da Apple tem um excelente catálogo. Mas a iTMS fecha a porta na minha cara por meu cartão de crédito internacional não ser emitido num dos países que eles querem. 'Brasileiros, rua!'

A jurássica alternativa é você entrar no site de uma loja, comprar o CD e aguardar que chegue. Ou ir direto numa loja física. Mesmo assim, o DOPS das gravadoras estará na sua cola: você coloca o disco recém-adquirido no computador e... surpresa! Dá de cara com um software intrusivo, arrombando a porta, chamando você de ladrão imundo, se alojando no HD, abrindo sua geladeira e pegando uma cerveja sem permissão. E ainda avisa, ameaçador, que você só vai ouvir as músicas se for do jeito que ELE quer!

Caramba... eu só queria comprar minha música digital e ouvi-la onde eu quisesse... no meu notebook, em casa ou no trabalho, ou no carro, ou no meu iPod quando estiver pedalando. Por que é tão difícil?

Ah, mas nem tudo está perdido! A solução definitiva está a pouquíssimos cliques de distância: rede de bitorrents. Lá estava o álbum, com os MP3 disponíveis, limpinhos, sem me chamarem de ladra imunda...

Longe do tratamento de fichada do DOPS, a experiência fez eu me sentir uma deputada sanguessuga sendo tratada por 'Vossa Excelência'...

(P.S.: a história não acabou, aguardem o próxïmo post...)

UPDATE: Leia a parte II desse artigo.

postado via gprs

escrito por Bia Kunze em Cybercultura às 02:58 PM | Comentários (10) | Citações

agosto 07, 2006

iPod no carro

Conversando com o Erick a respeito de iPod no carro, ele me contou sobre seu CD player automotivo da JVC, recém-adquirido nos EUA por cerca de US$ 150. Graças à porta USB frontal, é possível controlar (e até recarregar!) o iPod pelo painel do carro, o que é bem mais seguro que manipular o clickwheel. Além disso, é possível plugar na mesma USB um pendrive e ouvir as músicas dali mesmo.

Aqui no Brasil, esse aparelho ainda tem um custo relativamente alto, ainda mais se considerarmos os riscos de uma capital como Curitiba. Creio que em Americana as coisas são mais tranqüilas. Por enquanto, a medrosa aqui fica com seu CD player normal com entrada auxiliar mesmo... Mas o aparelho é muito bacana. Mais detalhes e fotos no blog do Erick.

postado via desktop

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 08:25 PM | Comentários (14)

agosto 03, 2006

LostCast enhanced agora no navegador!

Novidade! Quem quiser ver a versão enhanced (com imagens e links) do LostCast e não tem iPod e nem tá a fim de instalar o iTunes, pode ver e ouvir direto no player embutido na página do podcast. Ficou fantástico! Pretendo disponibilizar logo uma versão enhanced do Podsemfio e farei a mesma coisa.

Funcionou no Safari, Firefox e Internet Explorer. Espero que vocês gostem! Qualquer probleminha, mandem um e-mail para eu e o Gui averiguarmos: lostcast [arroba] lostcast.com.br

postado via wi-fi

escrito por Bia Kunze em Podsemfio às 02:51 PM | Comentários (0)

julho 28, 2006

O que é 'enhanced'?


Clique para ampliar

Usuários de iPod talvez estejam mais habituados com o jargão 'enhanced', mas é importante esclarecer que não são apenas os donos de iPod que podem usufriur de podcasts com conteúdo 'incrementado'. Dependendo do podcast, enriquecê-lo com links, capítulos e imagens pode fazer toda a diferença.


Clique para ampliar

Quem acompanha o LostCast sabe que uma versão enhanced (AAC, extensão m4a) do programa é disponibilizada para os ouvintes. Num seriado como Lost, repleto de enigmas e detalhes, é muito interessante mostrar as imagens enquanto se discute as sutilezas que estão obscuras na história.

