dezembro 11, 2008

Preços e pacotes do iPhone da TIM

Tenho que morder a língua. Duvidei que a TIM conseguisse trazer o smartphone da Apple antes do Natal. Eles não só conseguiram como estão com condições que farão os donos do iPhone da Claro e da Vivo morrerem de remorso. Aliás, recomendo a estes que não continuem lendo este post, caso tenham problemas cardíacos.

O lançamento oficial é amanhã, dia 12 e a tabela vale tanto para pessoa física como clientes corporativos.

Os planos não são nenhum conto de fadas, já que, mais uma vez, os pacotes de voz privilegiam ligações para a própria TIM. Recebi a informação através de release de assessoria, mas claro, sempre temos a chance de ter "pegadinhas" nesses planos. Fiquem de olho aqui nos comentários ao longo do dia, pois estou entrando em contato com a TIM para confirmar detalhes - as famosas letras miúdas.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 10:02 AM | Comentários (63)

novembro 14, 2008

O mais novo membro da família


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Pois é! Pouco mais de um ano depois de entrar no lado branco da força, olha eu aqui com meu segundo Mac!

Trabalhar com o iMac foi uma experiência incrível, mas eu só me dei conta que precisava de mais mobilidade após passar o último mês quase todo em Sampa trabalhando exclusivamente nele. Voltar à Curitiba e ao meu notebook Windows foi uma experiência de choque. Estranhei MUITO!

Confesso que não queria gastar esse dinheiro, cerca de R$ 2.700,00, agora. Ainda mais tendo fechado o consultório recentemente. Mas como daqui por diante boa parte do meu trabalho será escrever, montar apresentações e editar áudio e vídeo, eu queria uma plataforma estável, confiável e confortável de se trabalhar. O iMac é perfeito, só precisaria ser portátil para me acompanhar nas sucessivas viagens.

Antes de tomar a decisão, aguardei o lançamento dos Macbooks novos mês passado. Quando me certifiquei que não haviam updates importantes, cogitei o branquinho. Queria pagar à vista e felizmente consegui um desconto na Fast Shop do Shopping Crystal, em Curitiba.

Nas próximas semanas, chegam os novos Macbooks nas lojas, cusatndo cerca de R$ 5.300,00. O branquinho que escolhi continuará em linha, mas sofrerá reajuste de quase R$ 1.000 por causa da alta do dólar. Ou seja, o momento era esse mesmo, não podia deixar passar!

O Asus Eee continua firme, sendo meu companheiro de trabalho quando estou na rua, em aulas, palestras e eventos. Ando de bike adoidado pela cidade e ele não pesa nas costas, nem me deixa insegura com gatunos.

E quanto ao meu notebook anterior, o Dell Latitude? Bem, ele já tem quase 3 anos de idade, mesmo assim, jamais pensei em trocá-lo por outro ou instalar o Vista. Nunca precisei formatá-lo, nunca tive panes. Ele continuará na ativa: logo após terminar os backups, pretendo particionar um Ubuntu junto. Agora que a versão 8.10 está com excelente suporte a 3G, creio que estou apta a testar meus dispositivos móveis, enfim, nas 3 plataformas: Windows, Mac e Linux.

Chato foi esperar uma semana para começar a configurar e instalar coisas no Macbook. As conexões em Curitiba estavam medonhas essa semana. Agora que cheguei em Sampa, estou colocando minha vida digital em ordem.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 08:13 PM | Comentários (34) | Citações

novembro 13, 2008

iPhone, o ditador das novas mídias móveis

De repente parece que TVs, rádios e até bancos descobriram que o universo mobile existe. Graças ao iPhone.

Assim que o iPhone foi lançado no Brasil, o portal de vídeos da Globo.com já tinha uma carta na manga: converteu sua base de vídeos para um formato compatível com o dispositivo da Apple. Criaram uma nova homepage otimizada, http://m.video.globo.com e, pelo Safari móvel, pode-se assistir todo o conteúdo disponível. Os videos são abertos em Quicktime. Embora anunciem o serviço para dispositivos móveis como um todo, não consegui abrir os vídeos em Symbian nem Windows Mobile.

Os bancos também já enxergaram potencial no iPhone e, seja para utilidade prática, seja para marketing, já disponibilizaram suas versões de internet banking adaptadas para o smart da Apple. Acho engraçado isso. Desde 2001 eu levantava a bandeira da mobilidade para os serviços bancários móveis, mas nunca foi ouvida. O máximo que conseguimos, na época dos Palms monocromáticos, foi um aplicativo do HSBC que sincronizava com o desktop conectado à web, via HotSync, atualizando o saldo para consulta offline. Algo que nem eles divulgavam muito. Com os celulares vieram os serviços de mobile banking, bastante limitados e atrelados aos portais das operadoras de celular. Excetuando-se o Banco do Brasil, ninguém oferecia nada mais sofisticado que meras consultas.

Outra curiosidade é acerca do serviço de fotos Flickr: consultando as estatísticas do site, a câmera do iPhone desponta como a campeã de postagens! Difícil tentar entender os motivos, já que câmera é o ponto fraco do iPhone, segundo a maioria dos usuários (exceto a Taís Araújo, talvez). Até pouco tempo atrás, o campeão entre os smarts era o N95, o que faz todo o sentido do mundo, seja pela popularidade do aparelho, seja pela qualidade da câmera. Como explicar a onipresença do iPhone num lugar onde se prima pela qualidade das fotos? A resposta: popularidade e conveniência. Tio Istive até pode atender a chorumela dos clientes e melhorar a câmera do aparelho, mas a grande verdade é que, mesmo que ele não o faça, as pessoas continuarão comprando iPhones e fotografando adoidado.

Números

As operadoras Claro e Vivo não têm do que reclamar. Segundo pude apurar, apesar dos preços nas alturas, o iPhone 3G está vendendo como pão quente.

Parece que a consultoria Predicta confirma isso apresentando números: em outubro, os dispositivos da Apple foram responsáveis por mais da metade dos acessos feitos a páginas de internet via smartphones no Brasil. Cerca de 54% dos acessos à web por smartphones são provenientes de iPhones (1a e 2a geração) e iPod touch. Na 2a colocação estão os dispositivos da Nokia, com destaque para o N95, com 33% dos acessos.

Ainda segundo a pesquisa da Predicta, os usuários do iPhone acessam mais páginas por visita que os demais. A média geral de páginas por visita nos smartphones é de 1,7. No iPhone, a média sobe para 2,7 – acima inclusive dos 2,2 páginas por visita registradas em PCs!

Uma observação: os números da Predicta não incluem acesso via WAP, portanto não refletem o perfil de navegação de todo o mercado de celulares no país. Aqui estamos falando apenas de smartphones. E também não dá para generalizar os números da web como um todo, já que apenas sites específicos são monitorados. Portanto não dá para generalizar os números para a web como um todo. A pesquisa foi feita basicamente entre clientes do mercado publicitário, o que mais uma vez também não reflete o comportamento do brasileiro médio.

Todos ganham

Enquanto os fanboys comemoram a supremacia da maçã no mundo móvel, é bom lembrar que não são só eles que saem ganhando com todo esse iOba-oba. Posso afirmar, com segurança, que todos os dispositivos móveis hoje estão sendo olhados com carinho por empresas e prestadores de serviços; assim, todo adepto da mobilidade sai ganhando. O CEO da Nokia já disse que a finlandesa também sai ganhando com o sucesso do iPhone, simplesmente porque ele chamou a atenção do mundo para a mobilidade e conquistou leigos como novos adeptos. Não é à toa que estão surgindo tantos aparelhos touchscreen por aí. Sorte que a Nokia enxerga mais longe as necessidades dos usuários e oferece modelos para todos os tipos de mãos, dedos, perfis, gostos e bolsos. Até a RIM percebeu que precisa diversificar, e não simplesmente imitar o iPhone, vide o Blackberry Storm.

Você não precisa ter um iPhone para ser feliz. Mas que o iPhone é o Messias do mundo móvel, ah, isso é. Ele está abrindo o mar para todos nós passarmos...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 02:02 PM | Comentários (28) | Citações

outubro 24, 2008

Os melhores apps pagos

Há algum tempo eu prometi que, em se tratando de App Store, eu os ajudaria a separar o joio do trigo. Isso é muito fácil com os apps gratuitos: é só baixar, experimentar e, caso não satisfaça, apagar. Com os apps pagos não é bem assim: não há versão demo ou período de testes. Baixou, pagou. Não tem volta.

Eu tive sorte: todos os aplicativos pagos que baixei são ótimos e têm me ajudado muito. Mas não foi fácil, pesquisei muito antes de comprar. Estou compartilhando com vocês minhas escolhas.


1. iSilo: U$ 9,99
Já resenhei o o iSilo para iPhone/touch aqui no blog. Foi o primeiro app que comprei, quando estava ainda com o iPod touch. O iSilo é um leitor clássico de eBooks de referência, principalmente de medicina e direito, abundantes na web. Existe há anos, desde os primeiros Palms monocromáticos.


2. SlovoEd English-Spanish: U$ 24,99
Como estou estudando espanhol, um dicionário completo na palma da mão é sempre útil. Além de ser um dicionário de duas mãos (Inglês-Espanhol e Espanhol-Inglês), o SlovoEd "pronuncia" 20.000 dos 36.215 verbetes armazenados.


3. Petals: U$ 1,99
O Petals é um "planejador familiar", ou seja, controla os ciclos menstruais, dias férteis, entre outras coisas. Nos tempos do Palm, e depois no Windows Mobile, eu usava o Woman, da Beiks. Há alguns similares gratuitos na App Store; a diferença do Petals é que ele é delicado e discreto: usa pétalas de rosas para marcar as datas no calendário. Um aplicativo de bom gosto para um assunto nem tanto.


4. HandBase: U$ 9,99
Mais um clássico do mundo dos PDAs. O HandBase é um programinha de banco de dados bastante personalizável, já resenhado por mim. Uso ele há anos para gerenciar meus pacientes, livros, receitas, etc. Depois das versões para Palm, WinMo, Symbian e Blackberry, chegou a vez do iPhone. Ainda simples e com alguns bugs - os acentos ficaram todos bagunçados ao importar os DBs do meu HTC Touch, o HandBase tem um potencial imenso para virar um dos melhores apps para o iPhone.


5. Flickup: U$ 1,99
Um uploader de fotos para o Flickr, bastante simples e prático. Ele sobre fotos direto da câmera do iPhone ou já armazenadas no dispositivo. Se o dispositivo tiver GPS - no caso, o iPhone 3G - podem ser adicionadas geotags. Além disso, título, descrição e tags podem ser editadas na hora. Tenho no meu iPhone, também, um atalho para a excelente página móvel do Flickr, otimizada para iPhone.



6. SplashID: U$ 9,99
Outro velho conhecido de quem usa dispositivos móveis há tempos, o SplashID se tornou referência como um wallet para armazenar senhas, dados bancários e outras informações, tudo criptografado. Tem um cliente desktop à parte para sincronismo.


7. Note2Self: U$ 2,99
Um bom garvador de áudio é indispensável para gravar notas, entrevistas, aulas, etc. Há vários na App Store, e gratuitos. A escolha pelo Note2self se deu, mas uma vez, pela confiança no desenvolvedor: é a WebIS, do consagrado Pocket Informant, que tanto falo aqui no blog. Já havia versões do Note2self para WinMo e Blackberry. As notas podem ser imadiatamente enviadas por email ou armazenadas no dispositivo.


8. OmniFocus: U$ 19,99
Desesperada por suprir a ausência de um gerenciador de tarefas no iPod touch e depois no iPhone, experimentei quase tudo que havia na App Store. Nenhum agradou. Muitos leitores recomendaram o OmniFocus; hesitei devido ao preço salgado. Mais tarde cedi e me encantei. Vale cada centavo. Quem usa o método GTD para gerenciar projetos e tarefas vai amar. Farei um post só para ele em breve.


9. AirSharing: U$ 6,99
Funciona como uma espécie de drive virtual no iPhone. Através do protocolo http e uma conexão wifi, arquivos podem ser compartilhados do desktop (XP, Vista, OSX e Linux) para o iPhone/touch e vice-versa. Além disso, é um viewer bacana para documentos no formato Office, iWork, PDFs e imagens. Hoje ele é pago, mas eu o baixei logo após o lançamento, quando era grátis.


Total gasto com aplicativos na App Store: U$ 81,92. Tio Istive é danado mesmo...

Nas próximas semanas, eu e meu amigo Erick Pessôa faremos reviews completos destes e outros apps pagos. Fiquem de olho!

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 08:54 AM | Comentários (40) | Citações

setembro 25, 2008

iPhone da Claro: culpar os impostos é papo furado

"O Brasil é singular. Celular paga mais impostos que revólver e cachaça" disse o presidente da Claro, João Cox, ao justificar os planos, digamos, singulares para o iPhone 3G da operadora. Mas jogar a culpa unicamente na carga tributária não justifica as condições abusivas presentes nas letrinhas miúdas dos planos.

Sim, já sabíamos que o iPhone viria para o Brasil custando uma baba. Meu palpite chegou bem pertinho. Mas para dizer a verdade, levei um choque foi com os detalhes dos planos atrelados ao aparelho. Tão logo eles foram anunciados pela Claro, no início da tarde, postei tudo no Twitter e recebi uma enxurrada de replies enfurecidos. E não é para menos:

1. Desde o plano mais simples, a prioridade é voz e SMS em detrimento dos dados. Ou seja, o Brasil é o único país do mundo que vai vender iPhone pra falar!

2. 100 ou 200 MB de dados é ridículo para um smartphone do nível do iPhone - que tem um navegador cheio (Safari) e prioriza aplicações de áudio e vídeo como o YouTube. Amigos meus que têm iPhone e usam com parcimônia gastam cerca de 500MB na rede EDGE. E olha que estamos falando de um aparelho 3G agora!

3. Dos 200 minutos de voz, 180 são para ligações Claro-Claro.

4. Os minutos não usados num mês não poderão ser usados no outro mês. Só os planos para iPhone têm essa condição ridícula em contrato. Já estou correndo atrás das normativas da Anatel para ver se isso não fere os direitos do consumidor.

Senhor Cox, vai dizer que a culpa disso tudo são dos impostos? Eu tive a impressão que a Claro quer apenas se aproveitar da boa-fé de gente a fim de pagar qualquer preço por um celular da moda...

Nadando contra a corrente da Apple no resto do mundo, o iPhone aqui será o mais caro do planeta, com marketing voltado ao público de elite como um produto de luxo. Sim, pois a festa de lançamento, em Sampa, será na Deslu, numa festa fechada para VIPs.

Nos EUA, quem primeiro teve em mãos o produto foram jornalistas de tecnologia como o David Pogue. No Brasil, serão ex-BBBs?

Resta saber se a política de preços da Vivo será assim também. Para ser bem sincera, não estou muito otimista. Daqui pouco estou saindo para o evento de lançamento da Vivo e contarei todos os detalhes da festa e da coletiva lá no meu Twitter. Fiquem de olho.

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escrito por Bia Kunze em Telecom às 06:03 PM | Comentários (95) | Citações

setembro 01, 2008

iSilo para iPhone

O iSilo é o leitor de eBooks profissionais mais popular que conheço. Disponível para uma série de plataformas móveis, é um clássico da área médica: a quantidade de livros e referências gratuitas disponíveis nesse formato é absurda. O aplicativo conversor, iSiloX, que transforma textos em arquivos pdb (formato que o iSilo lê), é gratuito e apresenta versões para Windows e Mac OS X.

Os leitores móveis, pagos, estão disponíveis para Palm OS, Windows Mobile (Classic e Professional), Symbian UIQ, Symbian UIQ 3, Symbian Series 60, Symbian Series 60 3rd Edition, Symbian Series 80, Blackberry e iPhone.

A versão para iPhone é a "caçula" da turma e foi o meu primeiro programa pago adquirido na App Store, semana passada. Mas não foi o meu primeiro iSilo: em 2002 adquiri minha primeira licença para Palm e, em 2004, para Pocket PC. Simplesmente é o meu braço direito no trabalho, pois carrego comigo guias farmacênticos, guidelines e referenciais de conduta em pacientes com necessidades especiais.

Depois da área médica, outras áreas, como o Direito, também passaram a usar o iSilo. Afinal, nada como carregar as até então pesadas Legislações de papel num dispositivo móvel, não? Graças ao pioneirismo, o iSilo se tornou obrigatório para uma série de categorias profissionais que se beneficiam da mobilidade.

Leitura no iPhone / iPod touch

Enquanto o iPhone não amadurece nas aplicações de trabalho - com agendas poderosas, bancos de dados e emails - sigo usando o iPod touch, que está preenchendo muito bem minhas necessidades de lazer e leitura. Aliás, ler no iPod touch é meu mais novo vício: a tela imensa, com ótima definição e rolagem macia, tornam a leitura um prazer à parte. No iSilo o scroll ainda não está tão macio e o dedo precisa "empurrar" a rolagem com um pouco mais de força. Espero que esse pequeno problema seja corrigido nas próximas versões.

Transferindo ebooks para o iPhone / iPod touch

Agora vem a parte chata da coisa. Enquanto em todos os PDAs e smarts até então existentes basta você sincronizar (ou mais simples ainda, arrastar-e-soltar) seu dispositivo para ler os eBooks nele, a versão do iPhone exige um pouco mais de malabarismo: é tudo por download.

Como eu tenho um servidor, eu subi meus eBooks para um local específico por FTP e depois baixei-os todos em meu iPod Touch. Mas não é preciso tudo isso. Se você usa Windows, pode usar um servidor http de arquivos, como o HFS. Traduzindo: você abre o programinha (é um executável simples, não precisa instalar) e joga nele os arquivos que quer transferir. O endereço IP do comptador é mostrado no programa, basta digitá-lo na opção de download do iSilo, colocando "http://" na frente. Pode não paracer uma opção muito amigável, mas é a que temos por enquanto...

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escrito por Bia Kunze em Aplicativos às 07:27 PM | Comentários (18) | Citações

agosto 26, 2008

Cadê o controle de qualidade na App Store?

Depois de virar do avesso a loja de aplicativos da Apple para iPhone, o que posso dizer até agora é que o resultado é decepcionante.

Desde 2001 estou habituada a buscar programas para trubinar as funções dos meus PDAs - primeiro, Palms, depois, Windows Mobile. Lógico que nesses anos todos os aplicativos desenvolvidos para esses sistemas amadureceram muito, tornando-se os responsáveis pela atual versatilidade profissional dos dispositivos móveis. Sempre pude procurar programinhas em sites de downloads gratuitos, como a www.freewarepalm.com e a www.freewareppc.com, além de fazer compras da loja Handango, a mais conhecida do ramo. Ou mesmo no site dos próprios desenvolvedores.

Quando tio Istive anunciou a possibilidade de desenvolvedores criarem soluções para iPhone, vibrei. Nesse meio tempo, eles usaram e abusaram de sua critividade. iPhones e iPods touch "jailbreakados" passaram a mostrar o potencial dos dispositivos da Apple.

Então veio a solução oficial, a App Store. Com direito a uma "filial" brasileira. Mas depois de uma semana lendo e caçando tudo o que podia sobre aplicações, confesso-me decepcionada. Nem de longe a App Store apresenta aos usuários soluções tão interessantes e produtivas quanto as existentes para outros sistemas.

Enquanto estou ávida por um bom programa de agenda (felizmente uma versão do Pocket Informant para iPhone está sendo desenvolvida), um bom (e versátil) leitor de eBooks, e um gerenciador de documentos, além de outras soluções produtivas, o que a Apple nos apresenta são, na maioria das vezes, aplicações inúteis. Ou, pelo menos, ruins.

Toma-se como exemplo um greneciador de tarefas. Foi um erro grave não ter nativamente no dispositivo, algo que os desenvolvedores imediatamente tentaram "consertar". Hoje há vários disponíveis na App Store, entre gratuitos e pagos. Mas mesmo os pagos podem ser chamados de patéticos. Faltam coisas básicas, como categorizações e contextos. Faltam alarmes. Quando encontra-se um mais completinho, ele resvala num pecado mortal: a falta de sincronismo ou backup. Qual o sentido de se colocar todas as suas tarefas importantes num dispositivo, podendo perdê-las a qualquer momento sem possibilidade de recuperação?

Mas aos desenvolvdores, darei um desconto. Eles estão trabalhando bastante, é só uma questão de amadurecimento. Não se ciram soluções completas de uma hora para a outra. Eu fico indignada é com a Apple, que não está sabendo o que colocar à disposição dos usuários. Há vários (e bons) aplicativos já criados, usados pelo pessoal que faz jailbreak mundo afora. Mas cadê?

Fiquei passada com o caso do aplicativo do pato de borracha. Um cara criou um pato de borracha virtual, que pode ser "apertado" e fazer barulho virtualmente. E só. Tudo bem, cada um cria o que quer, e o programinha era de graça mesmo. Mas o cara esperou o pato ficar entre os "top 25" para passar a ser vendido a U$ 0,99. O pessoal que consulta rankings para separar o joio do trigo acaba comprando.

Sei que a Apple quer dimdim também, mas não é só isso. Outro exemplo foi o de uma régua que usa o acelerômetro. Nos comentários, o desenvolvedor foi "desmascarado" pelos usuários, e descobriu-se que tal régua foi "roubada" do SDK oferecido à comunidade. Não adiantou nada: o aplicativo, pago, está entre os "destaques" da App Store. Cadê o controle de qualidade que tio Istive prometeu?

Não quero ser intransigente, nada tenho contra patos de borracha, sabres de luz ou bolhas para estourar. Todos são livres para criar. Mas fico chateada em saber que há uma "fila" e, creio eu, que bons desenvolvedores não estão tendo a chance de colocar seus trabalhos à venda ainda, enfrentando algum tipo de burocracia obscura. Também tenho a impressão que a Apple está priorizando os games. Aliás, para estes, eu tiro o chapéu: estão sensacionais, aproveitando todo o imenso potencial gráfico da dupla iPhone / iPod touch.

Outro problema sério que constatei: a falta de período de experimentação dos aplicativos pagos. Muitos deles parecem atraentes, mas é difícil averiguar se eles realmente preenchem as necessidades do usuário sem testar antes. As informações que os desenvolvedores disponibilizam são, na maioria das vezes, insuficientes. Ou, pelo menos para saber se não são bugunetos demais. Já baixei coisa que nunca consegui fazer funcionar. Que tal um trial de 5 dias para games e 15 dias para aplicativos, heim, tio Isitive? Desde meu primeiro Palm eu podia experimentar um aplicativo antes de optar pela compra...

Tenho certeza que há bons aplicativos em desenvolvimento. Porém tenho lido por aí, em blogs de desenvolvedores, que a Apple está demorando demais para aprovar suas requisições. Espero sinceramente que nas próximas semanas surjam mais soluções produtivas do que meros simuladores de isqueiros. Enquanto isso, creio que ainda vai demorar para que um usuário profissional de Palm, Windows Mobile ou Blackberry troque seu dispositivo pelo da Apple sem involuir no trabalho.


* * *
Nos próximos posts, ajudarei a separar o joio do trigo, apresentando para vocês o melhor que a App Store oferece.

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escrito por Bia Kunze em Aplicativos às 10:15 AM | Comentários (37) | Citações

junho 09, 2008

iPhone 3G e iPhone 2.0, enfim

A WWDC é um evento para desenvolvedores, e não para anúncio de novos produtos. Contudo, tio Istive anunciou o iPhone 3G e suas estratágias para brigar de igual para igual com Windows Mobile eBlackberry pelo usuário corporativo.