O formato AAC é proprietário da Apple e ganhou notoriedade justamente com o advento dos podcasts. Hoje muitos aplicativos (não necessariamente para Mac) rodam o padrão, independente do sistema operacional. Para para quem cria os podcasts, infelizmente só é possível fazer versões enhanced em Macs, por enquanto.

O 7º LostCast, que trata do episódio The Other 48 Days, é o mais amadurecido na versão enhanced até agora. E é a partir de agora que passamos a discurtir teorias, especulações e enigmas que até então evitávamos para não atrapalhar quem ainda não tinha acompanhado a 2ª temporada.

Até hoje à noite, nossa 7ª edição deve estar disponível para download no site. Com cada dia mostrado separado em capítulo próprio, fica mais fácil para o ouvinte que quiser avançar e retroceder em busca de informações num trecho específico. Também fica mais fácil, para quem ouve no iTunes, interagir diretamente com o nosso site ou links externos em um único clique. Detalhes como as misteriosas falas de Walt - que foram invertidas, revelando uma mensagem insólita - ou símbolos da Dharma, avisos, inscrições, podem ser visualizados ali mesmo enquanto se ouve eu e o Gui discutindo a respeito. Muito legal!

Quem usa Linux também pode acompahar as versões enhanced do LostCast através do programinha Media Player.


Clique para ampliar

O feed para quem quiser assinar a versão enhanced do LostCast é http://lostcast.com.br/enhanced.xml. Infelizmente o Podsemfio ainda não tem versão enhanced, mas pretendo soltar em breve um episódio experimental, bem incrementado. Seria fantástico! Imagine, falar dos novos gadgets enquanto eles são simultaneamente visualizados... linkando direto para reviews completos no meu site... Bem, quem quiser me dar um Mac de presente, aceito na hora e passo a disponibilizar versões enhanced em definitivo! Quem sabe não me animo para valer e passo a fazer até videocasts? E viro apresentadora? Hehehe. Para dizer a verdade, eu já tenho paquerado uns Macs por aí...


Clique para ampliar

postado via wi-fi

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 01:07 PM | Comentários (3)

julho 24, 2006

Foninhos brancos: no gosto do povo

De tanto andar de ônibus pela cidade nas últimas semanas (o carro está na oficina), perdi o medo de usar os foninhos brancos do iPod por aí. Na verdade, tenho os da Koss, pretos, mas quando estou de blusa branca (que uso muito por força da profissão) prefiro usar os originais mesmo, que ficam bem mais discretos no meio da roupa. Então escolho o fone conforme meu figurino do dia.

O que aconteceu para eu me sentir mais segura? Bem, tenho visto por aí tanta gente de foninho branco que desencanei. Os aparelhos campeões de presença ainda são discmans e mp3 genéricos, mas não é difícil achar nos camelôs, por R$ 5, fones bem parecidos com os do iPod. Viva a modinha!

postado via wi-fi

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 11:19 AM | Comentários (11)

março 07, 2006

Case para o iPod nano

Meu iPod nano passou dois meses pelado, coitadinho, vivendo apenas com a capinha de couro branca que veio com ele. Capas e cases são um tipo de acessório que eu sempre gostei de comprar pegando, mexendo. As lojas físicas aqui em Curitiba não têm quase nada para iPod. Apelei à web e comprei uma capa de silicone "no escuro". Eis um mini-review.

postado via PDAphone

Na web, os reviews das capas mais populares, Tubes e iSkin, não chegam num consenso. A iSkin parece melhor, mas é bem cara. As tais Tubes vêm em jogos com 5 unidades de cores sortidas, que mesmo juntas, saem por menos que a iSkin. Mas muita gente não recomenda. Tem ainda as meinhas da Apple que o Gui Leite tanto gosta... mas não são práticas. Queria algo que permitisse eu controlar o iPod sem tirá-lo da proteção, e as tais meinhas fazem exatamente o mesmo que a capa branca que vem de fábrica com o nano. Aliás, por que o termo "meinhas", iPod tem pés? E sente frio neles? :)

Os primeiros riscos apareceram no meu iPod nano. Apavorada, resolvi (às cegas) comprar uma case de silicone qualquer, via Mercado Livre mesmo. Se fosse uma droga, o prejuízo pelo menos seria menor.