Agora a segunda geração do iPhone tem GPS, 3G e é todo preto (pergunta básica: risca?), tendo em breve uma versão branca para o modelo de 16 GB. Pois é, contrariando as expectativas de muita gente, não foi dessa vez que apareceu o modelo de 32 GB.

Acredito que o motivo seja o preço: o iPhone quer abocanhar cada vez mais mercado, em especial, o corporativo. Para tal, houve um corte radical no valor do bichinho: U$ 199 para o de 8 GB e U$ 299 para o de 16 GB, com contrato de 2 anos. céus! Um iPhone de 8 GB custando o mesmo que o meu nano comprado há pouco mais de um mês nos EUA! A gente pode concluir que o custo de produção de um iPhone não é tão alto quanto se imaginava. E dá para ter uma idéia do quanto eles faturaram com a primeira geração...


Dá para trabalhar com o iPhone 2.0?

O mais importante do evento nem foi o novo aparelho, mas o novo firmware, ou seja, o sistema operacional que roda no dispositivo: o iPhone 2.0. A atualização é gratuita via iTunes para quem já tem o modelo da primeira geração (legalizado, é lógico) e custará U$ 9,95 para donos do iPod Touch.

O primeiro iPhone era perfeito para quem queria um iPod convergente, com algumas aplicações básicas para iniciar os leigos ao mundo da mobilidade. A Apple fez isso muito bem, conquistou legiões de fãs que nunca pensaram em ter um celular inteligente.

Mas o que eu mais vinho debatendo ultimamente com muitos usuários de smartphone é: o iPhone já pode substituir um Blackberry, Palm ou Windows Mobile para trabalhar? Entre os veteranos de tecnologia móvel, a resposta era um uníssono "não". Quem aderiu ao smartphone da Apple acabou deixando-o como um dispositivo pessoal, para diversão, sem abrir mão de um aparelho de outra plataforma para trabalhar. Donos de Blackberry ainda são os mais resistentes em fazer a troca.Justamente a plataforma campeã de popularidade entre os executivos.

Do lado dos usuários de Windows Mobile, a resistência vinha por conta dos usuários de um sistema já maduro, com uma biblioteca imensa de softwares e milhões de licenças mundo afora, nas mais diversas marcas: HP, HTC, Samsung, Motorola, Palm e até Sony Ericsson, agora com o Xperia.

Eu fui resistente. O grande mérito do iPhone sem dúvida é a beleza e a simplicidade de uso, como tudo no mundo Mac. Mas eu ainda não poderia deixar meu Windows Mobile de lado, com tudo o que uso nele regularmente para cumprir meu papel de profissional móvel. E o que mais pesa em minha vida hoje é Exchange, Office e o banco de dados dos meus pacientes. Tudo isso mais os aplicativos de terceiros que estão começando a chegar e a idéia do iPhone para trabalho finalmente tornou-se viável.

Outra novidade é o MobileMe, que nada mais é que o serviço .Mac (que andava esquecido pela empresa) mais turbindo, com opções de sincronismo via rede, entre múltiplas máquinas e over-the-air.

Dentre as novas e mais importantes implementações do iPhone 2.0 estão suporte a iWork (o Office do mundo Mac), mais o ActiveSync (plataforma de sincronismo da Microsoft que a Apple licenciou), mais o suporte a Exchange, mais os aplicativos de terceiros... e pronto: já temos um iPhone para trabalhar!


iPhone no Brasil

O Brasil não está no rol dos "22 sortudos" que terão o iPhone 3G disponível já no dia 11 de julho: EUA, Reino Unido, Austrália, Áustria, Bélgica, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Irlanda, Itália, Japão, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia e Suíça. Tio Istive prometeu que em qualquer país o aparelho mais básico custará U$ 199 com contrato de 2 anos com a operadora.

Mas o Brasil está na lista dos 70 onde o iPhone chegará oficialmente até (dizem) o fim do ano. A Claro é a operadora que o venderá aqui, mas jamais por esse preço. Eu, pessimista que sou, acredito que custará uns 2 paus, bloqueado e no plano de 1.000.000 de minutos. Afinal, o Palm Centro, que visa ser "um smartphone popular" por U$ 99 nos EUA sem contrato atrelado, transformou-se em R$ 1.099,00 no nosso varejo em condições similares.

Tio Istive, adorei sua nova política de preços. Mas... você sabe como funciona tributação no Brasil?

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 06:02 PM | Comentários (49) | Citações

junho 04, 2008

HandBase para iPhone e meu próximo smartphone 3G

Nesse mês de junho completo 1 ano com meu HTC Touch e tudo o que tenho a dizer é que ele continua perfeito para minhas necessidades. Exceto pela ausência do 3G.

Sei que mais cedo ou mais tarde terei que trocar de aparelho, pois não pretendo mais ter conexão de internet fixa em casa ou na clínica. O 3G entrou na minha vida e dela não sai mais.

Vários candidatos apareceram nos últimos meses, mas nenhum me animou a deixar o HC Touch para trás. O Touch Dual (sem wi-fi, sem chance), o TyTN II e o Touch Cruise (trambolhudos demais para quem se acostumou com a leveza do Touch) e, mais recentemente, o Diamond - cujos primeiros reviews web afora não têm me empolgado por enquanto.

Porém, surgiram essa semana dois fortíssimos candidatos a meu próximo PDAphone: o ETEN DX900 e o HTC Touch Pro. Falarei deles no próximo post.

Para complicar minha vida, semana que vem sai o Jesusphone 2.0 e não se tem falado em outra coisa na internet. Eu tenho minhas dúvidas que o iPhone 3G seja enfim uma versão para profissionais móveis largarem de vez seus Palms, Blackberries e Pocket PCs, sem arrependimentos. Mesmo com a App Store despontando. Mas não dá para descartá-lo como candidato.

O que está me fazendo balançar pelo iPhone, pela primeira vez, é o aplicativo que é o grande braço direito no meu trabalho como denista itinerante: o programa de banco de dados HandBase. Pois é, o pessoal da DDH Software avisou hoje que já está trabalhando numa versão dele para o smartphone da Apple. É graças ao HandBase que levo os prontuários digitais dentro do bolso, realizando atendimento odontológico em domicílios, casas de repouso e hospitais. Aqui tem um review completo sobre ele.

Qual será meu próximo smartphone 3G? Os aparelhos Windows Mobile Pro continuam na dianteira da minha preferência. O sistema operacional está maduro, a biblioteca de aplicações disponíveis é imensa e eu não sentiria dor nenhuma durante a migração. Um simples sincronismo e estou pronta para ir pra rua atender meus pacientes odontogeriátricos...

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escrito por Bia Kunze em Aplicativos às 05:35 PM | Comentários (14) | Citações

fevereiro 26, 2008

O lado bom da "não-inovação" dos MacBooks

Bem, eu nem vou comentar por aqui a atualização das linhas MacBook e MacBook Pro. Mas achei engraçada a repercussão dos fãs indignados.

Passei a manhã pedalando, e, ao chegar em casa, antes de tomar um banho e correr para o consultório, fui espiar o Twitter. Sem mesmo ler meus feeds, já que eu não estava sabendo das novidades da Apple. Mas... até parecia que a Apple fez um downgrade, de tanta reclamação!

O upgrade dos MacBooks foi mixuruca mesmo, sem nenhuma inovação. Mas há um lado positivo nisso. Essa continua sendo uma boa hora para quem quer comprar um note da Apple no Brasil. Há ótimas promoções rolando no varejo. Dá para comprá-los, levar o Leopard por um tiquinho a mais e usar uma máquina atualizada com um bom preço. Quem precisa de drive Blu-Ray, oras? :-)

Mas não vou esconder minha decepção quanto ao atraso do SDK do iPhone. Sinceramente, achei que ele sairia hoje. Bem, eu já havia decidido esperar um pouco mais antes de comprar o iPod Touch de 32GB. Porém, agora com o EEE comprado, terei mais um prazo para engordar o porquinho de volta... só sei que sem SDK não compro.

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postado via gprs / edge numa pausa no trabalho para um café

escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 05:11 PM | Comentários (16) | Citações

fevereiro 06, 2008

Surpresa: novos iPhone / iPod Touch com o dobro de memória!

Sempre fico meio "perdida" em feriadões excessivamente longos, como o carnaval. Assim, sábado e domingo trabalhei normalmente, dividindo-me entre meus textos, leitura e afazeres domésticos, mas segunda e terça fiquei longe de qualquer computador ou smartphone. Qual não foi minha surpresa hoje ao ver o upgrade "silencioso" na linha iPhone / iPod Touch, da Apple!

Embora hoje só tenha 2 pacientes para atender, voltando ao expediente odontológico de verdade só amanhã, estou super na ativa hoje, alternando-me entre bancos e supermercados. De bike, já que o tempo abriu e o sol está lindo. E entre uma fila e outra, vou espiando meus feeds.

Fiquei bem surpresa com o upgrade discretíssimo da linha iPod e iPhone. Pois é, a partir de agora, a linha iPhone conta com um modelo novo, com 16 GB de armazenamento, e um novo iPod Touch, com 32 GB. Não sei por que a Apple não fez o anúncio na MacWorld, há poucas semanas. Tenho certeza que muita gente que comprou seu iPod ou iPhone na feira, ou mesmo no Natal, deve estar meio frustrada. Eu estaria furiosa se tivesse comprado o meu Touch no Natal. Vejam, em pouco mais de um mês, surgiu o update pago do Touch (com mail, notas etc por U$ 20) e um modelo com o dobro de memória...

Para quem tem iPhone, não creio que valha a pena fazer o upgrade só pela memória em dobro. Talvez seja melhor aguardar um possível modelo com 3G. Ainda mais para nós, brasileiros, onde o cenário 3G ainda mal começou a se esboçar.

Quanto ao iPod Touch, minha opinião é completamente diferente. Um modelo de 32 GB, com os novos aplicativos vindo nativamente... agora sim, parece-me digno de ser comprado! Mesmo assim, vou esperar um pouquinho mais: quero que o SDK dê o ar oficial de sua graça para ver como será a política da Apple em relação a isso. Continuo achando os produtos da Apple o máximo, mas certas atitudes dela têm me trazido surpresas desagradáveis. Por exemplo, vamos ver se eles não vão cobrar mais U$ 20 por um upgrade de firmware "que passe a aceitar os novos aplicativos oficiais na iTunes Store" ou outras babaquices do gênero...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 05:12 PM | Comentários (16) | Citações

janeiro 23, 2008

Por que o iPhone 3G não saiu

Com o Lotus Notes arrastando uma asinha para o iPhone, o celular da Apple começa a corresponder às expectativas de quem queria usá-lo não só para lazer, mas também trabalho. Aliás, talvez o público tenha mais interesse nisso do que uma suposta versão com redes em alta velocidade.

Mas não é só isso. A culpa do iPhone 3G ainda não ter dado o ar da sua graça é da AT&T. Reclamações constantes e cada vez mais veementes de usuários que usam a rede de dados da empresa mostram que a AT&T tem problemas estruturais sérios hoje. E, com as vendas do iPhone em 2007 - todo aparelho está vinculado a um plano de dados ilimitado - essa rede certamente saturou.

A AT&T precisou lançar uma solução de emergência e reestruturou todos os seus planos de dados. Dessa forma, junto com a solução da IBM, a operadora poderá melhor atender os usuários mais importantes nesse segmento - os corporativos. Basicamente ela diminuiu pacotes e preços. E seu até então plano ilimitado ganhou um teto de 5 GB.

Se analisarmos a fundo, 5 GB é coisa pra caramba para um dispositivo móvel que, na maioria das vezes, atinge velocidades de navegação que nem de perto poderiam ser chamadas de "banda larga". Mas se foi preciso impor esse limite, é sinal que a coisa estava preta mesmo. A AT&T avisou que quem exceder não terá cobrança extra, mas poderá ser desligado do contrato se a operadora assim quiser. Céus!