Por R$ 40 comprei uma capinha de silicone preta, que veio com um armband igualmente preto. O verso da capa tem um espaço para quando quiser se passar a tira de braço. Bacana. Dá para correr ou pedalar legal ouvindo música.

No "kit" veio ainda de brinde um cordão de pescoço, tipo esses de celular à venda em qualquer esquina. Horrível, espalhafatoso. Foi pro fundo da gaveta. Pior que isso, só se fosse da Hello Kitty.

A capa, que é o que interessa, me surpreendeu. Macia, de boa empunhadura, não compromete o volume do aparelho. A área do clickwheel é coberta, sem se perder a sensibilidade. Ele funciona tão bem quanto descoberto. Pena que a área da tela

Existem uns adesivos de tela para iPods à venda por aí. Vi na Fnac. Mas são absurdamente caros (R$ 60), e até agora não entendi por que. Não sei nem se cobrem toda a frontal do iPod, ou só a tela: a embalagem não especifica. Também vi que a Apple lançou semana passada uma linha de cases de couro para iPods, por inacreditáveis U$ 99 cada.

Aliás, os fãs da Apple se queixaram dos preços de todas novidades recém-saídas do forno - além da capa "oficial", teve o novo Mac Mini (agora com chip Intel) e um esquisitíssimo hi-fi para iPods. Pra resumir, é uma gigante caixa de som branca, com dock para o iPod e controle remoto. Achei o design minimalista demais, mesmo para os padrões Apple. A qualidade do som até pode ser boa, mas juro que quando vi a foto dele, achei que fosse um exaustor de ar... Que negócio feio! Fotos e mais detalhes dele no blog do macman Gui Leite, aqui.

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 11:31 PM | Comentários (10)

fevereiro 12, 2006

iPod sem fio?

O site Macpress dá destaque à especulações de que a Apple pode estar preparando uma versão sem fio do iPod para lançamento em breve. Também especula-se um novo iPod vídeo, com uma telona de 3,5" que ocuparia toda a parte frontal do aparelho.

postado via PDAphone

iPod sem fio

Não é a primeira vez que surgem rumores a respeito disso. No caso do iPod sem fio, trata-se de um provável dispositivo equipado com bluetooth para uso com fones wireless e wi-fi para download de músicas direto da iTMS para o iPod.

A especulação é baseada em um pronunciamento recente da PortalPlayer, fabricante dos chips usados no tocador da Apple. Ela anunciou semana passada que assinou contrato com a CSR, fabricante de chips para conectividade sem fio WiFi e Bluetooth, a fim de adicionar esse tipo de capacidade a tocadores de mídia digitais. As duas empresas disseram esperar ter um chipset integrado disponível no segundo semestre deste ano. Como a principal cliente da PortalPlayer é a Apple, é de se esperar que uma novidade wireless englobe os iPods.

iPod vídeo com jeitão de PDA

Ainda no campo dos rumores, o site Think Secret falou de um novo iPod, desta vez "realmente" um iPod vídeo, com generosa tela de 3,5" sensível ao toque. Na verdade, a atual versão 5G que roda vídeos é a sucessora do modelo anterior, o Photo. A telona ocuparia toda a parte frontal do aparelho, e, sendo sensível ao toque, aposentaria o atual click wheel, responsável por todos os comandos do iPod. Os comandos ficariam num painel retrátil, semelhante à área de escrita virtual dos PDAs.

Tudo indica que esse provável lançamento seja entre fim de março e início de abril, destacando que 1º de abril é a data do 30º aniversário da Apple.

iTMS

As duas novidades são sem dúvida interessantíssimas. Mas eu só quero saber quando teremos iTMS no Brasil...