O mais engraçado é que os "limites" de uso de banda estão intimamente ligados ao aparelho que o usuário possui. A restrição mais feroz está aos usuários de "windows media devices" (sic), tipo de aparelho, aliás, que eles não venderão mais... (!) O iPhone, que dá mais "status" à empresa, pelo visto não entrou na jogada e seus donos poderão continuar usando à vontade. Que é isso, alguma espécie de plano maligno armado com a Apple para ganhar privilégios em cima da concorrência? Que feio, heim, AT&T?

Assim, podemos ter certeza que a Apple dispõe da tecnologia para seu iPhone funcionar em redes 3G. O que não existe é rede para todo mundo. Portanto, a prioridade agora é fazer o celular ganhar terreno mundo afora.

Aqui no Brasil, uma medida parecida já foi tomada pela Claro, que botou um limite de 2 GB no seu até então plano ilimitado. Tudo isso mostra que, em qualquer país, as operadoras são a mesma porcaria. Mesmo na Europa, onde o 3G goza de relativo sucesso, as políticas restritivas das operadoras no acesso a conteúdo renderam à Vodaphone o apelido de "Vaderphone"...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 02:52 PM | Comentários (11) | Citações

janeiro 15, 2008

MacBook Air: a realidade mais distorcida do que nunca

Sim, eu sei que o Air é lindo, um verdadeiro objeto de desejo. Mas se colocarmos sob análise o custo-benefício, veremos que tio Istive está supervalorizando a máquina. Corrigindo: supervalorizando mais do que o normal, já que estamos falando de Apple.

Antes de mais nada, temos que ter em mente que o Air é uma linha à parte dos MacBooks, voltada à mobilidade. Um ultra-mobile, já que algumas funções foram sacrificadas em prol da mobilidade. Não tem drive ótico, nem placa de vídeo e apenas uma porta USB. Além disso, o espaço de armazenamento está limitado a um HD de 80 GB ou flash de 64 GB. É uma máquina que não tem condições de ser a única ou a principal de alguém.

Normal, já que a prioridade é a mobilidade, e o Air não é a única máquina do mundo com esse perfil. Mas é a única que passa debaixo da porta e tem a grife da maçãzinha na tampa. E é aí que Tio Istive começa a se aproveitar de seu célebre dom de distorcer a realidade. O iLâmina de Barbear custa U$ 1.800 na configuração mais básica. E com a memória flash de 64 GB, o preço passa dos U$ 3.000. Peralá!

Enquanto acompanhava o keynote, eu estava em dúvida se o preço do bichinho seria o mesmo do MacBook. Ou do Pro. Mas não. Tio Istive Turco fincou a faca. E o mais engraçado é que não vi ninguém reclamando. Ou melhor, até reclamando, mas dispostos a pagar o preço.

Lembro que quando o iPhone saiu o preço também assustou, mas achei os 600 doletas menos "ofensivos" que o contrato obrigatório de 2 anos na AT&T com plano de dados ilimitado. Os bloqueios, restrições e a briga de gato e rato da Apple com os hackers são os itens que mais me irritam no iPhone, não o preço. Mas os U$ 1.800 do MacBook Air estão muito, muito além do que ele vale realmente. Mesmo que ele possa passar por baixo da porta, dessa vez a famosa distorção da realidade da Apple ultrapassou todos os limites...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 09:07 PM | Comentários (77) | Citações

O keynote do MacBook Air

A seguir, os principais pontos do keynote do tio Istive que me chamaram a atenção.

Números
- Fiquei espantada com os números de marketshare que a Apple mostrou. Nos EUA, só está atrás da RIM, do Blackberry. Até a Palm ficou para trás. Lembrando que o único lugar no mundo onde os Treos ainda são fortíssimos hoje é nos EUA. E lembrando também que não existe iPhone CDMA, tecnologia que que têm grande base de usuários no país, além de muitos modelos Palm e Blackberry. Será que tem algo por trás desses números que deixei escapar?

iPod Touch
- O maior defeito do iPod Touch foi sanado: Mail, Stocks, Notes, e Weather agora estão disponíveis para o player. Só que para tê-los é preciso desembolsar 20 doletas.

Apple TV e filmes na iTS
- Apple TV agora é independente de um computador para obter conteúdo online. Demorou. Agora, praticamente todo grande estúdio (Touchstone, Miramax, MGM, Lionsgate, Newline, FOx, WB, Disney, Paramount, Universal e Sony) estará na iTunes, que também passará a alugar filmes. Funcionará assim: baixou, tem 30 dias para começar a assistir, e, uma vez iniciado, tem 24 h para terminar de ver. Com qualidade de DVD ou HD, de acordo com o gosto do freguês.

MacBook Air
- O MacBook Air é o notebook mais fino do mundo. Mas não basta dizer isso. Ele é muito mais fino que qualquer note que a gente já tenha visto na vida. A parte mais espessa dele é mais fina que a parte mais fina de um Sony Vaio da série TZ. A tela é de 13.3", o trackpad é multi-touch e o teclado tem um sensor de luz ambiente para fornecer a retro-iluminação de acordo. Você pode optar para ele vir com HD de 80 GB ou memória flash de 64 GB. Nesse último caso, ele será mais caro, porém mais veloz e econômico. Não tem drive de CD/DVD, mas um acessório estará disponível por U$ 99. O Air virá com um software que pode "emprestar" o drive de um outro PC ou Mac que esteja por perto. O chip Intel Core 2 Duo foi encolhido 60% a pedido da Apple, e pode ser de 1.6GHz ou1.8GHz. Além disso, vem com wi-fi, bluetooth (2.1 EDR), micro-DVI, audio out e apenas uma porta USB. A proridade do aparelho é mesmo o tamanho e a leveza. Além disso, é ecologicamente correto: seu case é de alumínio (ótimo para reciclagem), o display é totalmente livre de mercúrio e chumbo, as placas e circuitos são livres de BFR e o volume de sua caixa é 56% menor que a do MacBook.

Enfim, o garnde anúncio foi mesmo o tal do MacBook Air, que, para resumir, é uma tetéiazinha ultramobile e super conectada que cabe dentro de um envelope. Me lembrei daquela paródia clássica do iPod flea. Preço da criança: U$ 1799. Quem aí quer quebrar o porquinho? Eu quebraria se meu porquinho não fosse tão magro. Daqui não sai churrasco...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 04:51 PM | Comentários (14) | Citações

O keynote do MacBook Air

A seguir, os principais pontos do keynote do tio Istive que me chamaram a atenção.

Números
- Fiquei espantada com os números de marketshare que a Apple mostrou. Nos EUA, só está atrás da RIM, do Blackberry. Até a Palm ficou para trás. Lembrando que o único lugar no mundo onde os Treos ainda são fortíssimos hoje é nos EUA. E lembrando também que não existe iPhone CDMA, tecnologia que que têm grande base de usuários no país, além de muitos modelos Palm e Blackberry. Será que tem algo por trás desses números que deixei escapar?

iPod Touch
- O maior defeito do iPod Touch foi sanado: Mail, Stocks, Notes, e Weather agora estão disponíveis para o player. Só que para tê-los é preciso desembolsar 20 doletas.

Apple TV e filmes na iTS
- Apple TV agora é independente de um computador para obter conteúdo online. Demorou. Agora, praticamente todo grande estúdio (Touchstone, Miramax, MGM, Lionsgate, Newline, FOx, WB, Disney, Paramount, Universal e Sony) estará na iTunes, que também passará a alugar filmes. Funcionará assim: baixou, tem 30 dias para começar a assistir, e, uma vez iniciado, tem 24 h para terminar de ver. Com qualidade de DVD ou HD, de acordo com o gosto do freguês.

MacBook Air
- O MacBook Air é o notebook mais fino do mundo. Mas não basta dizer isso. Ele é muito mais fino que qualquer note que a gente já tenha visto na vida. A parte mais espessa dele é mais fina que a parte mais fina de um Sony Vaio da série TZ. A tela é de 13.3", o trackpad é multi-touch e o teclado tem um sensor de luz ambiente para fornecer a retro-iluminação de acordo. Você pode optar para ele vir com HD de 80 GB ou memória flash de 64 GB. Nesse último caso, ele será mais caro, porém mais veloz e econômico. Não tem drive de CD/DVD, mas um acessório estará disponível por U$ 99. O Air virá com um software que pode "emprestar" o drive de um outro PC ou Mac que esteja por perto. O chip Intel Core 2 Duo foi encolhido 60% a pedido da Apple, e pode ser de 1.6GHz ou1.8GHz. Além disso, vem com wi-fi, bluetooth (2.1 EDR), micro-DVI, audio out e apenas uma porta USB. A proridade do aparelho é mesmo o tamanho e a leveza. Além disso, é ecologicamente correto: seu case é de alumínio (ótimo para reciclagem), o display é totalmente livre de mercúrio e chumbo, as placas e circuitos são livres de BFR e o volume de sua caixa é 56% menor que a do MacBook.

Enfim, o garnde anúncio foi mesmo o tal do MacBook Air, que, para resumir, é uma tetéiazinha ultramobile e super conectada que cabe dentro de um envelope. Me lembrei daquela paródia clássica do iPod flea. Preço da criança: U$ 1799. Quem aí quer quebrar o porquinho? Eu quebraria se meu porquinho não fosse tão magro. Daqui não sai churrasco...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 04:51 PM | Comentários (14) | Citações

dezembro 14, 2007

FoxNews, CNN e o webjornalismo móvel

Tem dias que eu acredito piamemente que a Terra não gira em torno do sol... mas em torno do iPhone!

A FoxNews lançou uma versão do seu site noticioso otimizada para iPhone, no sugestivo link iphone.foxnews.com.

Vejam bem: não é um site voltado para dispositivos móveis, mas voltado para o iPhone!

Parece dor de cotovelo, mas o fato é que estou adorando tudo isso.

Ok. Não sou lá grande fã do iPhone (pelo menos nessa 1a geração), mas reconheço a transformação que ele está fazendo em vários segmentos do mundo virtual.

O grande mérito do iPhone não é a tela, o Safari ou o fato de ser um belíssimo "iPod online". Sua maior dádiva foi ter acordado a humanidade para as maravilhas da mobilidade.

No webjornalismo sempre imperou um inexplicável marasmo diante das tecnologias móveis. Vejam os principais jornais online brasileiros: quando oferecem algum meio de distribuição móvel de conteúdo, é sempre SMS ou (aaaargh!) wap. Misericórdia, wap!

Vanguardista de verdade foi a CNN, com seu site mobile, o m.cnn.com. A CNN móvel não é o site da CNN otimizado para telinhas diminutas. É um site à parte, com uma equipe à parte, que redige as matérias pensando no usuário on-the-go, que quer só 2 minutos de seu tempo no táxi ou na fila do almoço para saber o que está acontecendo no mundo. As notícias são enxutas, sucintas, de leitura dinâmica. As fotos são clean, objetivas, cropadas para as resoluções de telas de celulares. Até os vídeos minuto-a-minuto têm enquadramento e edição voltados para as telinhas menores!

Com o iPhone atraindo a atenção de todo mundo, parece que, pela primeira vez, notou-se que celulares são uma grande porta aberta para o mundo da informação. Bem... Espero que as coisas comecem a mudar de verdade no webjornalismo móvel. Alô, imprensa, ACORDA!

P.S.: agradeço ao Gui Leite pelos screenshots e aproveito para dar boas-vindas de novo. Ele voltou com o blog e em breve a tão aguardada edição n.101 do podcast estará no ar também.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 03:59 PM | Comentários (10) | Citações

dezembro 10, 2007

Google no iPhone

por Gui Leite

No começo do ano, enquanto escutava o keynote de Steve Jobs na Macworld Expo no qual ele anunciou o iPhone, o que mais me incomodou foi a ausência de aplicativos nativos para o aparelho e a tentativa da Apple em promover aplicativos pela web para a plataforma - fracassada, por sinal, já que no começo do ano que vem o as ferramentas para criação de aplicativos nativos será liberada para alguns desenvolvedores e teremos a venda de programas pela iTunes Store.

Mesmo com EDGE ilimitado (o que não é o caso aqui no Brasil, onde pagamos caro pela conexão) ou acesso por wifi, em muitas situação é melhor ter um programa específico para determinada função ao invés de acessar um site no Safari.

O lançamento feito pelo Google esta semana, no entanto, me fez perceber que em alguns casos o uso de aplicativos pela web faz sentido no iPhone, desde que haja um esforço para que a experiência funcione no aparelho. Ao acessar http://www.google.com/m no iPhone você se depara agora com uma página criada especialmente para ele, com links para os principais serviços como Gmail, calendário, Google Reader, Notícias, Picasa, Notebook e Google Docs.

Buscas

Na página principal, ao começar a digitar uma palavra no campo de buscas, uma caixa com sugestões aparece abaixo do texto, facilitando em alguns casos. Os resultados aparecem na parte inferior da tela, e ao clicar em um link ele é aberto em uma nova janela. A primeira falha apareceu nas buscas locais, que abrem em uma micro janela no prório Safari, sendo que seria mais interessante se o mapa fosse automaticamente aberto no aplicativo Maps, que já usa tecnologia do Google.

Gmail

Ao clicar em Gmail a caixa de entrada é mostrada, com a possibilidade de, através das preferências na página, incluir links para pastas ou mesmo para tags, além de marcar mensagens com estrelas, arquivar ou mover para outras pastas. A interface para escrever uma nova mensagem é bem simples e funcional, mas a caixa de entrada de texto poderia ser um pouco maior. Na aba de contatos aqueles para os quais você escrever com maior frequência são mostrados automaticamente, e existe um campo de buscas para encontrar outros contatos. Nos resultados você tem acesso a todos os dados do contato, bastando clicar no endereço de email para compor uma nova mensagem pelo próprio Gmail. Para os contatos com números de telefone armazenados, ao clicar no número aparece uma mensagem perguntando se você deseja ligar para ele. Os endereços dos contatos sofrem do mesmo mal das buscas e são abertos no próprio navegador ao invés do aplicativo Maps.

Calendário

O acesso ao calendário é bastante limitado, sendo apenas possível consultar os compromissos já existentes no GCal. Para manter tudo organizado, crio meus eventos no aplicativo nativo do iPhone que ao sincronizar com meu computador transfere os dados para o iCal que então envia os eventos para um calendário no GCal. Aqui também acho que poderia haver uma integração maior entre o aparelho e o aplicativo online, com entradas criadas pelo aplicativo do iPhone sendo enviadas automaticamente para o GCal e vice-versa.

Reader

Já havia tentado usar o Google Reader algumas vezes, mas sempre voltava para o Bloglines em função da interface (que foi adaptada para o iPhone e funciona bem), mas com essa mudança decidi dar mais uma chance. A visualização padrão mostra as últimas atualizações nos feeds assinados no estilo "rio de notícias", mas é possível visualizar também por feeds ou por tags. Aqui a integração ideal ficaria por conta do próprio Safari, que poderia ter um botão para adicionar o feed ao Google Reader quando você encontrasse alguma página interessante.

E tem mais...

Provavelmente para economizar espaço na tela e manter uma interface relativamente limpa, ao invés de incluir outros serviços em abas a opção foi por uma aba More, na qual é possível encontrar links para o Google Docs (apenas visualização dos documentos, com uma formatação excelente para a tela do iPhone, como é possível ver nas imagens), Picasa (seus álbuns e buscas por fotos no site), Notícias e Notebook (é possível criar novas Notas e visualizar as já armazenadas).

No geral ficou bem mais fácil acessar os serviços do Google pelo iPhone, e tenho certeza de que as idéias para uma integração maior entre o Google e o aparelho dependem de interesses das duas empresas e podem surgir no futuro.

Prós - Acesso fácil aos principais serviços do Google, interface limpa
Contras - Faltou uma maior integração entre os serviços e os aplicativos existentes no iPhone
Onde - http://www.google.com/m no seu iPhone

escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 10:29 PM | Comentários (14) | Citações

novembro 24, 2007

Esta é a "nova" Apple Brasil?

"(...) O curioso é que o pessoal da Apple Brasil também estava lá - como figurante. A estrela da noite foi a turma do Grupo Pão de Açúcar, que importa os produtos diretamente dos Estados Unidos, sem intermediários e sem ajuda da Apple Brasil - essa somente dita os preços."

" (...) Alexandre Szapiro, country manager da subsidiária brasileira, apareceu, não falou nada de novo (como tem sido a prática recente) e foi embora à francesa, sem dizer tchau (bem, ele deu boa noite pra algumas pessoas sim) e bem antes da turma do Extra fazer um discursinho básico."

A cobertura completa do evento está no Zumo. Aproveitando, um grande beijo para o Henrique e o Rigues!

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 08:53 AM | Comentários (20) | Citações

novembro 22, 2007

Cadê o iPod Touch, Apple?

A Apple está abrindo espaços em hipermercados brasileiros, numa atitude que, presumo eu, faz parte daquela estratégia de ganhar mais terreno em solo verde-e-amarelo.

Mas o suporte vai acompanhar esse crescimento? E o iPod Touch prometido para novembro, cadê?

Graças a uma parceria da Apple com o grupo Pão de Açúcar, teremos lojas Apple em hipermercados Extra!

As tais lojas serão, na verdade, espaços customizados. Lá estarão disponíveis para "degustação" iPods, desktops e notebooks, funcionando em uma rede sem fio.

O primeiro Extra a receber a "loja" da Apple é o Extra do Itaim, em São Paulo, que começou a funcionar hoje, dizem. Alguém já tem fotos?

Em dezembro haverá mais três lojas no mesmo estilo: nos Extra Brigadeiro e Morumbi, em Sampa, e no Extra Barra da Tijuca, no Rio. A idéia é ter 16 lojas até o final de 2008, todas vendendo produtos parcelados em 10, 12 ou 24 vezes (!) com ou sem juros, dependendo da quantidade de prestações.

Para quem estranhou a ligação Apple-Extra e esse jeitão "Casas Bahia" de vender, saibam que os hipermercados escolhidos para a parceria são os mais "chiques", que apresentam diferenciação nos produtos à venda. Não vi nada de novo nisso, parece-me que é algo semelhante ao que já existe nas lojas Fnac hoje.

Pergunto: vão ampliar também o suporte aos clientes brasileiros? Melhorar as assitências oficiais? Espero que sim.

Enquanto isso, não páro de me perguntar: cadê o iPod Touch? Vários varejistas brasileiros estavam prometendo o bichinho para o início de novembro. Os novos modelos classic e nano estão nas lojas há 2 meses, mas até agora, nada do Touch dar as caras.

A informação que eu recebi é que ele vai atrasar e talvez nem chegue às lojas esse ano. E parece que a culpa é da Anatel, que está demorando para homologá-lo, procedimento exigido uma vez que ele possui interface wi-fi.

E agora? Papai Noel brasileiro vai ficar sem iPod Touch? Tá sobrando loja e faltando Touch. Magoei.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 11:22 AM | Comentários (18) | Citações

novembro 21, 2007

O primeiro iPhone oficialmente desbloqueado

O iPhone está sendo vendido na Alemanha por 399 euros (cerca de 590 dólares) pela Deutsche Telekom, vinculado a um contrato de 2 anos. Nos moldes do que a AT&T faz nos EUA. Mas causa de uma decisão judicial, uma versão desbloqueada deverá ser também vendida pela operadora.

A Deutsche Telekom anunciou que a versão desbloqueada e sem contrato obrigatório já está disponível oficialmente. Por 999 euros - o que equivale a 1.477 dólares.

Com licença, vou ali fora gargalhar um pouco e já volto.

(Obrigada ao Erick pela notinha)

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 09:00 PM | Comentários (18) | Citações

outubro 28, 2007

Entrando no lado branco da força

Cheguei em Sampa ontem, e, de agora em diante, não viajarei mais com meu notebook. O motivo está na foto a seguir...

Acho que, para quem sempre quis ter um Mac de forma legal no Brasil, a hora chegou: a Apple está praticando preços menores no país, a nova linha iMac ficou linda de morrer e a possibilidade de editar podcasts e videocasts de maneira clean e rápida é tentadora. Mas tenho que confessar que, ultimamente, o namorado macmaníaco andou me puxando para o lado branco da força, fazendo uma tremenda lavagem cerebral...

Esse modelo é o iMac novo de 20", com 2.0 GHz, 1 GB de memória e HD de 250 GB. Ah, e a compra já dá direito ao upgrade para o Leopard por R$ 20, tão logo o novo OS chegue aqui!

Tudo é muito novo ainda, estou mais perdida que cachorro que caiu da mudança. Decididamente não estou a fim de derramar clichês babões. Aos poucos postarei fotinhos dessa coisa linda no Flickr e minhas impressões do mundo novo aqui no blog.

Em tempo: não migrei de sistema, ainda não é possível desfazer-me de meu notebook Dell com Windows XP para trabalhar.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 04:01 PM | Comentários (51) | Citações

outubro 17, 2007

iPhone vai pra galera

Segundo anúncio do Tio Istive no site da Apple, em fevereiro será liberado para os desenvolvedores um SDK (kit de desenvolvimento) para o iPhone.

Sim, finalmente vão liberar geral: teremos enfim aplicativos de terceiros legalmente disponíveis para iPhone! Tenho certeza que uma imensa comunidade de desenvolvedores vai se proliferar.

As aplicações valerão tanto para o iPhone quanto para o iPod Touch. Depois dessa, o meu iPod Touch está mais garantido do que nunca na cartinha para o Papai Noel.

E por falar em 'liberar geral', tio Istive levou um revés na França. O iPhone está em vias de ser lançado por lá, mas por causa da legislação rigorosa do país, ele será obrigado a disponibilizar uma versão desbloqueada. Libertê, egalitê e aifonê!

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 07:38 PM | Comentários (17) | Citações

setembro 05, 2007

Papai Noel, eu quero um iPod Touch

Tio Istive apresentou hoje em São Francisco uma nova coleção de iPods. Toda a famíla ganhou upgrades. Vamos a eles!

iPod nano

O iPod nano ficou mais fino, mais curto e mais largo. Isso porque a tela aumentou um tiquinho para poder tocar vídeos. Me desculpem, mas achei horroroso. O novo nano acompanhará uma lupa para quem não quer perder nem um detalhe de seu seriado favorito, em especial os lostmaníacos. Brincadeirinha. A versão de 4 GB custará US$ 149 e a de 8 GB, US$ 199, o de 8 GB.

iPod Touch

Ahhhhh, o iPod dos meus sonhos, enfim deu as caras! É um iPhone mas sem as funções de telefone. O bichinho tem tela sensível ao toque, memória flash, wi-fi, YouTube, Safari e softwares de calendário, contatos, relógio, calculadora, etc etc etc. Pois é. O iPod se transformou num PDA, quem diria. A espessura e a tela são as mesmas do iPhone, só que ele é pouca coisa mais curtinho. Os iPods Touch serão vendidos por US$ 299, o modelo de 8 GB, e US$ 399, o de 16 GB. Ninguém falou nada de bluetooth com perfil estéreo. Será que tem?

Quem quiser iPods espaçosos terá à disposição os modelos com HD, que também tiveram upgrade. O novo modelo de 80 GB é mais fino que o de 30 GB atual. Custará US$ 249. E ainda temos um novo modelo, de 160 GB (misericórdia!), por US$ 349. O iPod shuffle continua o mesmo, apenas ganhou uma versão vermelha.

Aqui tem uma demonstração do novo iPod Touch. Peguem o babador.

Interatividade é tudo

Tio Istive não dá ponto sem nó. Aproveitando que agora iPod, a exemplo do iPhone, também conecta internet, a iTunes Store aceitará conexões por wi-fi para fazer downloads e compras de músicas on-the-go. Dará até para ouvir previews das faixas.