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 11:24 AM | Comentários (1)

janeiro 15, 2006

Review: iPod nano (II)

Eis a 2a e última parte do review. Enjoy! O link para a 1a parte do review está aqui.
Os comentários agora estão abertos, mas somente para este post.

postado via laptop

Parte II - iPod e a revolução no modo de se ouvir música


Músicas para cada ocasião

Como eu disse na 1a parte desse review, gosto de montar playlists para levar por aí no nano. Há playlists específicas com faixas top-rated de meus artistas favoritos; ou álbuns que estou ouvindo no momento; ou, conforme passei a fazer essa semana, criar playlists de "ocasiões": músicas para academia ou bike; músicas-ambiente para oconsultório; easy-music para relaxar, músicas alto-astral para meacordar ou me animar... enfim, não há limites, você cria suas listas manualmente ou automaticamente, criando critérios no iTunes. Algumas já vêm prontas (como as 25 mais tocadas). Também crio playlists para podcasts: podcasts informativos ou de notícias, podcasts para descontrair, podcasts musicais, podcasts sobre tecnologia e até podcasts para ouvir em consultório enquanto atendo - plugo o iPod na entrada auxiliar do som e mando ver. Assim, aproveito a chance e mando um recado específico ao Maestro Billy: no seu próximo ADD, lembre-se que muita gente poderá estar ouvindo você literalmente de boca aberta...!

E a bateria é show. Tem dias que o bichinho toca o dia todo sem parar e no fim do expediente ainda tem um pouquinho de carga. Se com o nano já é essa festa, com horas de música sem repetir ou interromper, imagine a alegria dos donos dos iPods de 20, 30, 40 ou 60 GB!


Adeus, rádios. Alô, podcasts

Sobre os podcasts eu precisaria escrever um capítulo à parte. Como eu fui ficando aos poucos viciada nessa nova mídia, cheguei a um ponto em que o iPod tornou-se uma compra obrigatória. Era podcast demais que eu queria acompanhar, e meu PC estava virando uma bagunça. Passei a agregar tudo no Egress, em meu Pocket PC, baixando direto por wi-fi. Ficou mais organizado, mas aí esbarrei na falta de espaço. Foi nessa época que vi o nano do Marcelo e me encantei.

O iTunes eu já vinha usando desde novembro do ano passado. Apesar de pesadão, ele organizava minha biblioteca de músicas e podcasts muito bem. Sem contar que dava para ver os podcasts enhanced - aqueles que fazem slideshow de imagens e tópicos, mas funcionam apenas no iTunes e nos iPods. Com os outros agregadores, tudo tinha que ser feito manualmente (salvando no SD do meu Pocket PC). Hoje, a dupla iPod + iTunes me economiza um bocado de tempo: o iTunes procura e baixa sozinho os novos episódios dos podcasts que assino e depois os sincroniza no iPod. Os episódios já ouvidos no nano são apagados no próximo e sincronismo e substituídos pelas edições novas. Tudo automaticamente, um arraso! Claro que também posso manter os podcasts se eu quiser, basta configurar isso no iTunes.

O fato é que, graças aos podcasts, rádio FM não faz falta nenhuma no meu iPod. Para que ouvir aquela mesmice dos locutores e sua programação repleta de jabá? Besteira, se posso ter uma infinidade de podcasts, ouvindo apenas músicas ou assuntos que me interessem, com QUEM eu quero e na HORA que eu desejar.


Plugue e ouça

A qualidade de som do iPod é indíscutivel. Os fones de ouvidos são bons, mas não excepcionais. A verdadeira capacidade do player é percebida ao se plugá-lo num aparelho de som decente. Costumo plugá-lo nas entradas auxiliares dos aparelhos de som de casa e da clínica. O chato é controlá-lo estando longe. O problema poderá ser resolvido com o novo controle remoto para iPods, recém-lançado na MacWorld essa semana.

Falar dos acessórios para iPods resultaria numa página ainda maior que este review. O mercado é vastíssimo; há desde caixinhas de som portáteis e fones especiais até docks, cabos e transmissores FM para carro, tanto fabricados pela Apple ou empresas parceiras. Mas é bom preparar o bolso ou quebrar o porquinho se quiser algum item desses...