A Apple também fez uma parceria com a Starbucks. Quando um usuário de iPod com wi-fi passar por uma das lojas da rede, um novo ícone aparecerá no aparelhinho, permitindo que a pessoa compre remotamente as 10 últimas músicas que estavam tocando no estabelecimento.

Acho que agora sim, as lojas de música online investirão nas redes de celular para adquisição de conteúdo multimídia. Estou falando isso há tempos, que adoraria algo no estilo que a TIM Music Store faz, só que de forma mais prática, mais acessível financeiramente, através de um browser móvel compatível com qualquer plataforma e sem depender só da rede de dados da operadora, como acontece em tudo que é via menu wap. As grandes corporações de entretenimento precisam explorar isso, e logo, senão irão à falência mesmo. Acho que esse é o novo modelo de comércio que reinará num futuro breve. Mas não adianta, é sempre a Apple que tem que tomar a iniciativa para os outros imitarem depois...

Hoje ainda começo a escrever minha cartinha para o Papai Noel. Downloads de músicas e podcasts direto do iPod, telona grande para vídeos... oba! Quero ver agora quem vai me mostrar a língua por eu ter desdenhado os atuais iPods vídeo ou o iPhone. Fiz bem em esperar, não? Nada como um Touch para fazer um belo par com outro Touch...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 05:14 PM | Comentários (53) | Citações

setembro 04, 2007

Ai*BOOOOOOOM*fôni

Quando se trata de iPhone, parece que mesmo as pessoas mais sensatas se tornam meio obtusas. As notas mais absurdas acerca do aparelho ganham espaço na internet. Depois da notícia do cara que operou os dedos para deixá-los mais finos e brincar com mais destreza em seu iPhone, agora temos o iPhone que explodiu.

A história do cara que operou os dedos foi desementida depois, mas vai dizer que você não acreditou? Eu acreditei. Não acredito em duendes, Papai Noel ou Corinthians campeão do brasileiro, mas acredito em nerds desmiolados.

Pelo visto essa da explosão é verdade, já que os sites Gizmodo e até a Info noticiaram o ocorrido como verdadeiro. Ok, esse último foi um péssimo exemplo, mesmo assim, acredito que seja verídico.

Conta a história que o "esperto" decidiu tentar o método de desbloqueio por hardware, ao invés de métodos como o do TurboSIM (que o pessoal está usando com sucesso), mas tudo que conseguiu foi um curto na bateria, que explodiu. Ele postou isso, com várias fotos ilustrando, no fórum hackint0sh. Parece que ele é da África. Obrigada, Gui, pela informação. A história completa está aqui.

A imagem acima é forte, mas confesso que aquele pobre iPhone que foi para o liquidificador me doeu mais no coração...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 09:52 PM | Comentários (12) | Citações

agosto 14, 2007

Review: TIM Web Móvel em Mac

Semana passada estive num corre-corre tão grande que fiquei devendo a análise do TIM Web Móvel em Mac.

Conforme havia mostrado aqui no blog, fiz os testes do modem da Telsec no MacBook do leitor Raphael Riedtmann, mas como não tenho Mac, não pude fazer um review aprofundado. Assim, deixei o modemzinho da TIM com o Gui Leite e pedi que ele fizesse testes com o produto e avaliasse o serviço da TIM. O review dele está aqui. Obrigada, Gui!

Já comecei os testes em Linux e estou contando com a ajuda de alguns amigos, irei postando a respeito ao longo da semana. Aliás, tem muita coisa sobre Linux e mobilidade em pauta essa semana - quem gosta de plataformas abertas e mobilidade, continue de olho aqui no blog.

Também não estou mais com a placa Vivo Zap (ainda bem) e pretendo fazer um comparativo de velocidade e estabilidade com os serviços da Claro e da TIM. Essa semana vou para Sampa novamente e poderei fazer os testes finais antes de publicar.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 01:39 PM | Comentários (58) | Citações

julho 05, 2007

Aifôni vai pra galera

Pois é, levou uma semana... mas agora liberou geral.

E então, compatriotas, quem será o primeiro? :D

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 09:09 AM | Comentários (15) | Citações

junho 30, 2007

Tudo sobre o iPhone, em links

Com os primeiros iPhones ganhando as ruas, selecionei os melhores links que falam do gadget do momento.

1. Saiu um update para o iTunes, como já era de se esperar. Com iPhone ou não, baixem a nova versão 7.3 aqui.

2. Todo mundo quis fazer unboxing. Resultado? O YouTube lotou de unboxings do iPhone. Selecionei alguns, desde os bons até os engraçados: o do cara que correu da loja adoidado para ser o primeiro, outro que também não quis esperar e desempacotou o aparelho no porta-malas do carro, o da CNet, que tem a melhor qualidade, e o dos caras do MobilitySite.

3. Quer ver como é um iPhone por dentro? Prenda a respiração e veja dois "desmanches": o do site Think Secret e o do iFixIt.

4. Será que o iPhone é resistente? Uns doidos da PC Magazine resolveram fazer uns testes para ver se ele risca fácil e se resiste a quedas. Prenda a respiração outra vez, tome um Isordil e assista.

5. Blogs que nasceram junto com o iPhone: iPhone Central, My iTablet e iPhone Matters.

6. E para encerrar, mais um vídeo bem engraçado, com duas apresentadoras no MSNBC.com tentando brincar com alguns iPhones. "Gadgets drive me crazy", diz uma, quando o touchscreen se recusa a obedecê-la. Mas o grande mico veio na hora que a outra foi atender uma chamada... ai, ai, ai, essas demonstrações ao vivo NUNCA dão certo - quem não se lembra da tela azul do Bill Gates na demonstração de um Windows recém-lançado? Mas falando sério: prestem atenção nos iPhones rodando vídeos em cima da bancada. Eu não quero um iPhone por enquanto, mas quero, DESESPERADAMENTE, um iPod vídeo com essa tela DIVINA! :)

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 03:23 PM | Comentários (21) | Citações

junho 27, 2007

Mãos ao alto! Isto é um plano de telefonia móvel!

O iPhone é considerado um aparelho topo de linha, voltado para os exigentes consumidores classe AB. E nisso é levado em conta não só no preço do aparelho, mas também nos planos que o usuário é obrigado a escolher na hora de fazer seu contrato de 2 anos.

A AT&T disponibilizou 3 opções de planos para quem quiser comprar o iPhone:

Esses preços são praticados num país, os EUA, onde as pessoas têm maior poder de compra que o nosso. E tanto o preço do aparelho quanto dos planos são considerados altos, já que são voltados a um público classe A.

Mesmo assim, vamos transportar esses valores à nossa realidade tupiniquim. Lembrando que estamos em tempos de real supervalorizado, no plano mais simples de 60 dólares o usuário agrega 450 minutos em chamadas de voz, 5000 minutos em chamadas à noite e fins-de-semana (!), 200 torpedos SMS e um pacote de dados ilimitado. A título de comparação, o meu plano (que é corporativo) de 450 minutos custa R$ 169,00 por mês. Além disso, pago mais R$ 100 de dados ilimitado. Torpedos SMS são cobrados à parte, assim como DDD, roaming e todo o resto.

Esse é o país em que vivemos, em que trabalhamos 4 meses por ano só para o governo, sem receber quase nada em troca. Somado a isso, vem a ganância das telecoms e a pseudo-concorrência entre elas - notem que hoje todos os canais de telefonia fixa, móvel e TV a cabo do país estão nas mãos de 3 ou 4 conglomerados empresariais.

Não dá um desânimo...?

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escrito por Bia Kunze em Telecom às 05:05 PM | Comentários (19) | Citações

A guerra começou!

É, amigos... parece que tem gente querendo deflagrar a 3ª Guerra Mundial...

Vou providenciar a pipoca.

Via: Darla Mack

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 11:45 AM | Comentários (31) | Citações

junho 19, 2007

O Aifôni é o meu pastor, assunto para meu blog não me faltará

Já repararam que quase não falo do Aifôni aqui no blog? Por dois motivos: primeiro porque ele não deu o ar de sua graça e eu odeio especular demais em cima de coisa que "oficialmente" ainda não existe. Segundo porque o maledeto é "O" assunto da maioria dos blogs de tecnologia, com pelo menos um postzinho diário, e eu não agüento todo dia dar de cara com isso. CHEGA!

E cada postzinho de matar. Já vi post com foto dos cartazes do iPhone que estarão nas lojas da A&T. Vi posts com a "grande notícia" de que os estoques já estão sendo abastecidos, com fotos de funcionários carregando caixas com o "my precioussssssssss" escondido dentro. Já li até calorosos debates sobre o formato da caixa do dito cujo ou se a bateria do bicho vai durar 7 horas e meia ou 8 horas e quinze.

Como bem disse o João, "dia 29 é o dia em que os céus se abrirão e o iPhone descerá à Terra para solucionar todos os problemas da Humanidade." Daqui a pouco vou achar que, ao invés dela, o Aifôni é que é o Anticristo.

Pronto, falei.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 12:28 AM | Comentários (20) | Citações

junho 12, 2007

Por que um Safari para Windows?

Todo mundo já sabe da novidade anunciada na WWDC ontem. A pergunta é... Por que a Apple lançou uma versão do Safari para Windows? Para competir com o IE? Atrapalhar o avanço do Firefox? Nada disso. A resposta é... iPhone.

A Apple usou o WWDC para anunciar uma solução para se rodar aplicações de terceiros no iPhone: viabilizar o Safari para Windows.

Steve Jobs não quer que seu bibelô tenha a fama de 'smartphone fechado'. Com o Safari rodando em Windows também, e não só Macs, os desenvolvedores serão incentivados a criar mais e mais aplicativos baseados em Web 2.0, podendo, de bandeja, serem rodados no iPhone. Mas mantendo o SO nativo do aparelhinho, que permanecerá intacto. Esperto o tio Istive, não?

Outra especulação que corre solta por aí é que o YouTube se torne uma aplicação viável nativamente no iPhone. Como sabemos, o YouTube tem convertido toda sua database de vídeos, originalmente em flash, para o formato H.264, compatível com os players da Apple - Quicktime, iPods e Apple TV.

Aliás, é graças à essa monstruosa conversão em massa que anuncia-se com estardalhaço a compatibilidade do Apple TV com o popular site de vídeos online. Não tenham dúvidas que haverá um imenso furor se isso se viabilizar no iPhone também. E eu não duvido! Um YouTube móvel é tudo o que muita gente quer. As operadoras de telefonia, então... ;)

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 07:06 PM | Comentários (15) | Citações

junho 07, 2007

Apple x HTC

Olhando os reviews e opiniões web afora acerca do HTC Touch, e caindo na inevitável comparação com o iPhone, tenho refletido sobre mercados, o futuro do mundo mobile e as opções dos consumidores desse tipo de tecnologia.

Para começar, comparar o HTC Touch com o iPhone é um erro, pois ele não se propõe a ser uma cópia do dispositivo da Apple. São aparelhos com usos e públicos bem distintos. A única coisa que possuem em comum, além do lançamento simultâneo, é a implementação de uma interface nova, mais amigável aos não-geeks, a fim de conquistar novos públicos.

Regra geral: Windows Mobile é trabalho e produtividade. iPhone é lazer e diversão. Mas não vamos entrar em detalhes técnicos. Falemos de mercado.

Apesar de PDAs serem mais ecléticos e poderosos que iPods, os iPods são muito mais aceitos e vendidos. O motivo é simples: todo mundo sabe o que um iPod faz, e todos sabem que faz bem. Pergunte para qualquer leigo se ele sabe o que um iPod faz e o que um Palm faz. E, mesmo que não tenhamos iPhone por aqui tão cedo, todo mundo já sabe o que é o dito cujo: um iPod que fala. Nada mais que isso, sem nerdices.

Aliás, o alvo do iPhone não são os geeks. Ele está mais direcionado a pessoas descoladas que nerds - o que não impede que nerds o desejem também :)

Pontos fortes do iPhone:
- Fator 'design' e 'fashion', herdados do iPod
- Marketing, boa parte advindo do carisma de Steve Jobs
- Amigabilidade com o usuário e facilidade de uso

Pontos fortes do HTC Touch:
- Sistema operacional maduro e bem aceito
- Maior número de potenciais usuários, pois clientes que usam smartphones para fins profissioniais ainda são ampla maioria em cima dos que usam para lazer
- Lançamento e distribuição mundiais imediato, chegando inclusive na América Latina ainda esse ano

Minha estimativa: o iPhone será um sucesso estrondoso, mas seu perfil exclusivista o transformará em objeto de desejo. Valioso mas de acesso restrito, seja pelo preço e condições, seja pela distribuição limitada e gradativa em poucos países. A não ser que a Apple subitamente mude seus planos. Mas os aparelhos da HTC serão maioria e se fortalecerão cada vez mais nos mercados corporativos, competindo ferozmente com o Blackberry. A distribuição mais democrática em países e operadoras favorecerá isso, mas sem tanto alarde quanto o iPhone.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 08:46 PM | Comentários (21) | Citações

junho 04, 2007

Quem desdenha...

Estou no meio de uma aula, mas como terminei a tarefa proposta antes do prazo, aproveito esses minutinhos para blogar. Estou falando porque o Fábio, o professor, conhece meu blog, aí já viu, né? :)

O iPhone apareceu ontem num comercial de TV nos EUA, e agora, finalmente sabemos que seu lançamento será dia 29 próximo. Veja aqui o vídeo e depois me diga qual foi sua reação. A minha foi: "oras, isso eu já faço"

Estou desdenhando, mas assumo que não sei qual será minha reação quando eu mexer em um. Desdenhei o iPod por um bom tempo até pegar num nano, lembram? Maldita Apple.

postado via Qtek S200 / EDGE

escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 11:37 AM | Comentários (13) | Citações

junho 02, 2007

Softwares de terceiros no iPhone

Quase não tenho falado do iPhone aqui, porque não gosto de estender discussões em cima de gadgets que ainda não 'existem'. Mas estamos às vésperas de seu lançamento e podemos alimentar algumas discussões.

Blogueiros e analistas de tecnologia do mundo todo se dividem quanto às perspectivas de sucesso do produto. Uns acreditam que o iPhone será um fracasso, outros, um sucesso. Eu, particularmente, nem questiono isso. O iPhone se tornou um sucesso antes de existir. Basta ver o número de clones e a nova tendência de abandono de teclados físicos.

Em meio a esse blá-blá-blá, Steve Jobs avisa que está estudando um meio de permitir o uso de aplicativos de terceiros em seu xodozinho. Que terá um 'detector de acessórios' para que funcione somente com itens certificados pela Apple.

Trocando em miúdos: o iPhone até poderá aceitar softwares e acessórios à parte, desde que passem pelo crivo implacável do Tio Istive. Isso é ruim por um lado, pois teremos menos softwares disponíveis, que com certeza serão pagos - e muito bem pagos, aposto eu. Porém, serão softwares garantidamente de qualidade.

Se houvesse um Tio Istive para deitar a foice em softwares para Palm, WM e Symbian, acreditem: 80% deles não estariam aí...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 11:00 AM | Comentários (5) | Citações

maio 16, 2007

Homem de visão

A Nokia está aguardando o iPhone com expectativa. Sim, a Nokia! É o que diz um artigo publicado pela Tech.co.uk, onde o CEO Rick Somonson afirmou que "a chegada do iPhone incrementará o atual perfil dos smartphones e alavancará o mercado como um todo". (via PalmAddicts)

Um executivo assim é a alma de qualquer empresa. Nada como um homem de visão, e não um mero criador de iPod-killers...

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escrito por Bia Kunze em Celular às 04:12 PM | Comentários (14) | Citações

abril 02, 2007

MissingSync: agora Mac com Blackberry

Muitos usuários de Mac hesitam na hora de comprar um Blackberry ou um dispositivo móvel rodando Windows Mobile, com medo da incompatibilidade entre ambos. De fato, não há uma solução nativa que sincronize ambos, mas há uma excelente solução de terceiros chamada MissingSync.

O MissingSync para WM já é um clássico entre os mac-users, bastante elogiado por sinal. Pena não haver um instalador de programas. Sorte que no WM5 dá para instalar a imensa maioria dos programas sem passar pelo desktop, usando-se apenas os arquivos .cab. Eu mesma tenho em meu cartão de memória uma pasta de backup só dos .cab dos programas que eu uso. Assim, caso eu faça um hard reset em viagens (lembrem-se, Murphy é o cara), posso não só restaurar meus dados PIM como também reinstalar meus softwares, se eu quiser.

O MissingSync para Blackberry ainda é uma novidade. Ele recém saiu do beta. E, pelas primeiras análises web afora, os usuários estão bastante satisfeitos.

Seria muito bom se os fabricantes pensassem mais nos usuários e menos nos seus umbigos, e oferecessem soluções multi-plataformas para seus usuários. Acredito que tal preocupação só melhoraria a imagem deles junto aos usuários, e, por que não, conquistaria novos. De qualquer forma, ainda bem que existe o MissingSync...

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escrito por Bia Kunze em BlackBerry às 10:12 AM | Comentários (8) | Citações

janeiro 15, 2007

Minha análise do iPhone

Passada e euforia e o deslumbramento em torno do iPhone da Apple, é hora de avaliar os produto com os pés no chão. A seguir, minha opinião pessoal sobre o novo dispositivo.

Análise técnica

A menina dos olhos de Steve Jobs, sob o ponto de vista técnico, não é um produto inovador. O iPhone não faz nada que os melhores smartphones existentes no mercado já não façam: e-mails com tecnologia Push, navegação, VoIP, aplicações de escritório, bancos de dados, música, vídeos, streaming.

Por definição, um smartphone seria um celular com funções de PDA, rodando um sistema operacional que permite personalização e instalação de programas. Sob essa definição, o iPhone não é um smartphone, mas um celular turbinado com multimídia.

O iPhone rodará o OS X, mas ninguém sabe ainda quais as possibilidades e limitações do sistema operacional, uma vez que não é o mesmo OS X dos Macs.

O mais legal do celular da Apple é, sem dúvida, o teclado virtual. Porém, assistindo ao keynote, ele ainda pareceu pouco eficiente, com demora na reposta e problemas de calibragem. Os engenheiros precisarão voltar à prancheta e melhorar isso. Mas a ausência de um teclado tradicional segue piamente o princípio-mor da empresa, que é a beleza estética. O iPhone é bonito, clean, leve e fininho. E isso será o motivo número 1 para o entusiasmo do público, seja os já fãs e usuários como os prováveis novos clientes.

Do meu ponto de vista, porém, acho que a falta mais sentida é a ausência do 3G. As redes de altíssima velocidade estão em franca expansão nos EUA e Europa. Planos de dados estão batendo recordes de venda, provando que as pessoas estão descobrindo as maravilhas da internet móvel. A Apple está em tempo ainda de reverter isso, embora eu ache difícil. Será que os usuários do iPhone necessitariam de tanta velocidade? Nesses casos, será que o wi-fi já não seria suficiente?

Enfim, o iPhone não é uma ameaça aos Blackberries, Windows Mobile e Symbians. O profissional móvel não é o público-alvo da Apple.

Análise social

Quem é o público alvo do iPhone? São os usuários de iPod e celular. Muitos usuários de iPod são fãs do aparelho, ouvem (ou assistem) muito conteúdo ao longo do dia e o carregam o tempo todo com eles, junto com o celular. Assim, com a comvergência, o usuário não precisará mais carregar os dois dispositivos. Além disso, o iPhone trará os benefícios mais comuns que se pode usufruir a partir da conexão de dados das operadoras: e-mail e navegação, mas tudo de uma maneira bem básica. O caráter multimídia do aparelho, contudo, não irá usufrir dessa conectividade. Música e vídeo não poderão ser baixados de forma remota, tampouco compartilhados. Pelo menos por enquanto. Como a Apple não fornece informações mais aprofundadas sobre essas funções do iPhone, é impossível atestar isso com certeza.

E quem são os usuários de iPod e celular, hoje? Basicamente o público jovem, ávido por entretenimento móvel e comunicação. As redes de relacionamento, tão populares na web hoje, comprovam a necessidade desse público de se relacionar com sua “tribo”, tanto no mundo real quanto no virtual. Os jovens hoje são viciados em música e vídeos. E celular, para voz, SMS e fotos. O iPhone acerta em cheio nesse sentido. Sem dúvida houve um estudo muito bem feito para que o produto fosse focado 100% em seu público alvo. O iPhone poderia muito bem se chamado de iTeen...

E quanto às aplicações de escritório, banco de dados e VoIP? E as redes 3G, de altíssima velocidade? Possivelmente ficariam subutilizadas no iPhone. O celular da Apple é voltado para o entretenimento, e não para a produtividade. Para e-mails e navegação, 3G não é crucial.

Reforça-se esse perfil do aparelho analisando a estratégia de investimento em conteúdo multimídia sob demanda. A iTunes Store se transformou numa grande loja de conteúdo audiovisual. O reflexo disso se vê, de cara, na mudança de nome da empresa: Apple Computer se transformou em Apple Inc. As parcerias com gravadoras, emissoras de TV e estúdios de cinema só tendem a aumentar. A RIAA tem que agradecer todos os dias por a Apple existir, senão todas as gravadoras já estariam mortas e enterradas.

Sob o ponto de vista social, portanto, o iPhone significa sim, uma revolução. E acho que esse é o ponto mais importante do aparelho, o responsável pela euforia que a mídia viveu na última semana, desde o seu anúncio. O iPhone já é um sucesso antes mesmo de entrar na linha de produção.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 09:43 AM | Comentários (20) | Citações

janeiro 10, 2007

Repercussões

Pessoal, estou numa correria IMENSA esses dias, mas eu tenho MUITA coisa a falar sobre o iPhone aqui no blog, principalmente minha opinião pessoal sobre ele. Como quero fazer um artigo imparcial, quero esperar passar o meu "deslumbramento".

Mas eu já adiantei nos comentários do post do lançamento que esse aparelho tem um foco diferente, no entretenimento, e não acredito que seja uma ameaça a smartphones Windows Mobile e Blackberries, que têm grande penetração junto ao público corporativo.

Mas sem dúvida o aparelho definirá muitos novos padrões de agora em diante, principalmente no que se refere a distribuição de conteúdo de mídia. E influenciará todo o mercado e os concorrentes. E como sempre, estará na vanguarda ditando o padrão de comportamento dos consumidores de entretenimento. O foco da Apple está mudando, lembram que Jobs falou no começo do keynote que "Apple Computer" agora é "Apple Inc."?

A semana está um apuro, como eu disse antes, além dos meus pacientes, tem o lance do YouTube com a CBN, ainda tem as mil novidades que rolam toda hora na CES e na MacWorld. Mas prometo mantê-los em dia com as novidades. Super obrigada ao Gui pela força. E vocês já sabem, né? Me mandem suas dúvidas por e-mail que super Gui as responderá para a gente: bia arroba garotasemfio.com.br

Aproveitando, saiu as especificações do iPhone:

-Screen size: 3.5 inches
-Screen resolution: 320 by 480 at 160 ppi
-Input method: Multi-touch
-Operating system: OS X
-Storage: 4GB or 8GB
-GSM: Quad-band (MHz: 850, 900, 1800, 1900)
-Wireless data: Wi-Fi (802.11b/g) + EDGE + Bluetooth 2.0
-Camera: 2.0 megapixels
-Battery: Up to 5 hours Talk / Video / Browsing
Up to 16 hours Audio playback
-Dimensions: 4.5 x 2.4 x 0.46 inches / 115 x 61 x 11.6mm (gente, ele é MUITO fininho!)
-Weight: 4.8 ounces / 135 grams

(E o processador????)