Ouvir o iPod no carro é uma das modalidades favoritas dos fãs do aparelho. É possível se comprar kits para ligar o iPod ao som, permitindo controle total das músicas através do painel ou controle remoto. Algumas marcas oferecem soluções prontas (e caras) específicas para iPods. Uma alternativa mais barata é ligar o nano no line-in do painel, ou puxar um fio para a entrada auxiliar. Não se tem controle total e interação perfeita como os kits específicos, mas funciona muito bem. Foi o que eu fiz, levei meu carro numa loja de áudio automotivo mandei puxar a auxiliar. Meu som do carro tem 6 anos, não toca MP3 e o leitor de CD começou a implicar com alguns discos. Em compensação, as caixas são top de linha, na época investi mais nelas que no aparelho.

Ultimamente estava bem inclinada a comprar um belo tocador que aceitasse CDs de MP3, USB e cartões SD. Quando revejo o som que eu poderia comprado, eu dou risada. Plugar SDs... que piada. E se me roubam, imaginem o prejuízo? Com o que economizei no som poderei comprar no mínimo uma capinha decente para o nano. E chega de carregar caixas de CDs no carro!


***
Bem, é isso, espero que tenham gostado do review. Como não sou Applemaníaca e, pior, no começo até desdenhava dos iPods, espero que meus argumentos sobre as qualidades do nano sejam bem sólidos e suficientes, sem considerar modismos. Enfim, creio ter provado a superioridade do nano frente a outros tocadores de MP3 portáteis. Não me arrependi da aquisição, e duvido que alguém que compre um iPod nano se arrependa.

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 11:54 AM | Comentários (17)

janeiro 14, 2006

Review: iPod nano (I)

Bem, depois de 10 dias virando o nano do avesso e ouvindo muita música e podcasts, sinto-me enfim confortável para fazer um review completíssimo sobre ele. Como ficou enoooorme, tive que dividi-lo em 2 partes. Amanhã subo o restante.

Não vou repetir clichês estilo "oh, como é pequeno e leve". Acima de qualquer review, vou mostrar, nessa 1a parte, detalhes técnicos do nano comparado aos outros milhares MP3 players do mercado. Na 2a parte, mostrarei como o nano simplesmente revolucionou o meu modo de ouvir música. Coisas que nenhum outro player é capaz.

P.S.: a fim de evitar perguntas sobre coisas que podem estar na 2a parte da análise, fechei os comentários desse post. Amanhã cedo publico o resto e vocês podem ficar à vontade para tirar dúvidas, elogiar, criticar, xingar a Apple do Brasil, fazer declarações de amor -ao Steve Jobs, claro- etc etc etc :)

postado via laptop

Parte I - O que faz do iPod um player diferente


Características gerais

Mesmo sendo pretinho, o fone é branco, a marca registrada dos iPods. Não destoa do conjunto geral, pelo contrário. Mas creio que se o fone do nano preto fosse igualmente preto, não venderia. Afinal, vale lembrar que o fone branco também é símbolo de status...

Quando saio a pé na rua ou vou de ônibus ao centro da cidade, coloco um fone preto "standard" mesmo, que fica bem escondido entre meus longos e escuríssimos cabelos. O branco chama mais ainda a atenção, justamente pelo contraste. Mesmo tendo visto muita gente andando com foninhos brancos pela Av. Paulista, despreocupados, meu repertório de experiências desagradáveis em Curitiba não me deixa arriscar.

Por ser incrivelmente pequeno, o nano vai em qualquer lugar. No tradicional bolso de moedas do jeans, no bolso da camisa, ou, como eu tenho feito nesses dias de calor, preso na alça de blusinhas justas. Ele veio acompanhado de uma elegante mini-case de couro branco, mas que suja rápido. Os primeiros lotes de nano não vieram com essa case; ela foi uma solução "tapa-buraco" da Apple diante das freqüentes queixas de riscos no aparelho. A case é indispensável, pois o iPod risca fácil mesmo, mas é uma solução temporária. Pretendo comprar uma case de silicone, que permita que eu veja a tela e manipule os comandos com o nano dentro.