Os blogs de todo o mundo estão pirando, não se fala em outra coisa! Nos EUA, o assunto também estampa jornais e revistas e ganhou espaço na TV. Aproveitem e assistam aqui uma entrevista com Steve Jobs logo após o anúncio do iPhone.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 03:46 PM | Comentários (16) | Citações

janeiro 09, 2007

Cadê meu Isordil?

Senhoras e senhores, eis o iPhone da Apple. Respirem fundo antes de ver as fotos a seguir.

O iPhone é um smartphone. Não só musical, vídeos também. A tela é multi-touch. Sincroniza com o iTunes. E o mais incrível, roda o OS X! Detalhes ao vivo aqui.

Sei que é impossível eu pedir a vocês, leitores, que me belisquem virtualmente. Vou pedir, então, para a Kate me arranhar para ver se eu estou sonhando. Calma, Bia. Respire...

Caramba, eu estava em reunião, e vocês, leitores malvados, começam a me mandar SMS dizendo "Bia, corra pra ver o iPhone"? Isso não se faz, como é que fica a direção defensiva com essa adrenalina toda?

Bem, pessoal, de noite tem podcast com o Gui Leite contando tudo em detalhes.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 05:05 PM | Comentários (82) | Citações

MacWorld Expo: keynote sem fio

Não é só na CES que estamos todos de olho, acompanhando os lançamentos. Para os applemaníacos o grande dia é hoje, quando, às 15h (horário de Brasília) teremos o aguardado keynote de Steve Jobs. Durante a tarde estarei numa reunião, mas estarei online sintonizada com o Gui Leite, que está em San Francisco acompanhando a MacWorld Expo. Também vou acompanhar o keynote no meu PDA por streaming.

As novidades no OS X e no iLife são certas, mas como meu foco é mobilidade, obviamente estou de olho no que vem por aí na linha de portáteis. Um suposto smartphone musical tem sido o gadget mais comentado, mas os rumores prederam forças depois que o tal iPhone era patente para um telefone VoIP, recentemente lançado.

Só para botar lenha na fogueira, o Wall Street Journal publicou hoje que foi fechada uma parceria entre Apple e Cingular. Epaaaa!

"Cingular Wireless is expected to provide wireless service for a new Apple Computer Inc. cellphone, people familiar with the situation say. The launch of the new phone and service is expected to be announced as early as Tuesday, these people say. The new product could give Apple access to the huge wireless business, in which nearly a billion handsets are shipped every year, dwarfing the nearly 70 million iPods Apple has sold over the past five years." (notícia completa no Wall Street Journal)

Depois do keynote, gravaremos juntos um boletim rápido em áudio, comentando as principais novidades, que será disponibilizado no Podsemfio. Falando no meu podcast, peço desculpas aos ouvintes por não ter colocado no ar ainda a edição sobre notebooks, mas é que a instalação e migração para o Wordpress já foi iniciada. O Movable Type tem dado mais problemas do que a média ultimamente, portanto, fazer a migração tornou-se crucial. Mas não deve demorar. Agradeço a paciência de vocês.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 09:20 AM | Comentários (6) | Citações

dezembro 15, 2006

iPhone sai na 2ª feira

Não é a Apple quem diz isso, mais o site Gizmodo. Que também não diz mais nada.

O Gizmodo é um site com boa reputação. Só que, particularmente, acho furada. A Apple não lançaria uma novidade desse nível às vésperas do Natal, quando todos já fizeram suas compras. E depois, temos a MacWorld Expo daqui a pouquinho, em janeiro, onde Steve Jobs não perderia a chance de fazer o seu showzinho.

Acho que a 2ª feira a qual o site se refere é dia 15 de janeiro...

Um iPhone nos moldes do o Kevin Rose disse seria bárbaro. O toque de renovação appleniana seria por conta das duas baterias. Mas o que ele rodaria, um Mini OS X? Seria um smartphone? Ou só um musicphone? Nokia, Microsoft e Palm, se cuidem!

Agora, convenhamos, se esse maldito iPhone não for anunciado na MacWorld, já imaginaram a ira dos MacManíacos e a frustração dos fãs? Acho que nenhum outro aparelho foi tão "rumorizado" na história da Apple... o Gui que me confirme. Ops. Não, não, o Gui não vai confirmar, pois ele não se cansa de dizer que já encheu essa história de iPhone, hehehe...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 06:32 PM | Comentários (8) | Citações

dezembro 05, 2006

O iPhone de Kevin Rose

Bem, moçada. Vamos dar uma relaxada e praticar o esporte favorito dos MacManíacos: dar palpites em cima de rumores! Já está confirmada a patente da Apple sobre um dispositivo portátil com wi-fi. Resta começar o festival de chutes. É um iPod com wi-fi? É um iPhone? Ou seria WiPhone?

O palpiteiro-mor Kevin Rose diz que é, enfim, o aclamado smartphone da Apple.

Vejam com seus próprios ouvidos. E dá-lhe cachaça:

Segundo Kevin, o aparelho será pequenino mas terá 2 baterias, (uma para o MP3 player e uma para o celular), 2 modelos com diferentes capacidades de armazenamento em memória flash (4 e 8 GB) e teclado oculto por um slider. Preços variando de U$ 249 a 449, disponível nas versões CDMA e GSM.

O leitor Fernando Kanarski perguntou se vale a pena esperar pelo iPhone. Acho que sim. Falta só um mês para a MacWorld Expo. Nem que seja só para saber se o rumor se confirma.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 12:37 PM | Comentários (6) | Citações

novembro 22, 2006

Perguntinha básica do dia

Como os rumores sobre o iPhone da Apple ganharam ares de aposta certa entre especialistas e investidores, a pergunta é: será que o iPhone poderia causar tamanho hype a ponto de matar todos os demais, como o iPod fez com os MP3 players? O Ed Colligan fez muxoxo. E você?

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 03:18 PM | Comentários (11) | Citações

outubro 26, 2006

Vêm aí o iPods sem fio!

Os rumores a respeito dos novos produtos Apple que devem sair em janeiro explicariam a tranquilidade de Steve Jobs com relação ao Zune.

Corre à boca pequena que, além do iPod vídeo "verdadeiro" (com tela widescreen, bluetooth e wi-fi), estão para sair dois iPhones. Um deles seria um smartphone, com ênfase em conectividade sem fio, e o outro, um musicphone, um celular com ênfase em música digital.

Não é só isso. Alguns vapores mais "ousados" já falam até que a Apple quer produzir conteúdo próprio para a TV, cinema e rádio. Seria fruto de uma parceria com George Lucas? Hehehe. Bem, o fato é que nunca ouvi tanto rumor a respeito da Apple ao mesmo tempo...

Quem não gosta de especular, ainda mais com ilustrações e descrições de tirar o fôlego? Mais detalhes sobre os rumores aqui, aqui e aqui.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 05:40 PM | Comentários (6) | Citações

outubro 09, 2006

Vídeos do YouTube no iPod e no PDA

Já comentei aqui como fazer para assistir vídeos do YouTube no seu Pocket PC, por streaming. Mas percebo que o que as pessoas querem mesmo é salvar os vídeos desse popularíssimo serviço em suas máquinas, antes que sejam retirados do site. Ou antes de que o próprio site vá à falência, como costuma-se especular ultimamente...

Para quem usa plataforma Mac, o aplicativo PodTube permite que o iTunes capture vídeos do serviço online e os salve em sua biblioteca, permitindo que sejam posteriormente transferidos para o iPod. No ambiente Windows, quem faz isso é o iTube. Os vídeos podem ser vistos tanto no iTunes quanto no iPod.

Para quem quer simplesmente baixar os vídeos no seu computador, o aplicativo de escolha é o vDownloader, que funciona não só com o YouTube mas também outros serviços de vídeo online, como o do Google. Dá para salvar nos formatos AVI, MPEG ou PSP, escolhendo-se a resolução e o bitrate, e depois assistir em qualquer player compatível com esses formatos. O resultado final permite visualização posterior em Palms e Pocket PCs, através do player TCPMP. Para ganhar agilidade, o melhor é usar um leitor de cartões e jogar os arquivos direto no cartão de memória do seu PDA ou smartphone. Transferências por HotSync ou ActiveSync para esse tipo de conteúdo são penosas.

Quem usa o Windows Media Player e tem smartphone ou PDA com Windows Mobile pode organizar uma biblioteca e usar a opção de sincronismo, nativa no próprio programa. É bastante prática para quem tem muito conteúdo de mídia para transportar.

Se você tem uma pancada de vídeos dos mais diversos formatos e gostaria de converter para quaisquer outros formatos, recomendo que usem o Media Convert. Essa utilíssima dica ouvi no podcast dos rapazes do PapoTech.

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 01:26 PM | Comentários (12) | Citações

Modem sem fio: Ligando Windows Mobile à Mac

Quando o Gui Leite mostrou-se disposto a comprar um PDAphone Windows Mobile, expliquei a ele que gostava muito de usar meu Qtek como Modem Sem Fio, ligado ao notebook. Claro que banda larga e wi-fi sempre são as melhores pedidas, mas não é o que acontece na maioria das vezes.

Estou sempre em deslocamento e é difícil ter esse tipo de conexão disponível por aí. No fim do ano passado resolvi meus problemas de internet móvel adquirindo um plano da Claro com GPRS ilimitado a R$ 100 por mês. Na época esse serviço só estava disponível para pessoa jurídica, mas hoje qualquer cliente pós-pago pode adquirir o plano. Fiquei tão satisfeita que até dispensei a banda larga do consultório, pois usava bem pouco e só para atividades básicas.

Para quem não quer um plano ilimitado, há opções de pacotes de 40 MB, 100 MB, ou 1 GB, pelos mais diversos preços e operadoras, inclusive a Vivo, conforme expliquei aqui ontem.

Ele está gostando bastante do recém-adquirido Qtek 9100, e o EDGE quebra um galhão para usá-lo como Modem Sem Fio. O grande problema era a incompatibilidade e a ausência "natural" (?) de drivers para tal uso em computadores da Apple, rodando o OS X.

Saí à caça de alguns tutoriais por aí a respeito de conexão entre Windows Mobile e Mac e vi que isso era apenas difícil, mas não impossível. Por fim, o Gui mesmo resolveu a questão e publicou em seu site um tutorial que ensina a usar o Qtek 9100 como modem bluetooth no OS X.

Agora a questão é: ter plano de dados ilimitado ou não? Ter à disposição um serviço assim é excelente para profissionais móveis e pessoas que viajam muito. Hotspots wi-fi são ótimos, mas uma conexão móvel para ser usada até no meio do mato é bem melhor...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 01:03 PM | Comentários (6) | Citações

outubro 07, 2006

Candy Apple

Desde que conheci a Colorware, botei na cabeça que, quando tivesse um Mac, ele seria vermelho. É minha cor favorita. Agora que vejo um Mac vermelho ("Candy Apple") ao vivo, pegando, cheirando e mexendo, eu tenho CERTEZA que meu futuro Mac será vermelho.

Em tempo: esse MacBook Pro novinho em folha é do meu amigo Erick, que veio me visitar nesse fim de semana. Tem até nome, Eve. Eu só tenho amigo de bom gosto...

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escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 08:28 PM | Comentários (6) | Citações

setembro 21, 2006

I see dead pixel

O Macbook do meu amigo Marcelo chegou ontem à noite, e, justificando sua fama de cupim-de-ferro, veio com um dead pixel.

Sim, um pixel morto, e azul, que ele até já batizou de Dory.

Vamos ver se pelo menos eu consigo o iBook dele. Sim, eu sei, deveria pegar um com chip Intel, mas dependendo do preço, é provável que eu fique com o iBook mesmo. Principalmente porque estou a caminho do médico com um pressentimento que sairei de lá com uma pilha de receituários outra vez. E de remédios mais caros que tinta de impressora...

O iBook tem outra vantagem, aquela tela de 12" literalmente tiraria um peso das minhas costas.

postado via gprs

escrito por Bia Kunze em Mac Sem Fio às 10:46 AM | Comentários (4) | Citações