A Apple costuma alardear que no nano de 2 GB cabem cerca de 500 músicas, e no de 4 GB, 1000 músicas. Isso é muito genérico. Nesse exato momento, meu nano, que tem 4 GB, comporta 691 itens, ocupando 3,52 GB. Destes, 76 itens são podcasts, ocupando 913 MB.

Se você quiser, pode configurar para sincronizar sempre sua biblioteca completa do PC ou apenas uma seleção, caso não haja espaço suficiente no iPod. Esse é o meu caso, até porque eu não quero levar tudo o que tenho na biblioteca do PC em meu iPod. Prefiro selecionar álbuns que estou ouvindo no momento, ou recém adquiridos. Ou montar playlists. Faço playlists tanto de músicas como de podcasts. Tenho playlists para todas as ocasiões.


Memória flash

Afinal, com tantos players portáteis por aí, por que o iPod se tornou uma febre? Modismo? Design? Eu sempre me perguntei isso e muita gente vem até mim fazendo a mesma pergunta. A grande verdade é que o iPod alia beleza e inteligência. No caso do nano, o tamanho e o design minimalista, aliados à uma imensa capacidade de armazenamento, o tornam único. Sim, o nano é o melhor tocador de música portátil do mercado e *NÃO* tem concorrentes. Explicarei melhor:

- A miniaturização do nano só foi possível porque ele não usa HD, mas memória flash. Esses tocadores "genéricos" mais baratos à venda por aí também têm, mas não passam de 1 GB. A Apple encomendou e comprou adiantado 40% desse lote de memórias especiais da Samsung, com exclusividade. Por isso, só o nano tem 2 ou 4 GB de capacidade num console tão pequeno.

- Memória flash, ao contrário de discos rígidos, não tem peças móveis. É o melhor amigo dos ratos de academia e esportistas. Não sofrem desgaste mecânico e consomem menos energia. Por isso a bateria dura tanto. São muitas e muitas horas de som sem ter que recarregar.

- Memórias flash são lidas instantaneamente; já microdrives precisam ser "acessados" antes de lidos. Por isso a navegação pelos menus dos iPods nano é instantânea: clicou, entrou. Não há delay. Aliado à isso, o software do iPod é estupidamente intuitivo, a tela é linda, colorida e brilhante, um show para os olhos. Ou seja, em poucos segundos você logo acha o que quer naquela infinidade de gigas!


Características técnicas

O iPod nano é o sucessor do iPod mini. Como eu nunca tive um iPod, não posso dizer o que é novo e o que já existia, a não ser que há versões nas cores preta ou branca (os minis eram coloridos), que usa memória flash, e que tem tela colorida. Além de armazenar e executar áudio nos formatos MP3, AAC e WAV, o nano pode sincronizar sua agenda e contatos com seu gerenciador de PIM do desktop, como qualquer iPod. Por ter tela colorida, ele também permite salvar fotos e imagens de qualquer pasta pré-selecionada no PC (com a resolução original ou reduzida, adaptada à sua telinha). Isso sei que o iPod Photo também faz.

O que achei de diferente são o travamento por senha (interessante para quem sincroniza PIM, como eu não faço isso, é inútil), o relógio mundial (até 2 simultâneos), os joguinhos (outra inutilidade para mim, mas pode ser bacana para muita gente numa salinha de espera do médico, aos embalos da trilha sonora favorita) e o cronômetro. O cronômetro deve ser algo que gera imensa alegria nos esportistas - não falei que o nano era perfeito para atividades físicas? ;)

E para terminar, claro, a clássica função de pendrive, muito útil se você não larga do seu iPod e de quebra precisa transportar arquivos para lá e para cá.

Muitos usuários se queixam da ausência nativa de rádio FM e gravador de áudio, presentes em concorrentes como a Creative. Bem, para mim, nenhum faz falta. Rádio FM eu aposentei de vez graças aos podcasts (falarei mais disso na 2a parte). Gravador de voz, prefiro o do meu Pocket PC, que é mais versátil - eu gravo e na mesma hora edito, renomeio, compartilho, mando por email, enfim, faço o que quiser.

O nano exige USB 2.0 para fazer o sincronismo. Ele até que funciona com USB 1.1, mas avisa, ao ser plugado, que a sincronização será mais lenta. No meu antigo PC eu tinha os dois tipos, testei em ambos e a diferença existe mesmo. Hoje só tenho 2.0. Com o nano zerado, carregar meus atuais 3,52 GB leva aproximadamente 6 minutos e meio.


Interface

O clickwheel é um ovo de colombo. Como ninguém pensou nele antes? A interface minimalista, sem botões, é marca registrada dos iPods e a maior respossável pela beleza e simplicidade de uso que o tornaram um fenômeno de vendas. E é à prova de imbecis: num instantinho você faz tudo o que quer, deslizando o dedo naquela "rodinha" e clicando no botão central para dar ok. Nada mais de botões. Depois de um dia se familiarizando à novidade você está apto a fazer tudo sem delongas. É tão simples que no começo fiquei até com agonia, habituada que estou à complexidade dos PDAs...

No topo do aparelho fica a chavinha "lock", uma trava manual que evita cliques indesejados enquanto o nano está no bolso. Na base ficam o conector que liga o iPod ao PC através do cabo de sincronismo e a entrada para plugar o fone de ouvido. E só.

Depois do nano, olhar para qualquer outro tocador pequenino cheio de botões minúsculos e confusos chega a me dar arrepios.

Um tocador com tela colorida é tudo de bom. E que tela. Muito nítida e brilhante. Enquanto a música rola, posso ver o total de músicas do nano e a ordem da respectiva faixa dentre o total. Escorregando o dedo no clickwheel, altero o volume. Ainda na mesma tela, vê-se o nome da música, o artista, o álbum e o "artwork" (imagem da capinha do álbum), além de um timeline com o tempo de execução (ou remanescente, conforme vontade do usuário). Com um clique do botão central, alterno minha visualização para tempo remanescente (ou de execução), o artwork ampliado, o rating (até 5 estrelas, classificáveis no iTunes ou ali mesmo no nano, deslizando o clickwheel. No iTunes, se eu colocar a letra da música no campo lyrics (dentro da opção get info para edição de tags), poderei acompanhar a letra no nano também. Sensacional!


***
Na 2a parte desse review, falarei mais sobre o aspecto "social" do iPod nano e como ele é usado no meu dia-a-dia.

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 09:37 PM

janeiro 02, 2006

Pretinho básico

Voltei!

Ainda estou vivendo minha exclusão digital, mas pelo menos estou "iPodizada". Recebi o iPod nano hoje. O branco está em falta nos 4 cantos do mundo, então veio o pretinho mesmo... que para minha surpresa, é *muito mais* bonito que o branco! Em breve um review completíssimo.

Meu Qtek ainda não chegou (a Claro nem me manda notícias) e o note, só depois do dia 15. Nesses últimos dias, olhei meus e-mails umas 3 vezes se muito. Mas tudo bem, não desenvolvi sintomas de abstinência. Andei muito de bike, assisti meus episódios atrasados de Lost e Commander In Chief e ouvi muito U2, como aquecimento para o show em fevereiro. Li muito, escrevi mais ainda (à mão!) e dormi pra caramba - o que é um milagre dentro dos meus padrões.

Hoje, posso atestar categoricamente que um PC não faz tanta falta na minha vida quanto um PDA.

postado via desktop

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 05:20 PM | Comentários (16)

dezembro 14, 2005

iPod é o mais barato dos tocadores

Leu o título acima e quer me xingar? Xingue o Marcelo.
P.S.: Sim, madruguei hoje para ver a estréia do tricolor no mundial.

postado via desktop

escrito por Bia Kunze em iPod e cia. às 07:52 AM | Comentários (5)